Itapetininga é conhecida como "Terra das Escolas" e "Atenas do Sul Paulista". Foi fundada em 1771. O nome significa "pedra achatada seca", através da junção dos termos itá ("pedra"), peb ("achatado") e tininga ("seco"). Está localizada na regiões sudoeste do Estado de São Paulo. Durante a Revolução de 1924, o município foi foco de resistência. Isso também ocorreu na revolta de 1932.

Igreja Matriz do município. Foto: Divulgação

Complexo escolar que reúne os Colégios Coronel Fernando Prestes e Julio Prestes.
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Fonte:Embaixada de Israel no Brasil
O laboratório israelense RedHill Biopharma está desenvolvendo uma pílula para combater náuseas e vômitos provocados pelo tratamento de quimioterapia. O composto, por ora chamado RHB-102, deverá ser ministrado diariamente e foi comprado da americana SCOLR Pharma, que iniciou o desenvolvimento do medicamento.
Voluntários ajudarão no teste de desempenho da nova droga, que ocorrerá em colaboração com o instituto de pesquisa canadense Algorithme Pharma. Os testes serão feitos para atender às exigências tanto da americana Food & Drug Administration e da canadense Canada Health.
Mais informações:
info@brasilia.mfa.gov.il - http://brasilia.mfa.gov.il
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A blogueira Yoani Sánchez anunciou nesta sexta-feira, pelo Twitter, que Havana lhe negou pela 19ª vez a autorização para deixar o país. A cubana já tinha recebido o visto brasileiro e esperava visitar o Brasil para participar do lançamento de um documentário sobre liberdade de imprensa em que é entrevistada.

Imagem do site: http://repeatingislands.com
“Não há surpresas. Voltaram a me negar a permissão de saída. É a 19ª vez que violam meu direito de entrar e sair de meu país”, escreveu Yoani no Twitter.
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Por Julio Capilé*

Foto: Divulgação
Um dos sentimentos mais perniciosos que a pessoa possa ter é o medo. É uma vibração atávica do tempo das cavernas pelo instinto de ataque e defesa. Com a civilização, com a evolução espiritual em que estamos, ter medo é, até certo ponto, incompreensível. Mas a maioria da humanidade tem esse atavismo presente. E é prejudicial, pois com o medo desaparece o raciocínio lógico.
As pessoas em variadas ocasiões são prejudicadas por serem acometidas do medo. No Evangelho de Mateus encontramos a admoestação ao servidor que recebera um talento e que o enterrara por medo do patrão (Mateus, 25:25.). Por ter medo deixou de servir bem ao seu senhor. Tendo o Mestre deixado nesta parábola o ensinamento de que o medo não deve fazer parte do cristão, nossa obrigação como Seus seguidores é extirparmos de nosso íntimo esse sentimento.
O timorato tem medo principalmente do futuro. E o futuro começa um segundo depois do presente. Então vive com medo. Não faz amizades “do peito”, não se entrega, não dá oportunidade a si próprio para desenvolver uma amizade duradoura e feliz. Está sempre desconfiado. Por vezes não desenvolve um trabalho, como na parábola não usa os dons (talentos) que tem. Passa a vida se esquivando de assumir responsabilidades e termina a encarnação com o talento enterrado. Não o devolve com lucro ao Patrão, o Senhor da Vida. Lógico que uma encarnação assim, é perdida: veio para ser um empreendedor e não realiza a tarefa programada.
O medo, além do atavismo, pode ser impresso pelos pais no período da primeira infância. Se os pais ou um deles têm medo de coisas simples como baratas e em várias ocasiões faz um estardalhaço na presença daquele ser que a ninguém ataca, é lógico que a criança guarda a aversão e passa a ter medo de todos os insetos . Todas as abusões que expuserem ao menor, este registra para sempre e, com a imaginação fértil de infância, cria novos receios: medo do escuro, medo da solidão, medo de tudo.
Uns têm medo de desapontar os outro, outros têm medo de sofrer e mesmo na alegria fica de “pé atrás” desconfiado de tudo. Alguns têm medo da incompreensão alheia. Outros têm medo da dor. Quando vivo têm medo da morte e na erraticidade têm medo da vida. Dessa forma a evolução é muito lenta.
No entanto, a pessoa que tem fé, essa força poderosa que se pode desenvolver tendo a certeza absoluta de que é filha de Deus e fé em si própria, pode realizar grandes feitos, forma em torno de si um ambiente sadio e alegre criando a oportunidade de auxiliar muita gente. Em assim vivendo, seremos o servidor que o Senhor aprova e abençoa.
*Médico em Brasília
julio.capile@apis.com.br
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Fonte: Racismo Ambiental
Ameaça do fazendeiro ao Vereador Vanderlei Dias, de Pedro Leopoldo (MG): “Eu vou matar um bocado de vocês que pisar [sic] lá dentro”. “Eu tenho quatro homicídios nas costas, vai ser o quinto, o sexto, o sétimo….”. “Eu vou fazer uma tragédia, não demora, não tá longe”.
A história tem a ver com quilombo do Pimentel, que resiste há mais de cento e vinte anos na cidade de Pedro Leopoldo.
No início da República Velha estima-se que a população chegasse a cerca de três mil negros. Assim como várias comunidades quilombolas no Brasil, o quilombo Pimentel tem precária estrutura.
É de pequenas lavouras que vem o principal sustento das 13 famílias que ali resistem. A cultura quilombola é ainda o principal elemento de identidade das 50 pessoas que vivem no Quilombo Pimentel.
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Fonte: Portal da Prefeitura de Embu das Artes
A Prefeitura de Embu das Artes, em parceria com a UNIFESP, realizou a primeira aula do curso de “Saúde da População Negra no Estado de São Paulo”, primeiro curso oficial sobre o tema no Estado. A aula magna foi conduzida por Luis Eduardo Batista, pesquisador do Instituto de Saúde da Secretaria Estadual de Saúde e que foi, durante 4 anos, coordenador de saúde do Comitê de Saúde da População Negra do Estado de São Paulo.
A apresentação foi de Marisa Araujo Silva, coordenadora do Centro de Referência da Mulher de Embu das Artes. Segundo ela, essa aula foi uma introdução ao curso de extensão “Saúde da população Negra”, que a Prefeitura está propondo para a Unifesp. O curso de 60 horas terá um primeiro módulo sobre a história da África e da diáspora africana e um segundo módulo sobre a metodologia de pesquisa nesse campo. “Curso esse que será embasamento para um futuro curso de especialização.” – disse ela.
Mais informações:
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Se alguém aprende teologia antes de aprender a ser humano, jamais chegará a ser humano

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Fonte: Terra e Fundação Cultural Palmares

Tela do pintor Zumba que faz parte de exposição no Museu Palácio Floriano Peixoto (Mupa), em Maceió, a partir de hoje (2) em referência à "Quebra de Xangô"
Cem anos após um dos piores massacres contra religiões africanas, o governo de Alagoas pediu perdão aos representantes de terreiros destruídos em uma ação policial, que incluiu espancamentos a pais e mães de santo.
Em 1 de fevereiro de 1912, tropas policiais lideradas por Clodoaldo da Fonseca - primo do então presidente da República, o marechal Hermes da Fonseca -, integraram a Liga dos Republicanos Combatentes, destruíram e queimaram terreiros e espancaram pais e mães de santos no episódio conhecido como "Quebra de Xangô". O objetivo era derrubar o governador alagoano Euclides Malta, que estava há doze anos no poder.
Pais de santo foram acusados de bruxaria. E a oposição ao governo de Euclides Malta fazia uma ligação dele com os líderes afro - era uma forma de desestabilizar o governo, que acabou caindo meses depois.
"A sociedade alagoana ficou partida, chocada com este episódio. Hoje, em nome de todo o povo alagoano, vim aqui pedir perdão a todos os povos afro, de todas as matizes, por uma tragédia que até hoje deixou marcas na história de Alagoas e para que sirva de exemplo para que não tenhamos episódios como este no futuro", afirmou o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB).
Na solenidade, religiosos se deitaram no chão, simulando o gesto dos pais e mães de santo na época: pisados e chutados pelas botinas da Liga Republicana.
O "Quebra de Xangô" está fora da maioria dos livros de história em Alagoas. E, em 100 anos, a violência continua. Alagoas lidera, no Brasil, os índices de homicídio e analfabetismo contra os negros, segundo o Ministério da Justiça. Pesquisas demonstram que as possibilidades de um afrodescendente ser vítima de violência em Alagoas são maiores que em qualquer lugar do País.
Mais informações:
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Fonte: Diário de São Paulo
O número de queixas sobre discriminação por raça, cor, etnia e procedência nacional na Delegacia de Crimes Raciais e de Intolerância (Decradi), de São Paulo (SP) aumentou 46,8% de 2010 para 2011.
Em 2010, a delegacia especializada registrou 32 casos de discriminação por cor ou origem, enquanto que no ano passado foram computadas 47 queixas nesse sentido.
A delegacia detectou no crime de injúria ( que ofende verbal, por escrito ou até fisicamente a honra e a dignidade de alguém) o maior número de instauração de inquéritos policial em 2010. A maioria se tratava de ofensas relacionadas a raça e etnia (46 %).
O número de casos de discriminação racial em São Paulo é bem maior do que esse recorte da delegacia especializada. Qualquer distrito policial também pode registrar casos dessa natureza.
De acordo com o Relatório do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (LAESER) - 2009/2010, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as ações por supostos crimes de racismo em tribunais de segunda instância brasileiros geralmente têm o réu como vencedor das causas. No período 2007-2008, 66,9% das ações foram vencidas pelos réus, 29,7%, pelas vítimas e 3,4% eram em branco.
Mais informações:
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Vídeo produzido pelo Canal por assinatura History Channel. Assista a partir do Youtube:
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A Federação de Umbanda e Candomblé do Distrito Federal promove hoje, quinta-feira (2) o evento Odoiá, Dia de Iemanjá, às 20 horas, na Praça dos Orixás (Prainha), no Lago Sul, em Brasília.
Haverá apresentação do vídeo da Festa de Iemanjá 2011 e lançamento do tema da Festa de Iemanjá 2012 (Meio Ambiente - Essência dos Terreiros).
Mais informações:
laisofelix@gmail.com
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Fonte: Revista Veja
"Vá à essência do problema", "nunca deixe de aprender", divirta-se!"

Foto: Divulgação
Frases do matemático e engenheiro elétrico americano Salman Khan. Ele se tornou um fenômeno do ensino virtual. Até o fim de janeiro, cerca de 4 milhões de alunos tinham assistido 115 milhões de lições, no site que ele tem na internet: www.khanacademy.org
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Por Marcelo Coelho*
O primeiro passo para a degradação do ser humano é reduzi-lo a um mero ser, sem papéis, sem língua
O Brasil já pertence ao grupo dos países mais desenvolvidos do mundo. Se havia dúvidas, eis a prova: o governo limitou a entrada de haitianos no país.
Sei que a questão não é fácil de resolver. Nas condições atuais, nenhum país poderia absorver de uma hora para outra um contingente enorme de pessoas sem destino.
Mas também sei que, em outros tempos, a história era diferente. Mais de 2 milhões de italianos aportaram nos Estados Unidos entre 1900 e 1910.
Na cidade de Nova York, em 1914, estima-se que o número de judeus fosse de 1,5 milhão. Quatro anos depois, segundo os dados do censo, a cidade toda tinha 4,8 milhões.
O passado brasileiro não foi diferente. Pode-se argumentar que os japoneses, alemães e italianos que chegaram aqui tinham sido, em boa maioria, arregimentados em planos de colonização.
Não se tratava de refugiados ou de pessoas sem eira nem beira, chegando num país mais por questão de sobrevivência do que por qualquer projeto de trabalho. Não eram negros, tampouco. Mais uma razão, a meu ver, para que os relativamente poucos haitianos sejam acolhidos no Brasil. Ia dizer "acolhidos sem restrições", mas isso é pouco. Significa apenas deixá-los entrar, para que continuem ao deus-dará.
Claro que uma população jogada na marginalidade e na mendicância não vai ser motivo de festa para quem a vir chegar. Mas esses casos seguem um roteiro conhecido.
O primeiro passo para a degradação definitiva do ser humano é reduzi-lo a isso: um mero ser, sem papéis, sem língua, sem mais que a roupa do corpo.
Antes que a sua aniquilação física seja vista como "natural", "inevitável" e mesmo "desejável" (afinal, quem tem paciência para conviver com uma escória animalizada?), é preciso ocorrer a sua aniquilação civil.
É a invenção moderna do "apátrida", sobre a qual escreveu Hannah Arendt, pensando na morte dos milhões de judeus sob o nazismo.
Destituídos de sua cidadania, os judeus da Alemanha entraram inicialmente num limbo legal. O processo continuou até que, destituídos de suas próprias roupas e de seus próprios nomes (substituídos nos campos de extermínio por um simples número tatuado), já não eram nada mais que corpos, cadáveres vivos, para os quais a única "solução" era acabar de vez com eles.
Numa tradução muito descuidada, saiu há alguns anos no Brasil o livro "Depois de Auschwitz", escrito pelo filósofo espanhol Antonio Reyes Mate (editora Nova Harmonia).
Ele cita uma frase memorável de um ministro da Justiça de seu país sobre os estrangeiros ilegais: "Para o Estado, o imigrante sem papéis não existe". Como não existe, sua morte -em última análise- não fará a menor diferença.
Reyes Mate traça um panorama do pensamento de vários filósofos (Lévinas, Benjamin, Foucault, Agamben) a respeito das raízes político-intelectuais do genocídio nazista, apontando para a silenciosa presença de alguns de seus pressupostos no mundo contemporâneo.
Para o francês Emmanuel Lévinas, por exemplo, o culto hitleriano da "raça" e da "terra natal" foi a consequência de teorias que, ao longo do século 19, foram construindo uma visão puramente biológica do ser humano.
Na medida em que a liberdade do homem deixa de ser levada em consideração e se dá mais peso às determinações do meio ambiente ou da genética, o que existe de único em cada indivíduo perde valor.
Pulo alguns passos na exposição de Reyes Mate e destaco outro ponto. Os direitos "do homem e do cidadão", segundo a célebre fórmula da Revolução Francesa, pressupõem (de modo algo mágico e arbitrário) que o tal cidadão tenha nascido no território nacional... Terra e sangue, no fundo, decidem sobre quem tem direitos e quem não tem.
Exagero? Um exemplo dos dias de hoje. Por que só netos de italianos teriam direito à cidadania italiana? Mesmo sem distinguir um rondelli de um mascarpone, o brasileiro pode ganhar seus papéis se provar "una vera" herança genética... Para mim, estamos nas raias do racismo com isso.
Sorte que, enquanto as autoridades brasileiras controlam a entrada de haitianos, eles fazem sucesso (segundo a Folha deste domingo) com as mulheres nacionais. São considerados elegantes, cheirosos, bonitos e, ainda por cima, falam francês.
Nossas elites não são mais o que eram. Há algum tempo, só o fato de falar francês garantiria cidadania plena por aqui.
*Articulista da Folha de São Paulo
coelhofsp@uol.com.br
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A Universidade de Brasília abriu inscrições para a seleção de professor substituto/visitante na área de turismo, com carga horária de 40h e remuneração de R$ 4.300,00. As inscrições poderão ser realizadas até 10 de fevereiro. Estão sendo oferecidas duas vagas.
Mais informações:
Fone: 3107-5955
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Por Emir Sader*
Não há região do mundo mais vítima da naturalização da miséria do que a África. Na concepção eurocêntrica, bastaria cruzar o Mediterraneo para se ir da “civilização” à “barbárie”. Como se a África não tivesse história, como se seus problemas fossem naturais e não tivessem sido resultado do colonialismo, da escravidão e do neocolonialismo.
Continente mais pobre, mais marcado por conflitos que aparecem como conflitos étnicos, região que mais exporta mão de obra – a África tem todas as características para sofrer a pecha de continente marcado pelo destino para a miséria, o sofrimento, o abandono.
Depois de séculos de despojo colonial e de escravidão, os países africanos acederam à independência política na metade do século passado, no bojo da decadência definitiva das potências coloniais europeias. Alguns países conseguiram gerar lideranças políticas nacionais, construir Estados com projetos próprios, estabelecer certos níveis de desenvolvimento econômico, no marco do mundo bipolar do segundo pós-guerra.
Mas essas circunstâncias terminaram e o neocolonialismo voltou a se abater sobre o continente africano, vítima de novo da pilhagem das potências capitalistas. A globalização neoliberal voltou a reduzir o continente ao que tinha sido secularmente: fornecedor de matérias primas para as potências centrais, com a única novidade que agora a China também participa desse processo.
Mas o continente, que nunca foi ressarcido pelo colonialismo e pela escravidão, paga o preço desses fenômenos e essa é a raiz essencial dos seus problemas. Mesmo enfrentamentos sangrentos, atribuídos a conflitos étnicos, como entre os tutsis e os hutus, se revelaram na verdade expressão dos conflitos de multinacionais francesas e belgas, com envolvimento dos próprios governos desses países.
Hoje a África está reduzida a isso no marco do capitalismo global. Salvo alguns países como a Africa do Sul, por seu desenvolvimento industrial diferenciado e alguns países que possuem matérias primas ou recursos energéticos estratégicos, tem um papel secundário e complementar, sem nenhuma capacidade de assumir estratégias próprias de desenvolvimento e de superação dos seus problemas sociais.
A globalização neoliberal acentuou a concentração de poder e de renda no centro em detrimento da periferia. Os países emergentes – em particulares latino-americano e alguns asiáticos – conseguiram romper essa tendência, mas não os africanos, porque não conseguiram eleger governos que rompessem com a lógica neoliberal predominante.
O novo ciclo da crise capitalista e a primavera no mundo árabe podem trazer novidades que permitam a países africanos somar-se aos governos progressistas da América Latina.
*Emir Sader é cientista político
Fonte: Carta Maior
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O drama social "Histórias Cruzadas", filme que concorre a três oscaras, foi ambientado na cidade de Jackson, no Mississipi, durante os anos 1960, o filme Histórias Cruzadas traz Skeeter (Emma Stone), uma garota que retorna da universidade determinada a se tornar escritora e resolve entrevistar mulheres negras que dedicaram a vida trabalhando para as famílias sulistas, sofrendo maus tratos e assédio moral.
Assista ao trailer a partir do Youtube:
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O Ministério dos Esportes está empenhado e preocupado com a necessidade de propiciar o estudo da Língua Inglesa a jovens do Distrito Federal e das cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo, em 2014. No entender da pasta, esse é um desafio ao Brasil.
Em outras nações, como ocorreu na África do Sul, onde foi realizada a última versão do evento da Fifa, o idioma não foi uma barreira, situação diferente da brasileira. A intenção do Ministério é celebrar convênios com estados e municípios a fim de oferecer bolsas de estudo para que as sedes da Copa contem com um número razoável de poliglotas.
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Por José Carlos Barroso
Fonte: http://zecabarroso.blogspot.com

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Fonte: Funai

Foto: Divulgação
O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou, na última quarta-feira, dia 25 de janeiro, o Ofício e os Modos de Fazer as Bonecas Karajá como Patrimônio Cultural do Brasil. A proposta foi apresentada ao Iphan pelas lideranças indígenas das aldeias Buridina e Bdè-Burè, localizadas em Aruanã, Goiás - GO, e das aldeias Santa Isabel do Morro, Watau e Werebia, localizadas na Ilha do Bananal, Tocantins - TO, com anuência de membros das aldeias Buridina, Bdè-Burè e Santa Isabel do Morro.
Mais informações:
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Após quase cinco horas de disputa acirrada, o bloco Pacotão escolheu a marcinha para o tema do carnaval deste ano. A vencedora foi Lavanderia Ficha Limpa, do compositor Paulão de Varadero e Jamelão Joe (Brother).
O concurso ocorreu no último fim de semana (sábado 28), no Setor de Diversões Sul (Conic).
Abaixo a letra da marchinha escolhida
Viva o Brasil
Viva a democracia
Viva o Carnaval do Pacotão!
Dilma Agnelo e José Serra na orgia
Abaixo a corrupção (BIS)
O Nosso bloco sai na contramão
Contra a One Gê do Cabo João
Dilma Roussef chega de sarongui
E Tribunal levando a mão com mensalão
Esculhambô geral
Esculhambô geral
Tem lavanderia no Tribunal (BIS)
Mais informações:
pacotaofolia@gmail.com
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Fonte: Brasil 247

Foto: Divulgação
O governo de Geraldo Alckmin (São Paulo) foi condenado sob a acusação de disseminar o medo e a discriminação racial dentro de sala de aula. A decisão é do Tribunal de Justiça que deu uma “dura” no poder público e condenou o Estado a pagar indenização de R$ 54 mil a uma família negra.
Uma professora da 2ª série do ensino fundamental, de uma escola estadual pública, distribuiu material pedagógico tido como discriminatório em relação aos negros.
Por conta de um trecho que retrata uma “Família Colorida”, no qual o preto é responsável por roubos e é quase espancado pelas outras cores.
Segundo a 7ª Câmara de Direito Público, “no caso levado ao Judiciário, o Estado paulista afrontou o princípio constitucional de repúdio ao racismo, de eliminação da discriminação racial, além de malferir os princípios constitucionais da igualdade e da dignidade da pessoa humana”.
O fato é que o Poder Judiciário e a própria burguesia se usufrui deste mecanismo de repressão a obras de arte e intelectuais tidas como racistas para de um lado afirmar que está combatendo racismo, e por outro passar a falsa impressão que na realidade já não há tanto racismo.
No entanto, o racismo do Governo Alckmin está na repressão e chacina na comunidade do Pinheirinho, prisão e perseguição de camelôs, ocupação da PM na USP e a repressão generalizada nas comunidades negras e pobres de São Paulo. Esse é o racismo que a justiça e burguesia não querem enfrentar.
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Fonte: Jornal do Comércio
O cinema brasileiro perdeu ontem, em João Pessoa, na Paraíba, um dos precursores do movimento Cinema Novo: Linduarte Noronha, cineasta pernambucano, nascido em Ferreiros – mas paraibano por adoção. Seu nome entrou nos anais da história do cinema nacional graças a realização de Aruanda (1960), um curta-metragem documental filmado em preto e branco, que apontou caminhos estéticos para a geração cinemanovista. Linduarte ficou internado numa UTI durante uma semana devido a problemas com uma pneumonia. Ele tinha 81 anos e morreu depois de uma parada cardíaca.
O documentário retratou a vida de descendentes de escravos que fundaram um quilombo, tendo como economia complementar o fabrico de utensílios de barro, "artesanalmente". E este levando para Santa Luzia PB a 26 km, de sua localidade. Em 2004, a comunidade foi reconhecida pela Fundação Cultural Palmares, organismo vinculado ao Ministério da Cultura.
Sob a causticante luz do sertão nordestino, com os olhos ansiosos para mostrar um torrão esquecido de um mundo de barro, o cineasta e o cinegrafista Rucker Vieira tomaram emprestado uma câmera, sem filtros ou qualquer outro acessório, e captaram algo até então nunca visto no cinema brasileiro. Ao contrário de flagrar a realidade bruta, a dupla reconstituiu o cotidiano de um família, que enfrentava a carência e a dureza da região.
Até hoje, críticos e historiadores ainda estudam o impacto da luz crua e superexposta que a dupla captou para mostrar a realidade da região e que se tornaria quase uma marca registrada do Cinema Novo, inclusive em Deus e o diabo na terra do sol (1963), de Glauber Rocha.
Assista, a partir do Youtube, um trecho do documentário Aruanda:
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Fonte: G1

A Deusa do Ébano, Edjane dos Santos. Foto: Divulgação
No último sábado (28), o bloco afro Ilê Aiyê realizou a 33ª Noite da Beleza Negra, no bairro da Liberdade em Salvador (BA). A escolhida foi a administradora de empresas Edjane dos Santos Nascimento, de 27 anos, que será a "Deusa do Ébano" do bloco-afro.
A vencedora do concurso superou onze mulheres durante o evento realizado no Centro Cultural Senzala do Barro Preto, no bairro do Curuzu. No concurso, são analisados os trançados dos cabelos, as vestimentas e, especialmente, a graça e a desenvoltura das candidatas nas danças afro-baianas. Com a festa, o Ilê Aiyê tem o objetivo não só de premiar a beleza, como fortalecer a identidade e a consciência entre as mulheres negras baianas.
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Fonte: Coluna Axé / Tribuna Independente
Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) deu o ponta-pé inicial para as celebração do Centenário do Quebra de Xangô nos dias 01 e 02 de fevereiro, com a abertura do projeto “Xangô Rezado Alto”,
O Quebra de Xangô, ocorrido em 1912, foi um dos episódios no Estado de Alagoas, onde uma milícia armada denominada Liga dos Republicanos Combatentes destruiu terreiros e perseguiu várias pessoas adeptas de religiões de matriz africana.
De acordo com a Universidade Estadual de Alagoas, a ideia surgiu de uma série de fatos e ações desenvolvidas por seguidores, populares, estudiosos e admiradores da cultura afro em Alagoas, como professores universitários.
Mais informações:
www.xangorezadoalto.blogspot.com
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O Conselho de Direito de Defesa dos Negros e Negras do Distrito Federal (CDDNN) promove amanhã (1º), às 18 horas, no 13º andar, no anexo do Palácio do Buriti a reunião Pró Fórum da Juventude Negra do Distrito Federal. De acordo com a entidade foram convidadas várias organizações do Movimento Social, Cultural e Religioso do DF
Mais informações:
Fone 3425-4703
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Perfil - Sionei Ricardo Leão
Atualmente é assessor de imprensa na Câmara Legislativa do Distrito Federal Foi repórter de política do Jornal de Brasilia durante o escândalo da Caixa de Pandora e na cobertura da campanha eleitoral em 2010. Já atuou pelo Jornal do Brasil, Diário da Serra, Folha do Povo, Jornal Correio do Estado, O Progresso e Revista Raça Brasil. Foi assessor de imprensa no Ministério da Cultura, na Presidência da República (Seppir), na Câmara dos Deputados (Mesa Diretora/Suplência) e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Estudou jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Puccamp) e na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Especializou-se em comportamento político pela UFMS. Lecionou jornalismo na Faculdade Estácio de Sá, Universidade Católica Dom Bosco, no Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB) e Unieuro. É ativista de direitos humanos e igualdade racial, o que lhe valeu o Prêmio Palmares de Comunicação (Ministério da Cultura) pelo Documentário Kamba-Racê, que trata do tema igualdade racial e Forças Armadas, assunto que continua pesquisando. Foi militar do Exército do Brasil, em São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.
E-mail: sionei.leao@gmail.com
Histórico