Fonte: AFP e Geledés
Stephen Lawrence. Foto: Divulgação
A família de Stephen Lawrence, com destaque para a mãe, Doreen Lawrence, amigos e políticos compareceram nesta ontem, segunda-feira (22) na igreja de St Martin-in-the-Fields, em Londres, para lembrar o assassinato do adolescente negro há 20 anos, em um caso de racismo que comoveu o Reino Unido. Na época, o inquérito policia foi denunciado como sendo tendencioso e fez com que o governo britânico ordenasse uma investigação independente em 1997.
Em um relatório publicado dois anos mais tarde, o comitê de investigação denunciou o "racismo institucional" da polícia e recomendou medidas que levaram a mudanças importantes na forma como os crimes potencialmente racistas são investigados no país.
Stephen Lawrence, um brilhante estudante de arquitetura, negro e de 18 anos, foi esfaqueado por um grupo de cinco jovens brancos quando esperava por um ônibus em Eltham, em 22 de abril de 1993.
Em 2012, um júri popular considerou culpados Gary Dobson e David Norris pelo assassinato de Stephen Lawrence.

Doreen Lawrence, mãe de Stephen. Foto: Divulgação
Fonte: Revista Isto É

Como você foi escolhida o rosto mais bonito da Suécia sendo brasileira?
Sei que é irônico uma estrangeira ganhar. Mas acho que foi justamente esse o motivo da minha vitória. As suecas são todas altas, magras, loiras e de pele muito branca. Eu, sendo mais morena e com um rosto latino, chamei atenção. Acho que eles queriam uma beleza diferente desta vez. Se fosse no Brasil, seria muito mais difícil eu ganhar.
(Louisse Freire, miss Suécia, em entrevista à Revista Isto é, desta semana)
Fonte Angop

Por Ivair Alves dos Santos
Os cortes constantes de energia elétrica regressaram à ilha de São Tomé, dois anos depois de um período em que os cidadãos tinham garantia de apenas 10 a 12 horas de fornecimento de electricidade por dia, noticiou hoje (terça-feira) à Lusa.
Nos últimos dias, a suspensão no fornecimento tornou-se novamente regular e em comunicado distribuído à imprensa, a Empresa de Agua e Electricidade (EMAE) de São Tomé e Príncipe, anunciou que as "interrupções no fornecimento de electricidade vão manter-se durante os próximos dias".
A EMAE, justifica as suspensões diárias no fornecimento de energia eléctrica com a avaria da central privada de Bôbo Forro (três quilómetros do centro da capital), sob gestão da empresa italiana Renergia Fisi, com a avaria num dos três grupos geradores de Santo Amaro (sete quilómetros a norte da ilha), financiada, montada e sob gestão de taiwaneses, e com a revisão nos grupos da central da capital, construída no tempo colonial.
"Por força dessas circunstâncias, haverá interrupções no fornecimento de electricidade durante os próximos dias, particularmente no horário de carga de ponta, compreendido entre as 18:00 e 21 horas", diz a Empresa de Água e Electricidade, sem definir durante quanto tempo a situação vai perdurar.
No conjunto, estas três centrais fornecem cerca de 13 megawatts de energia.
Diariamente, na ilha de São Tomé, particularmente no distrito de Água Grande (capital e periferia), são registadas duas a três vezes interrupções no fornecimento de energia às populações e serviços públicos.
O ministro das Infra-estruturas, Obras Públicas e Recursos Naturais, Osvaldo Abreu, visitou hoje (terça-feira), a central de Bôbo Forro e prometeu o restabelecimento do fornecimento de energia eléctrica nos próximos 15 dias.
Pedro Pires. Foto: Divulgação
Por Ivair Alves dos Santos
O antigo Presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, considerou que a prisão do ex-chefe do Estado-Maior da Armada guineense, Bubo Na Tchuto, pelos serviços secretos americanos, pode ajudar a estabilizar a situação na Guiné-Bissau mas não resolve os problemas daquele país.
Em entrevista à rádio pública cabo-verdiana (RCV), Pedro Pires disse acreditar que, com a prisão de Bubo Na Tchuto, o espectro da impunidade desapareceu e que ninguém está acima da lei.
“Já vêm que não estão impunes e que pode haver uma intervenção de fora no sentido de os neutralizar”, acrescentou o antigo Presidente da República, em exercício entre 2001 e 2011, e primeiro-ministro de Cabo Verde entre 1975 e 1991.
Pedro Pires recebeu o “Prémio Mo Ibrahim”, em 2011, e foi sexta-feira homenageado na abertura do Congresso do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder), do qual foi presidente e secretário-geral.
Na sua perspectiva, a prisão de Bubo Na Tchuto, figura que conheceu durante a luta pela independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde, demonstra a fragilidade do Estado guineense.
“Para haver qualquer mudança foi necessário que fossem os agentes secretos norte-americanos, a DEA. Isso demonstra a fraqueza evidente do Estado da Guiné-Bissau”, sublinhou Pedro Pires.
O contra-almirante José Américo Bubo Na Tchuto foi detido em águas internacionais, a 2 de Abril, juntamente com quatro oficiais guineenses, por agentes do departamento anti-droga dos EUA (DEA). Foram todos apresentados a um tribunal de Nova Iorque, que legalizou a prisão sob as acusações de conspiração para fornecimento de armas à guerrilha colombiana FARC, armazenamento de cocaína da mesma organização, venda de armas para uso contra as forças norte-americanas e tentativa de introduzir cocaína no mercado dos Estados Unidos.
O procurador de Manhattan (EUA), Preet Bharara, apresentou uma queixa juntamente com a DEA num tribunal dos EUA, contra o Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau, António Indjai, acusando-o de participar numa operação internacional de tráfico de droga e armas.
Preet Bharara e a DEA acusam Indjai de ter usado a sua posição no topo da hierarquia militar guineense para ser intermediário, fazendo da Guiné-Bissau um ponto de passagem de pessoas, que se acredita serem terroristas e narcotraficantes. Além de Indjai, Preet Bharara e a DEA acusam também o Chefe de Estado-Maior da Força Aérea guineense, Ibraima Papa Camará, pelos mesmos crimes.
As autoridades norte-americanas emitiram um mandato internacional de captura contra António Indjai que, a 12 de Abril de 2012, liderou um golpe de Estado contra o Governo de Carlos Gomes Júnior, derrubando o antigo primeiro-ministro e o Presidente Interino, Raimundo Pereira.
Há um ano, António Indjai foi incluído na lista de indivíduos alvos de sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, por ter protagonizado o golpe de Estado, interrompendo a segunda volta de eleições presidenciais. Em 2010, os EUA já tinham emitido um mandado internacional de captura contra Papa Camará. A acusação feita pelo procurador de Manhattan e pela DEA, que pediram a colaboração dos militares da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), estacionados na Guiné-Bissau, criou um ambiente de “medo” nos quartéis e em certos círculos políticos guineenses, que receiam que os militares da CEDEAO tentem deter as principais chefias do país, entre políticos e militares.
António Indjai e Papa Camará têm permanecido entre o Estado-Maior das Forças Armadas e o Quartel da Força Aérea, evitando circular na rua com receio de uma possível captura.
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Imagem: Divulgação
"Distribua o que tiver de melhor, atingindo à todos!"
Autor: Anônimo

Fonte: Getty Images
O Instituto Moreira Salles e sua revista de fotografia ZUM selecionarão dois projetos inéditos para receberem bolsas fotográficas de R$ 65 mil.
O objetivo é permitir que artistas e fotógrafos desenvolvam e aprofundem sua produção em variadas vertentes, sem restrição de tema, perfil ou suporte.
No sábado (27), às 11h, o edital será lançado em um evento na livraria Martins Fontes Paulista. Na ocasião, a fotógrafa Rosângela Rennó falará sobre o seu ensaio “Cinquenta e cinco”, feito para a revista.
Pela internet, será possível conferir o regulamento a partir de 26 de abril, no site da ZUM.
Os projetos selecionados deverão ser entregues em oito meses e ficarão permanentemente no acervo de fotografia do Instituto Moreira Salles.
Mais informações:
O Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial da Paraíba (CEPIR-PB) realiza hoje terça-feira (23) cerimônia de posse de seus novos membros, no auditório da Paraíba Previdência (PBPREV), na avenida Rio Grande do Sul, Bairro dos Estados, na capital, João Pessoa.
Vinculado à Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, o Conselho funciona com a participação de conselheiras e conselheiros representantes de comunidades e povos tradicionais, especialmente os segmentos quilombolas, a comunidade cigana, povos de terreiros das religiões de matriz africana, indígenas, capoeiristas e representantes de organizações não-governamentais que compõem o chamado movimento negro.
Fonte: Agência Brasil e Geledés

Reduzir a maioridade penal é reconhecer a incapacidade do Estado brasileiro de garantir oportunidades e atendimento adequado à juventude. Para o advogado Ariel de Castro Alves, especialista em políticas de segurança pública e ex-integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), “seria um atestado de falência do sistema de proteção social do país”.
O debate sobre o tema voltou à tona nos últimos dias, após o assassinato do estudante Victor Hugo Deppman, 19 anos, durante um assalto em frente a sua casa no bairro de Belém, zona leste de São Paulo. O agressor era um adolescente de 17 anos que, dias depois, completou 18. Com isso, ele cumprirá medida socioeducativa, pois o crime foi cometido quando ainda era menor.
Além disso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, veio a Brasília esta semana para defender alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código Penal com o objetivo de tentar coibir a participação de adolescentes em crimes. Uma das propostas é ampliar para até oito anos o período de internação do menor em conflito com a lei.
Para Ariel de Castro, membro do Movimento Nacional de Direitos Humanos, defender a diminuição da maioridade penal “no calor da emoção” não garante o combate às verdadeiras causas da violência no país. Para ele, a certeza da punição é o que inibe o criminoso, e não o tamanho da pena.
Castro alerta que uma das consequências da redução da maioridade penal seria o aumento dos crimes e da violência. “É uma medida ilusória que contribui para que tenhamos criminosos profissionais cada vez em idade mais precoce, formados nas cadeias, dentro de um sistema prisional arcaico e falido”, disse.
“No Brasil existe a certeza da impunidade, já que apenas 8% dos homicídios são esclarecidos. Precisamos de reestruturação das polícias brasileiras e melhoria na atuação e estruturação do Judiciário e não de medidas que condenem o futuro do Brasil à cadeia”, completou.
O especialista também enfatizou que o índice de reincidência no sistema prisional brasileiro, conforme dados oficiais do Ministério da Justiça, chega a 60%, o que, em sua opinião, indica “claramente” que se trata de um sistema incapaz de resolver a situação. Já no sistema de adolescentes, por mais crítico que seja, estima-se a reincidência em 30%.
“Se colocar adultos nas cadeias de um sistema falido não resolveu o problema da violência, e essas pessoas voltam a cometer crimes após ficarem livres, por que achamos que prender cada vez mais cedo será eficiente?”, questionou.
Para o diretor adjunto da organização não governamental (ONG) Conectas, que trabalha pela efetivação dos direitos humanos, Marcos Fuchs, modificar a legislação atual para colocar jovens na cadeia reforça a ideia do “encarceramento em massa” o que, em sua avaliação, não é eficiente. Ele ressalta que os jovens brasileiros figuram mais entre as vítimas da violência do que entre os autores de crimes graves.
“Os números da Fundação Casa, em São Paulo, mostram que latrocínio e homicídio representam, cada um, menos de 1% dos casos de internação de jovens para cumprimento de medida socioeducativa, sendo a maioria [dos casos de internação] por roubo e tráfico de drogas”, destacou.
“Além disso, o último Mapa da Violência indica que a questão a ser encarada do ponto de vista da política pública é a mortalidade de jovens, sobretudo, dos jovens negros, e não a autoria de crimes graves por jovens”, completou.
Segundo o último Mapa da Violência, de cada três mortos por arma de fogo, dois estão na faixa dos 15 a 29 anos. De acordo com a publicação, feita pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, os jovens representam 67,1% das vítimas de armas de fogo no país.
Fonte: Repórter Brasil
Pesquisa disponibiliza documentos inéditos com valores e nomes de donos de escravos que foram beneficiados com indenizações públicas após a abolição

Além do retorno financeiro obtido pelo próprio negócio da escravidão transatlântica (que funcionava de modo bastante similar ao de uma bolsa de valores dos dias de hoje), “investidores” privados da venda de pessoas ainda foram recompensados com grandiosas indenizações do governo inglês quando da abolição legal.
Dados tornados públicos em um arquivo na internet disponível para consulta revelam que quantias equivalentes a bilhões de libras esterlinas foram transferidas dos cofres públicos para “empreendedores” escravagistas, ou seja, muitas das fortunas de hoje estão diretamente ligadas à abolição da escravidão.
Pelos cálculos dos responsáveis pela pesquisa – centralizada na University College, de Londres –, nada menos que um quinto da riqueza dos britânicos da Era Vitoriana guardava relação com a escravidão. Entre os beneficiados, encontram-se, por exemplo, parentes do atual primeiro-ministro inglês, David Cameron, do Partido Conservador, assim como familiares do escritor George Orwell.
“Ao focalizar os proprietários de escravos, o nosso objetivo não é ‘nomear para envergonhar’ ['naming and shaming', na expressão em inglês]. Buscamos desfazer o esquecimento: a ‘re-relembrar’, como diz Toni Morrison, reconhecer as formas pelas quais os frutos da escravidão fazem parte da nossa história coletiva – incorporado em nosso país, nas casas de nossas cidades, nas instituições filantrópicas, nas coleções de arte , nos bancos comerciais e nas pessoas jurídicas, nas estradas de ferro, e nas formas que continuamos a pensar sobre raça”, explica Catherine Hall, pesquisadora-chefe da iniciativa, em artigo publicado no diário inglês The Guardian. “Proprietários de escravos se envolveram ativamente na reconfiguração decorrida após a escravidão, popularizando novas legitimações para a desigualdade que permanecem até hoje como parte do legado do passado colonial da Grã-Bretanha”, emenda.
O arquivo reúne 46 mil pedidos de “indenização” encaminhados por ex-donos de escravos ao governo britânico. São registros detalhados que, conforme descreve Catherine, “foram mantidos longe de todos aqueles que reivindicavam compensações” e que nunca tinham sido sistematicamente estudados antes. De acordo com ela, os documentos consistem em uma “nova luz” para se entender “como o negócio da escravidão contribuiu de forma significativa para a Grã-Bretanha tornar-se a primeira nação industrial”. O esforço de pesquisa vai de encontro, segundo a historiadora, ao desejo de homens e mulheres que almejavam que suas identidades como proprietários de escravos fossem esquecidas.
A exposição das entranhas políticas, econômicas e culturais da escravidão antiga se dá no mesmo contexto em que se fortalece um movimento nos países do Caribe (com Barbados à frente) que reivindica, junto aos governos das nações colonizadoras, formas de compensação pelos profundos danos causados pela exploração do comércio transatlântico de vidas humanas ao conjunto de ex-colonizados. Para a responsável pela pesquisa, o trabalho, que dá contornos mais palpáveis à dívida da “moderna” Grã-Bretanha com a escravidão “antiga”, tem o objetivo de contribuir “para uma compreensão mais rica e mais honesta das histórias conectadas do império”.
A Secretaria de Cultura do Distrito Federal vai promover na próxima quinta-feira (25), no auditório da Biblioteca Nacional, em Brasília, o “Seminário Rádio Cultura e colóquio de programação”. De acordo com a pasta a intenção é dialogar sobre a importância do meio de comunicação público, realizar a apresentação da estrutura, programação e ações da Rádio Cultura FM, dialogar sobre comunicação pública, o papel das rádios públicas, abrindo espaço para construção de propostas em conjunto com a comunidade, os artistas e os meios comunitários. Também será realizada capacitação em conjunto com o Ministério das Comunicações para comunicadores comunitários.
Programação:
8h Credenciamento
9h Abertura Mesa sobre Comunicação e Cultura – O papel da comunicação e da rádio pública para a sociedade
10h Painel - Qual é a missão de uma emissora do campo público e como pensar sua programação.
12h às 14h - Intervalo
14h Apresentação do histórico da Cultura FM e espaço de diálogos e propostas sobre a programação da Cultura FM
15h30 Sistematização de propostas apresentas
16h Regras para a execução do Serviço de Radiodifusão Comunitária - Ministério das Comunicações
18h Encerramento
José Carlos Camapum Barroso
Fonte: http://zecabarroso.blogspot.com.br
Brasília, Brasília
Não és mais uma ilha
Cercada de fantasias...
És senhora, adulta,
Cortada por viadutos
E vias congestionadas,
Por cidades satélites,
Cujas luzes não brilham
Como resplandece a tua...
Por ruas que não se cruzam
Na mesma simetria das tuas
Na grandeza de monumentos
Que ostentas em curvas,
Entre retas infinitas...
És um avião de asas
Cortadas por um piloto
Que no plano de voo
Perdeu-se no quadrilátero
Incrustado no coração
De um Brasil central,
Pleno de indiferenças...
Brasília, Brasília
Não mais sorris pros filhos
Adotados e os que são teus,
Que te ergueram e foram
Erguidos aos céus,
No sonho de dom Bosco,
No suor e lágrimas candangas.
Acorda antes que o sonho
Desperte o medo
No século do pesadelo.
Acorda Brasília!
Ouça a voz que ecoa
No Planalto Central:
Ainda és sonho,
Esperança de vida!
Fonte: http://www.al.ms.gov.br

Foto: Divulgação
Prossegue hoje (19) o 3º Jogos Indígenas da Aldeia Panambizinho (Joinpa) que esse ano traz como tema “União dos Povos”.
A competição está em andamento na Escola Pai Chiquito, Aldeia Panambizinho. Ontem foi realizado o Concurso Garoto e Garoa 3ª Joinpa.
Dezenas de crianças e adolescentes participaram do concurso que foi prestigiado por grande parte da comunidade indígena da Aldeia.

Foto: Dvulgação

Foto: Divulgação
Fonte: Folha Online

Foto: Divulgação
O ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), entrou para a lista das cem pessoas mais influentes do mundo, publicada pela revista americana "Time" de 2013. Outro brasileiro incluído na lista é o chef Alex Atala.
Para revista, o presidente do Supremo "simboliza a promessa de um novo Brasil" comprometido com a diversidade cultural e com a igualdade.
Fonte: Jornal da Cidade
O Ministério da Cultura vai se empenhar para a instalação de um museu, na capital federal, destinado a registrar a história e o legado deixado pelos negros na formação da população brasileira. A compreensão é que a capital da República tem o dever de registrar a influência da cultura negra em um país que tem 53% de sua população composta de afrodescendentes.

Estreia no próximo sábado (20) o blog do jornalista André Ricardo, que terá por tema "Porque um bom diálogo não tem preço". Nas palavras do profissional, o espaço não será de jornalista, "nem voltado para esta categoria. É uma proposta de diálogo sobre algumas temáticas que têm marcado a minha e outras gerações. Será portanto uma página em construção".

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC/MPF) promove hoje, quinta-feira (18), em Brasília, a audiência pública "Cotas Raciais em Concursos Públicos".
De acordo com o órgão, o evento tem como objetivo ouvir o posicionamento da sociedade civil e, em especial, de instituições do poder público, acerca da adoção, pelo Estado brasileiro, de medidas que assegurem a igualdade de oportunidades no mercado de trabalho para a população afro-brasileira - conforme determina o art. 39, caput, da Lei nº 12.288/2010, que institui o Estatuto da Igualdade Racial.
Fonte: Seppir
Decreto publicado no Diário Oficial da União de hoje (17), convoca a 3ª CONAPIR para o período de 5 a 7 de novembro de 2013, em Brasília, com o tema Democracia e Desenvolvimento por um Brasil Afirmativo.
A Conapir será presidida pela ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir-PR), Luiza Bairros.
Aos Estados e ao Distrito Federal cabe a convocação das etapas estaduais e distrital da III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que ocorrerão até 30 de agosto de 2013 e poderão ser precedidas de conferências municipais ou regionais.
Fonte: Agência Senado

Foto: Divulgação
O Plenário do Senado aprovou, na terça-feira (16), projeto de resolução que devolve simbolicamente o mandato de senador ao líder comunista Luiz Carlos Prestes, falecido em 1990.
De autoria do senador Inácio Arruda, a proposição (PRS 4/2012) declara nula resolução da Mesa do Senado adotada em 9 de janeiro de 1948, que extinguiu o mandato do senador Luiz Carlos Prestes e de seu respectivo suplente, Abel Chermont.
Eleito senador em 1945 pelo Partido Comunista do Brasil com a maior votação proporcional da história política brasileira até então, Prestes teve seu mandato declarado extinto pela Mesa do Senado após o Superior Tribunal Eleitoral ter cancelado o registro do Partido Comunista do Brasil, em 1947.

Foto: Album de Família
A psicóloga e ativista dos direitos humanos, Jaci Curado, em atividade com crianças das comunidade quilombola Furnas dos Dionísios, situada a cerca de 40 Km de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Fonte: www.havanatimes.org

Roberto Zurbano. Foto: Divulgação
O editor cubano Roberto Zurbano foi destituído do cargo na editora Casa de las Americas após ter escrito um artigo crítico, publicado no dia 23/3 na seção de opinião do New York Times, sobre a persistente desigualdade racial na ilha – algo que revolucionários dizem, com orgulho, ter diminuído. Não está claro se ele deixará a editora ou continuará trabalhando em outro cargo.
Zurbano não quis comentar com o Times sobre sua situação na editora, mas criticou a mudança feita no título do artigo por editores do diário nova-iorquino – o que, segundo ele, distorceu o tema. Ele teria enviado o título “Para negros em Cuba, a revolução ainda não acabou”, mas saiu publicado “ainda não começou”. “Eles mudaram o título sem me consultar. Foi uma grande falta de ética e profissionalismo”. No artigo, Zurbano descreveu uma longa história de discriminação racial contra negros no país e disse que “a exclusão racial continuou depois que Cuba tornou-se independente em 1902 e, meio século depois da revolução, em 1959, não foi capaz de superar isso”.
Eileen Murphy, porta-voz do Times, afirmou que o editor participou da preparação do artigo. “Trabalhamos duro para garantir que as palavras fossem traduzidas de maneira apropriada e que refletissem precisamente o ponto de vista do autor”, alegou, em declaração. “Foram enviadas e corrigidas diversas versões do artigo e, no final, Zurbano e nosso contato com ele (que fala inglês fluentemente) aprovaram a versão final. Sabíamos que ele estava em uma situação delicada e ficamos tristes por ele ter sido demitido ou enfrentado alguma perseguição, mas mantemos nossa tradução e edição, que foram feitas inteiramente por meio de canais normais”.
Pesquisa aborda o cenário internacional e a perspectiva brasileira. Evento será realizado na segunda, 15/4, às 19h no bairro de Pinheiros
A democratização do acesso à Internet em redes de alta velocidade é tema de novo livro lançado pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. A obra, intitulada Caminhos para a universalização da Internet banda larga: experiências internacionais e desafios brasileiros, é o resultado de um ano de pesquisa e traz um mapeamento das principais estratégias governamentais adotadas em diversos países com o objetivo de ampliar a inclusão digital e assegurar a conexão do cidadão a esta nova fronteira da comunicação. Em São Paulo, um debate sobre o tema será realizado em conjunto com o lançamento do livro no próximo dia 15, segunda-feira, às 19h.
A publicação parte da premissa de que o acesso à Internet banda larga se tornou um imperativo social, cultural, econômico e um direito a ser reivindicado e garantido. Nesse sentido, o livro registra os caminhos pelos quais diversos países estão investindo tempo, planejamento e recursos, desenhando e executando suas estratégias de inserção na era digital.
Além dos dez capítulos produzidos por oito pesquisadores, a obra também apresenta um conjunto de doze entrevistas realizadas com especialistas e gestores trazendo um cardápio de opiniões sobre o tema. O livro conta com apoio do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) através de seu programa de editais para publicações.
Mais informações:
Intervozes – Fone: (011) 3877-0824
O Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) está promovendo a “No mundo de desigualdade, toda violação de direitos é violência”, que trata das lutas em defesa dos direitos humanos, contra as violações de direitos nas suas mais variadas formas (direitos da população LGBT, da população negra e da população em situação de rua).
Mais informações
www.semmovimentonaohaliberdade.com.br

Perfil - Sionei Ricardo Leão
Atualmente é assessor de imprensa na Câmara Legislativa do Distrito Federal Foi repórter de política do Jornal de Brasilia durante o escândalo da Caixa de Pandora e na cobertura da campanha eleitoral em 2010. Já atuou pelo Jornal do Brasil, Diário da Serra, Folha do Povo, Jornal Correio do Estado, O Progresso e Revista Raça Brasil. Foi assessor de imprensa no Ministério da Cultura, na Presidência da República (Seppir), na Câmara dos Deputados (Mesa Diretora/Suplência) e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Estudou jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Puccamp) e na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Especializou-se em comportamento político pela UFMS. Lecionou jornalismo na Faculdade Estácio de Sá, Universidade Católica Dom Bosco, no Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB) e Unieuro. É ativista de direitos humanos e igualdade racial, o que lhe valeu o Prêmio Palmares de Comunicação (Ministério da Cultura) pelo Documentário Kamba-Racê, que trata do tema igualdade racial e Forças Armadas, assunto que continua pesquisando. Foi militar do Exército do Brasil, em São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.
E-mail: sionei.leao@gmail.com
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