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Retrospectiva 2018. Conquista tricolor com direito a passeio

Matheus Garzon
redacao@grupojbr.com

Depois de perder boa parte do elenco, o Fluminense consagrou o seu forçado processo de reformulação. Venceu o Botafogo com tranquilidade, por 3 x 0, no Maracanã, e conquistou a Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca. Destaque para a atuação de Pedro – substituto de Henrique Dourado –, que fez o primeiro e deu bela assistência para o segundo gol, de Marcos Junior.

O técnico Abel Braga não escondeu a satisfação após o Fluminense superar o Glorioso e faturar a taça. Após perder alguns de seus principais jogadores, como o goleiro Diego Cavalieri, o zagueiro Henrique, o meia Gustavo Scarpa e o atacante Henrique Dourado, o treinador afirmou que o Flu nunca deixou de sonhar. Ele elogiou a amizade que une o elenco. “A grande coisa desse time é que colocamos na nossa mente o sonho. Se você tiver medo, é meio caminho para trás. Temos sempre esse pensamento positivo”, contou. “Está legal por isso, essa amizade que existe fora e que levamos para dentro do campo”.

Crise

As coisas começaram a desandar para o tricolor durante a parada do Brasileirão para a disputa da Copa do Mundo, entre junho e julho. Buscando descanso, depois de um ano e meio difíceis à frente do Fluminense, Abelão deixou o clube.

O comandante substituto, Marcelo Oliveira, conseguiu manter o nível competitivo da equipe até a lesão do atacante Pedro, que era a revelação do ano. O artilheiro teve estiramento no ligamento cruzado do joelho direito e ficou fora dos gramados pelo resto de 2018.

A falta do jogador, que havia sido convocado para a seleção brasileira antes de se machucar, somada aos atrasos de salário e direitos de imagem dos jogadores fizeram com que o final de ano da equipe carioca se tornasse um pesadelo. Foram oito jogos sem marcar nenhum gol, a maior seca da história do clube, que só se salvou do rebaixamento na última rodada, ao quebrar o jejum e vencer o América-MG por 1 x 0.

Futebol italiano de luto

O capitão da Fiorentina, Davide Astori, foi encontrado morto no quarto do hotel onde a equipe estava concentrada para o jogo contra a Udinese. A rodada do do Campeonato Italiano foi adiada.
“A Fiorentina, profundamente devastada, é forçada a comunicar que seu capitão Davide Astori morreu por doença súbita. Pela situação terrível e delicada e, principalmente, por respeito à família, pedimos a sensibilidade de todos”, escreveu a Fiorentina em sua conta oficial no Twitter.

A autópsia feita no corpo do zagueiro, constatou que o jogador, de 31 anos, morreu em consequência de uma parada cardíaca provocada por causas naturais. Diante da perda do seu capitão, a Fiorentina decidiu aposentar a camisa 13, que era usada por Astori. O Cagliari, clube italiano pelo qual o atleta atuou entre 2008 e 2015, fez o mesmo.

Bebeto de Freitas morre em Belo Horizonte

O ex-jogador de vôlei, ex-técnico da Seleção Brasileira e dirigente Bebeto de Freitas morreu, aos 68 anos, em Belo Horizonte. Ele sofreu uma parada cardíaca pouco depois de participar de um evento na Cidade do Galo, centro de treinamento do Atlético-MG.

Bebeto trabalhava no clube como diretor de administração e controle. Segundo o Atlético-MG, ele recebeu atendimento médico no local, mas não resistiu. Bebeto de Freitas foi o responsável por comandar uma revolução no vôlei brasileiro. Foi com ele que o país despontou no esporte. Sob o seu comando, a seleção masculina passou a se tornar protagonista, com a conquista da medalha de prata na Olimpíada de Los Angeles-1984, em uma equipe com William, Bernard, Bernardinho, Montanaro e Renan.

Messi faz história e chega ao gol 600 da carreira

Em duelo direto pela primeira posição na tabela da temporada 2017/2018, o Barcelona bateu o então vice-líder Atlético de Madrid por 1 x 0, no Camp Nou, e aumentou a vantagem no topo graças (de novo) a Lionel Messi. O argentino decidiu o duelo com um golaço de falta, ainda na etapa inicial do jogo. Foi uma marca histórica para o meia, que chegou aos 600 gols marcados na carreira.

Ao todo, foram 539 tentos marcados vestindo a camisa do time catalão e outros 61 pelo selecionado argentino.

A marca histórica, porém, não bastou para que Messi fosse novamente o melhor do mundo em 2018. No prêmio The Best, da Fifa, ele não figurou nem entre os três primeiros. Ficou atrás de Modric (Real Madrid), Cristiano Ronaldo (Juventus) e Salah (Liverpool).

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