Sáb
Dom
Seg
Ter
Qua

Max: 26º

Min: 14º

 

 

Publicação: Terça-feira, 03/07/2012 às 07:10:55   Atualização: 03/07/2012 às 08:44:07

 

Prejuízo causado por jato da FAB passa dos R$ 80 mil

Compartilhar:

Vinícius Borba
vinicius.borba@jornaldebrasilia.com.br

 

O prejuízo causado pelo rasante mal calculado por um piloto da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo já começou a ser contabilizado. Apenas no Supremo Tribunal Federal (STF), o gasto que acabou sobrando para a FAB foi orçado em aproximadamente R$ 35 mil, pelos  65 vidros  quebrados. O piloto também pagou com parte do prejuízo, afastado temporariamente dos voos de caças até que o caso seja julgado por junta militar.

 


A Força Aérea nega que os caças tenham quebrado a barreira do som, mas a aeronave pode ter alcançando 1.100 km/h – velocidade considerada por cientistas no mínimo "imprudente", pela baixa altura a que voou o piloto. Para os moradores do Lago Sul que também levaram um susto inesperado, ficou o trauma.

 


 Ontem, o Palácio do Planalto também divulgou que 28 vidros da sede do Executivo quebraram ou trincaram. Ali, o prejuízo foi estimado entre R$ 40 e R$ 50 mil. Um lustre caiu e forros de gesso teriam soltado resíduos pelo suposto abalo depois do voo simbólico. O dois caças Mirage F-2000 da FAB participavam de cerimônia da Troca da Bandeira, e ainda da comemoração dos 60 anos da Esquadrilha da Fumaça, na Praça dos Três Poderes.


TRANSFERÊNCIA

 

No STF, o presidente da instituição, ministro Carlos Ayres Brito, teve de se transferir para seu escritório onde despacha no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), prédio anexo do Supremo, para trabalhar pelo menos nos próximos três dias. Os serviços de reposição dos vidros  devem ser custeados pela Força Aérea – que reiterou intenção de corrigir a falha – e devem ser realizados por empresa que já atua junto ao STF.


 A Força Aérea revelou que a falha do piloto consistiu no excesso de velocidade ao realizar a manobra diante do público. Ele chegou, segundo informações da FAB, a voar a 1.100 km/h, e pelo deslocamento de ar gerado, teria provocado a quebra dos vidros nos palácios e o susto no público presente.

 


Muitas pessoas que assistiram a cena relataram a sensação de medo que se abateu sobre os presentes, pela força do estouro ouvido por todos. Houve suspeita de que o avião tivesse quebrado a barreira do som, ou seja, chegado a mais de 1.200 km/h. Porém, a corporação militar negou o fato e afirmou que a pressão  sentida ocorreu simplesmente pelo deslocamento de ar.



Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br
PUBLICIDADE

 

Últimas noticias
Mais lidas
Mais Comentadas


 

PUBLICIDADE

 

Tags

 

clicabrasilia.com.br © 2000 - 2013 Clicabrasilia Notícias Digitais Ltda - Todos os direitos reservados. Anuncie aqui.