JBr. http://www.jornaldebrasilia.com.br De Brasília, e ponto. Fri, 15 Dec 2017 00:43:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.4.5 Aumenta ocupação de jovens entre 18 a 24 anos, diz Ipea http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/aumenta-ocupacao-de-jovens-entre-18-a-24-anos-diz-ipea/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/aumenta-ocupacao-de-jovens-entre-18-a-24-anos-diz-ipea/#respond Fri, 15 Dec 2017 00:41:01 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074315 Saiba mais em Jornal de Brasília

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A ocupação de jovens entre 18 a 24 anos aumentou 3,1% no terceiro trimestre desse ano, na comparação com o mesmo período de 2016. O resultado é o segundo melhor entre as faixas de idade, atrás apenas, do grupo dos com mais de 60 anos, que teve alta de 9,1%. Os dados constam de estudo sobre o mercado de trabalho lançado hoje (14), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O levantamento utiliza os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. Com base nestes microdados, o Ipea analisa a dinâmica recente do mercado de trabalho brasileiro. O instituto chamou atenção que, apesar desse aumento no terceiro trimestre, a taxa de desocupação dos jovens entre 18 a 24 anos continua sendo a mais elevada.

O órgão apontou que a redução da taxa de desemprego, que ocorreu de forma generalizada entre as faixas etárias, poderia ter sido mais expressiva, não fosse o aumento da população economicamente ativa (PEA), que, entre os jovens, apresentou variação interanual de 4,3% no terceiro trimestre. A PEA inclui informação das pessoas ocupadas no mercado de trabalho e das que estão desocupadas, mas interessadas em encontrar emprego.

Ritmo lento

Para a pesquisadora do Ipea Maria Andréia Lameiras, uma das autoras do estudo, a informação de que mais gente encontrou ocupação é boa, mas a taxa de desocupação ainda diminui em ritmo lento. “Tem mais gente ocupada, o que é uma boa notícia. Mas, como muita gente que não estava procurando emprego passou a procurar, isso tem impedido que a taxa de desocupação caia mais rapidamente”, disse.

A melhora do mercado de trabalho, por parte da população, é o que tem provocado o aumento da PEA e isso faz com que mais pessoas voltem a procurar trabalho. “As pessoas têm a sensação de que as oportunidades estão melhores, de que há vagas. As que antes não procuravam, por achar que não conseguiriam uma oportunidade, começaram a voltar à ativa”, falou.

De acordo com o Ipea, os dados do terceiro trimestre de 2017 mostram que 23% dos jovens que estavam desempregados conseguiram uma nova colocação. Nas outras categorias a taxa ficou em 35% para a faixa entre 25 e 39 anos, 33% entre 40 a 59 anos e 28% para os mais de 60 anos. Segundo o Ipea, 8% dos jovens que iniciaram o terceiro trimestre ocupados tornaram-se desempregados, um patamar bem acima do registrado pelos demais segmentos.

Remunerações e expansão

O Ipea destacou também como resultado positivo para os mais jovens o nível das remunerações. O órgão apontou que as estatísticas da Pnad Contínua indicam “uma melhora relativa dos salários recebidos pelos ocupados com idade entre 18 e 24 anos”. A variação ficou em 1,4% no terceiro trimestre do ano, enquanto no período imediatamente anterior tinha havido queda de 0,6%. No entanto, a faixa entre 40 e 59 anos foi a que registrou maior expansão salarial (2,2%) nos meses de julho a setembro.

Ainda conforme o estudo, o grau de instrução teve uma melhora espalhada na ocupação de todos os grupos, apesar de que é mais significativa entre os de nível superior, que registrou elevação de 7,8%, em relação ao terceiro trimestre de 2016.

A avaliação apontou também que o aquecimento do mercado informal, que cresceu 6,9% no terceiro trimestre, provocou, na maior parte, a retomada do dinamismo do mercado de trabalho, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já os chamados “trabalhos por conta própria”, aumentaram 4,8%.

Entre os setores da economia, o estudo indica que em 2017 há desempenho positivo da ocupação em comércio, serviços e indústria. Para 2018 ,as expectativas apontam “uma continuidade da expansão da ocupação e dos rendimentos, possibilitada pela aceleração do ritmo de crescimento da atividade econômica”.

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Pré-réveillon da Bamboa Brasil promete agitar a cidade com o grupo Chicabana http://www.jornaldebrasilia.com.br/clica-brasilia/pre-reveillon-da-bamboa-brasil-promete-agitar-a-cidade-com-o-grupo-chicabana/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/clica-brasilia/pre-reveillon-da-bamboa-brasil-promete-agitar-a-cidade-com-o-grupo-chicabana/#respond Fri, 15 Dec 2017 00:02:14 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074270 Saiba mais em Jornal de Brasília

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O Pré-réveillon da Bamboa Brasil (Setor Hípico Sul) acontece no dia 15 de dezembro (sexta-feira), e promete agitar a pista de dança da casa até o dia amanhecer. A festa começa a partir das 22h, e o grupo Chicabana garante todo o molejo do axé. O sertanejo fica por conta da dupla brasiliense Wilian & Marlon, que já é sensação na noite da cidade. A música eletrônica também tem vez na boate, e o DJ Gusttavo Carvalho coloca a galera para dançar com os últimos sucessos mundiais nos intervalos dos shows.

Os ingressos custam 40 reais (frente palco) e 70 reais (camarote). As entradas podem ser adquiridas nas lojas físicas da Bilheteria Digital ou na bilheteria da Bamboa Brasil. Quem preferir pode comprá-las pelo site www.bilheteriadigital.com .

Segue o Baile com Wilian & Marlon

Os cantores Wilian e Marlon são uma dupla reconhecida não só no Distrito Federal, mas também na Bahia e em Minas Gerais. Eles trazem um pouco do suingue baiano para o sertanejo, uma união que coloca todo mundo pra dançar na Bamboa Brasil. Os artistas somam mais de dois milhões de visualizações no Youtube, e trazem alguns de seus hits como, Mil vezes pior, E era eu para a noite da cidade.

Recentemente, os músicos lançaram o novo hit Segue o baile, que traz a batida envolvente do reggaeton junto com o sertanejo. A canção já passou de um milhão de visualizações no Youtube. Músicas do início da carreira também estarão presentes no repertório do show, entre elas estão, Quando eu te pegar, Fica aí então e Largou o namorado.

A eletrônica do DJ Gusttavo Carvalho

Para os amantes da música eletrônica, o DJ Gusttavo Carvalho trará o melhor do EDM. Com dez anos de bagagem no estilo musical, ele promete agitar a pista com seu low bpm e house. Ao longo de sua carreira, ele já fez parcerias de sucesso. Tocou com ícones da cena eletrônica mundial como Tocadisco, Fat Boy Slim, Abel Ramos, Steve Angelo e Keemo. O DJ é reconhecido e amado pelos brasilienses que curtem eletronic dance music.

SERVIÇO

Dia: sexta, 15 de dezembro de 2017.

Horário: a partir das 22h.

Local: Bamboa Brasil (Setor Hípico Sul).

Informações: (61) 3334-4450

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos.

INGRESSOS

Frente palco — 40 reais.

Camarote — 70 reais.

*Aniversariantes do dia 15 de dezembro têm direito a entrada franca, mais um vale drink. Basta enviar um e-mail com dados pessoais (nome, RG e data de nascimento) para sexta@bamboabrasil.com.br. Para esse dia, acompanhantes terão de adquirir seu ingresso.

*VALORES REFERENTES À MEIA-ENTRADA E SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO.

PONTOS DE VENDAS

Lojas físicas da Bilheteria Digital

Bilheteria da Bamboa Brasil

Vendas Online: www.bilheteriadigital.com

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Turma do Pagode lança novo álbum na Bamboa Brasil http://www.jornaldebrasilia.com.br/clica-brasilia/turma-do-pagode-lanca-novo-album-na-bamboa-brasil/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/clica-brasilia/turma-do-pagode-lanca-novo-album-na-bamboa-brasil/#respond Thu, 14 Dec 2017 23:59:49 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074255 Saiba mais em Jornal de Brasília

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Com 16 anos de carreira e com o décimo álbum recém-lançado, a Turma do Pagode volta a Bamboa Brasil (Setor Hípico Sul) para celebrar o sucesso do grupo. Os pagodeiros se apresentam no domingo (17), a partir das 20h. A banda apresenta o repertório do novo CD, intitulado Misturadin, que mistura faixas inéditas com sambas e pagodes que fizeram sucesso nos anos 90 e 2000. O show conta ainda com participação dos grupos Coisa Nossa, Mistura Perfeita, Di Proposito, Na Gandaia e Se Joga. A música eletrônica fica por conta do DJ Gusttavo Carvalho.

O grupo de São Paulo é um dos principais nomes do pagode já há algum tempo. Donos de antigos sucessos como Lancinho, Camisa 10 e A gente tem tudo a ver, canções que juntas já somam mais de 125 milhões de visualizações no Youtube, os músicos não param de lançar hits. No início de 2016, os músicos lançaram Deixa em off, que foi sucesso em todo o Brasil, e alcançou mais de 70 milhões de views. No segundo semestre deste ano, foi lançado o single Cobertor de orelha, carro chefe do novo álbum, sendo visualizada mais de 30 milhões de vezes.

Misturadin

Canções inéditas e grandes sucessos, o contemporâneo e o clássico, essa é a fórmula do novo trabalho da Turma do Pagode. O álbum traz 17 faixas, sendo nove inéditas e oito clássicos do samba e pagode dos anos 1990 e 2000, que influenciaram o Turma do Pagode. “A princípio, a ideia era fazer um EP, mas quando começamos a selecionar o repertório encontramos muito material bom”, conta Marcelinho TDP, que toca cavaquinho no grupo.

Marcelinho ainda afirma que a essência do disco está toda no nome do novo projeto. “Misturadin reflete esse conceito. O álbum traz o pagode que crescemos ouvindo, principalmente da década de 1990 e início dos anos 2000. O conceito é misturar o antigo com o novo”, completou TDP.

O CD foi gravado ao vivo, no estúdio NaCena em São Paulo. O décimo trabalho dos artistas traz, ainda, participações de peso, como Péricles, Chrigor, Dodô (Pixote), Reinaldo, O Príncipe do Pagode, Netinho de Paula, Leandro Lehart e Márcio do Art Popular e Belo. A turma define o disco como contagiante, e afirma que a junção do que foi sucesso e o que está em alta hoje em dia deu muito certo. A apresentação na Bamboa promete ser inesquecível, passeando pelo passado e pelo presente do samba e pagode.

SERVIÇO

Dia: 17 de dezembro de 2017.

Horário: DOMINGO, a partir das 20h.

Local: Bamboa Brasil (Setor Hípico Sul).

Informações: (61) 3334-4450.

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos.

INGRESSOS

Frente palco: 40 reais (unissex).

Camarote: 70 reais (unissex).

*VALORES REFERENTES À MEIA-ENTRADA E SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO.

PONTOS DE VENDAS

Bilheteria da Bamboa: diariamente, das 10h às 19h.

Bilheteria Digital

Vendas on-line: www.bilheteriadigital.com.br.

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Carga de sabão em pó avaliada em R$ 117 mil é recuperada próximo ao Gama http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/carga-de-sabao-em-po-avaliada-em-r-117-mil-e-recuperada-proximo-ao-gama/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/carga-de-sabao-em-po-avaliada-em-r-117-mil-e-recuperada-proximo-ao-gama/#respond Thu, 14 Dec 2017 23:18:26 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074183 Saiba mais em Jornal de Brasília

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Uma carga de sabão em pó avaliada em R$ 117 mil foi recuperada pela Polícia Militar do DF nesta quinta-feira (14) próximo ao Engenho das Lajes, no Gama, na divisa da DF-180 com a DF-240. O material estava em um caminhão que havia sido roubado em Anápolis (GO), por volta das 9h30. Segundo informações da PM, no veículo havia 1.200 caixas de sabão em pó, de 19kg cada.

Policiais do Batalhão do Gama foram acionados por moradores da região logo após o roubo. Os militares conseguiram localizar o caminhão, mas o motorista não obedeceu a ordem de parada e tentou fugir. Durante a perseguição, o condutor jogou o veículo para cima da viatura. Nesse momento, a carreta rodou e ficou parada na pista. O suspeito desceu e conseguiu correr para um matagal. Ele não foi encontrado. O veículo e a carga foram apreendidos e encaminhados para a 20ª Delegacia de Polícia (Gama).

Ainda de acordo com a PM, durante o roubo, o motorista do caminhão chegou a ser sequestrado e obrigado a entrar em um Volkswagen Crossfox. Ele foi encontrado horas depois e se deslocou para a delegacia para reaver a carreta.

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Nasa encontra primeira estrela com oito planetas em sua órbita http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/nasa-encontra-primeira-estrela-com-oito-planetas-em-sua-orbita/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/nasa-encontra-primeira-estrela-com-oito-planetas-em-sua-orbita/#respond Thu, 14 Dec 2017 20:47:00 +0000 Saiba mais em Jornal de Brasília

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A Nasa anunciou nesta quinta-feira, 14, a descoberta de uma estrela distante com oito planetas em sua órbita. O novo sistema planetário, descoberto pelo telescópio espacial Kepler, é o primeiro a ser observado com o mesmo número de planetas do Sistema Solar.

Os oito planetas estão na órbita de uma estrela chamada Kepler 90, que é maior e mais quente que o Sol e fica na direção da constelação do Dragão, a 2,5 mil anos-luz da Terra. A distância em que os planetas se agrupam em relação à sua estrela também é semelhante à configuração do Sistema Solar.

“Exatamente como esperávamos, há emocionantes descobertas esperando por nós nos dados conseguidos pelo Kepler. Elas estão apenas esperando pela ferramenta ou tecnologia certas para desvendá-las”, disse o diretor da Divisão de Astrofísica da Nasa em Washington, Paul Hertz. “Essa descoberta mostra que nossos dados serão um tesouro disponível para pesquisadores inovadores nos próximos anos.”

Sete dos exoplanetas – como são chamados os planetas existentes fora do Sistema Solar – já haviam sido descobertos antes em torno da Kepler 90. Utilizando uma nova tecnologia de inteligência artificial para ler os dados do telescópio espacial, os cientistas conseguiram identificar um oitavo planeta, que foi batizado de Kepler 90i.

Utilizando a nova tecnologia de inteligência artificial, desenvolvida pela Nasa em colaboração com a Google, os cientistas Christopher Shallue e Andrew Vanderburg “treinaram” um sistema computacional para que ele aprendesse a identificar os exoplanetas nas leituras de luz registradas pelo Kepler.

A metodologia do telescópio espacial Kepler para descobrir novos planetas não se baseia na observação direta. Em vez disso, os sensíveis instrumentos do telescópio detectam minúsculas quedas periódicas no brilho de uma estrela, que ocorrem quando um planeta passa diante dela – é o que os astrônomos chamam de “trânsito”

Inspirada na forma como os neurônios se conectam no cérebro, a nova tecnologia de inteligência artificial é considerada uma “rede neuronal” artificial. Graças a ela, os pesquisadores conseguiram identificar nos dados do Kepler os tênues sinais de trânsito do oitavo planeta.

Cerca de 30% maior que a Terra, o Kepler-90i não tem nenhuma chance de abrigar vida: ele fica tão perto de sua estrela que a temperatura de sua superfície deve ficar acima dos 425 graus Celsius, segundo a estimativa dos pesquisadores. O planeta que fica mais longe da estrela – chamado de Kepler-90h – fica a uma distância de sua estrela semelhante à distância entre o Sol e a Terra.

“O sistema da estrela Kepler 90 é como uma miniversão do nosso próprio Sistema Solar. Há pequenos planetas mais próximos da estrela e grandes planetas mais distantes. A diferença é que todos estão muito mais próximos uns dos outros”, disse Vanderburg, que é pesquisador da Universidade do Texas em Austin (Estados Unidos).

Fonte: Estadao Conteudo

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Acusado de assassinar ajudante de pedreiro na 713 Norte é condenado http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/acusado-de-assassinar-ajudante-de-pedreiro-na-713-norte-e-condenado/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/acusado-de-assassinar-ajudante-de-pedreiro-na-713-norte-e-condenado/#respond Thu, 14 Dec 2017 22:30:10 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074156 trabalhava como ajudante de pedreiro em uma obra na 713 Norte, quando foi morta a tiros pelo acusado. O crime aconteceu no dia 19 de janeiro deste ano. Ezequiel foi preso dias depois, circulando na mesma quadra onde ocorreu o assassinato Segundo a denúncia, a motivação teria sido ciúmes, pela desconfiança que Ezequiel tinha de um possível envolvimento entre sua namorada e a vítima. No dia do homicídio, ele foi ao trabalho de Leiris e o chamou no portão, escondendo um revólver atrás de um balde que segurava. Quando a vítima saiu, foi recebida por disparos de arma de fogo.

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A Justiça do DF condenou Ezequiel de Lima Crispim a 20 anos de prisão, em regime inicial fechado, pelo homicídio de Leiris José de Barros. A vítima, que tinha 30 anos, trabalhava como ajudante de pedreiro em uma obra na 713 Norte, quando foi morta a tiros pelo acusado. O crime aconteceu no dia 19 de janeiro deste ano. Ezequiel foi preso dias depois, circulando na mesma quadra onde ocorreu o assassinato.

Segundo a denúncia, a motivação teria sido ciúmes, pela desconfiança que Ezequiel tinha de um possível envolvimento entre sua namorada e a vítima. No dia do homicídio, ele foi ao trabalho de Leiris e o chamou no portão, escondendo um revólver atrás de um balde que segurava. Quando a vítima saiu, foi recebida por disparos de arma de fogo.

Ezequiel foi pronunciado por homicídio qualificado por motivo fútil e uso de meio que dificultou a defesa da vítima e respondeu ao processo preso. Durante a sessão de julgamento, a defesa pediu a desclassificação do crime para lesão corporal seguida de morte. No entanto, os jurados aderiram integralmente à acusação do Ministério Público do DF e votaram pela condenação do réu e pelo acolhimento das duas qualificadoras.

Ao proferir a sentença o juiz-Presidente do Júri ressaltou que Ezequiel tem outras condenações criminais. “O acusado apresenta algumas características de personalidade bastante desfavoráveis: é extremamente belicoso, agressivo, e, principalmente, prepotente e inseguro, voltado para subjugar da maneira violenta possível todos aqueles que de algum modo se aproximam, ainda que sem malícia ou intenções amorosas, da mulher que julga ser de sua propriedade”, afirmou o magistrado.

O réu ainda pode recorrer da sentença, porém deverá permanecer preso.

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Governo aprova reformulação de política de saúde mental http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/governo-aprova-reformulacao-de-politica-de-saude-mental/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/governo-aprova-reformulacao-de-politica-de-saude-mental/#respond Thu, 14 Dec 2017 20:30:00 +0000
O formato é considerado por parte de especialistas como um retrocesso à lei de 2001, que determinou o fim da rede centrada nos hospitais e deu espaço para o atendimento ambulatorial. "Essa resolução abre a porteira para o retorno do modelo manicomial", avalia o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Paulo Amarante.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, classificou como "inadequadas" as críticas feitas à reformulação da política de saúde mental. "É puramente ideológica, que não tem nada a ver com o mundo real. Ela é boa para o Brasil, boa para o usuário", disse. "Os defensores do modelo antigo não se dão conta que a demanda mudou", argumentava.

Muito criticado por integrantes do movimento antimanicomial, o texto aprovado nesta quinta tem uma versão mais branda do que era esperado. "Ele veio mais leve, mas isso não é à toa. Isso ocorreu graças à pressão, sobretudo depois da manifestação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão", disse Amarante. Para ele, no entanto, não há dúvidas de que o texto traz sérias ameaças ao modelo centrado no atendimento de rede multidisciplinar, em ambulatórios. "Basta ver o aumento das vagas em hospitais gerais. Vão para 60. São manicômios disfarçados."

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Michelle Caputo Neto, avalia que o texto aprovado não traz o retrocesso descrito por movimentos contrários à reformulação. "Ele mantém a proibição de aumentar os leitos em hospitais psiquiátricos, melhora a remuneração e prevê aumento de residências terapêuticas, além de criar um novo serviço, o de CAPs Álcool e Drogas próximas da Cracolândia", disse Caputo.

Mudanças. Uma das principais mudanças da nova resolução é a garantia de que não haverá redução de leitos em hospitais psiquiátricos. Até então, a política recomendava que, com a transferência de um paciente para o atendimento ambulatorial, a vaga deveria ser fechada. Em caso de necessidade, pacientes deveriam ser atendidos em leitos reservados em hospitais gerais para atendimento de saúde mental.

Ao justificar a alteração, o coordenador do Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro, afirmou que o País tem uma quantidade insuficiente de leitos psiquiátricos. "Eles não dão conta da demanda sanitária", assegurou. Ele não soube dizer, no entanto, qual é a real oferta no País. "Os registros informam 18.200 vagas. Mas o cadastro pode estar desatualizado."

Além de interromper o fechamento de vagas, a reforma garante o aumento do valor da diária para internação em hospital psiquiátrico, dos atuais R$ 49 para R$ 80. "O reajuste vai qualificar o atendimento", disse Cordeiro. Para tentar inibir longas permanências, disse, haverá uma redução nos valores quando o período de internação ultrapassar um limite.

Na primeira proposta, o valor da diária era único, independentemente do número de leitos. Diante das críticas, o pagamento será feito por faixas. Hospitais de menor porte receberão valores mais altos - uma medida já prevista na regulação atual que tenta evitar grandes hospitais.

A lógica, no entanto, não vale para o caso dos hospitais gerais. A nova regra vai permitir a criação de até 60 leitos por unidade. De acordo com Cordeiro, a medida atende a uma tendência do mercado. "Estudos mostram que unidades que reservam poucos leitos têm uma taxa de ocupação bem menor do que hospitais com maior número de vagas."

Combate ao vício. A proposta original previa ainda integrar as Comunidades Terapêuticas à rede de assistência. Hoje, diante da sugestão do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, esse trecho foi retirado. Com a mudança, o presidente do Conass, Michele Caputo Neto, assegura que não será possível o aporte de recursos da Saúde para financiar o atendimento de dependentes de drogas.

A reportagem apurou que, num primeiro momento, a intenção do Ministério da Saúde era reservar R$ 240 milhões anuais para o atendimento nessas casas - na sua grande maioria, ligadas a grupos religiosos. Questionada, a Pasta afirmou que, mesmo sem integrar as comunidades terapêuticas à rede de atendimento, o aporte de recursos é possível.

Esse é outro ponto criticado pelo movimento antimanicomial. "São vários os relatos de desrespeito aos direitos humanos nessas unidades. Além disso, não há estudos que demonstrem que o atendimento dado nesses locais é eficaz", observa o pesquisador da Fiocruz, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.

Cordeiro afirma que a ideia é dar suporte para essas unidades, com protocolos clínicos de cuidados. Atualmente, a Secretaria Nacional de Política Nacional sobre Drogas tem 4 mil vagas nessas instituições credenciadas. O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ter "todo interesse" de investir nesse setor. A intenção é ampliar o número de vagas para 20 mil, das quais metade seria financiada pela Pasta. O restante seria financiado pelo Ministério da Justiça e do Desenvolvimento Social.

As mudanças foram aprovadas numa votação de menos de 15 minutos, sem debate. Do lado de fora, manifestantes protestavam com palavras de ordem e cartazes. "O processo todo atropelou a democracia, o controle social. É o assassinato da reforma psiquiátrica", afirmou Larissa da Silva, do Fórum Gaúcho de Saúde Mental.

Cordeiro rebate as críticas e afirma que a resolução reforça também o atendimento ambulatorial. O credenciamento de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) será ampliado - 70 no primeiro momento. Também serão criadas equipes de atendimento que vão atuar em casos que não podem ser atendidos nas unidades básicas, por serem mais complexos mas que, por outro lado, não demandam a assistência dos Caps. Tais equipes devem funcionar sobretudo nas unidades básicas. Não está definido qual será o valor destinado para municípios ou Estados que optarem por esse novo modelo de assistência. Ele deverá funcionar por adesão.

Nesta quinta, foi aprovada a resolução, mas é aguardada ainda a edição de outras quatro portarias. Caputo afirmou que o ideal seria que os textos das demais portarias sejam discutidos com Conass e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde). Mas, segundo ele, não há necessidade de que isso ocorra.

Principais pontos da resolução

1. Manutenção das vagas em hospitais psiquiátricos e reajuste das diárias

2. Hospitais gerais poderão reservar 20% de sua capacidade para alas psiquiátricas, num máximo de 60 leitos. Enfermarias com maior número de leitos terão incentivo maior do que enfermarias com vagas reduzidas

3. Criação de equipes de assistência multiprofissional de média complexidade em saúde mental. Grupos vão atuar em ambulatórios, mas com profissionais habilitados. A ideia é ofertar atendimento intermediário entre ambulatório (mais simples) e o CAPS, destinado para casos mais complexos

4. Ampliação de comunidades terapêuticas credenciadas de 4 mil para 20 mil. Ministério da Saúde vai financiar 10 mil. Estão previstas capacitações. Nesses locais não é permitida a dispensação de medicamentos

5. Plano de Ação de Prevenção contra Suicídio será desenvolvido em 6 Estados considerados prioritários: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Piauí e Roraima

6. Valores repassados para financiar Residências Terapêuticas serão reajustados. No caso de residências terapêuticas de nível 1, o valor passará de R$ 10 mil para R$ 20 mil. No caso das residências de nível 2 (mais complexas), o valor passará de R$ 20 mil para R$ 30 mil mensais. Em cada residência vivem até 10 pacientes.
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Lígia Formenti Saiba mais em Jornal de Brasília

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Num plenário esvaziado devido a um rígido controle de segurança, Ministério da Saúde e Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde aprovaram nesta quinta-feira, 14, a reformulação da política de saúde mental. O novo modelo reforça o papel de hospitais psiquiátricos, que voltam a fazer parte da rede de atendimento, e incentiva a criação de enfermarias especializadas em hospitais gerais – com preferência para aquelas que reúnem maior número de pacientes.

O formato é considerado por parte de especialistas como um retrocesso à lei de 2001, que determinou o fim da rede centrada nos hospitais e deu espaço para o atendimento ambulatorial. “Essa resolução abre a porteira para o retorno do modelo manicomial”, avalia o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Paulo Amarante.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, classificou como “inadequadas” as críticas feitas à reformulação da política de saúde mental. “É puramente ideológica, que não tem nada a ver com o mundo real. Ela é boa para o Brasil, boa para o usuário”, disse. “Os defensores do modelo antigo não se dão conta que a demanda mudou”, argumentava.

Muito criticado por integrantes do movimento antimanicomial, o texto aprovado nesta quinta tem uma versão mais branda do que era esperado. “Ele veio mais leve, mas isso não é à toa. Isso ocorreu graças à pressão, sobretudo depois da manifestação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão”, disse Amarante. Para ele, no entanto, não há dúvidas de que o texto traz sérias ameaças ao modelo centrado no atendimento de rede multidisciplinar, em ambulatórios. “Basta ver o aumento das vagas em hospitais gerais. Vão para 60. São manicômios disfarçados.”

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Michelle Caputo Neto, avalia que o texto aprovado não traz o retrocesso descrito por movimentos contrários à reformulação. “Ele mantém a proibição de aumentar os leitos em hospitais psiquiátricos, melhora a remuneração e prevê aumento de residências terapêuticas, além de criar um novo serviço, o de CAPs Álcool e Drogas próximas da Cracolândia”, disse Caputo.

Mudanças. Uma das principais mudanças da nova resolução é a garantia de que não haverá redução de leitos em hospitais psiquiátricos. Até então, a política recomendava que, com a transferência de um paciente para o atendimento ambulatorial, a vaga deveria ser fechada. Em caso de necessidade, pacientes deveriam ser atendidos em leitos reservados em hospitais gerais para atendimento de saúde mental.

Ao justificar a alteração, o coordenador do Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro, afirmou que o País tem uma quantidade insuficiente de leitos psiquiátricos. “Eles não dão conta da demanda sanitária”, assegurou. Ele não soube dizer, no entanto, qual é a real oferta no País. “Os registros informam 18.200 vagas. Mas o cadastro pode estar desatualizado.”

Além de interromper o fechamento de vagas, a reforma garante o aumento do valor da diária para internação em hospital psiquiátrico, dos atuais R$ 49 para R$ 80. “O reajuste vai qualificar o atendimento”, disse Cordeiro. Para tentar inibir longas permanências, disse, haverá uma redução nos valores quando o período de internação ultrapassar um limite.

Na primeira proposta, o valor da diária era único, independentemente do número de leitos. Diante das críticas, o pagamento será feito por faixas. Hospitais de menor porte receberão valores mais altos – uma medida já prevista na regulação atual que tenta evitar grandes hospitais.

A lógica, no entanto, não vale para o caso dos hospitais gerais. A nova regra vai permitir a criação de até 60 leitos por unidade. De acordo com Cordeiro, a medida atende a uma tendência do mercado. “Estudos mostram que unidades que reservam poucos leitos têm uma taxa de ocupação bem menor do que hospitais com maior número de vagas.”

Combate ao vício. A proposta original previa ainda integrar as Comunidades Terapêuticas à rede de assistência. Hoje, diante da sugestão do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, esse trecho foi retirado. Com a mudança, o presidente do Conass, Michele Caputo Neto, assegura que não será possível o aporte de recursos da Saúde para financiar o atendimento de dependentes de drogas.

A reportagem apurou que, num primeiro momento, a intenção do Ministério da Saúde era reservar R$ 240 milhões anuais para o atendimento nessas casas – na sua grande maioria, ligadas a grupos religiosos. Questionada, a Pasta afirmou que, mesmo sem integrar as comunidades terapêuticas à rede de atendimento, o aporte de recursos é possível.

Esse é outro ponto criticado pelo movimento antimanicomial. “São vários os relatos de desrespeito aos direitos humanos nessas unidades. Além disso, não há estudos que demonstrem que o atendimento dado nesses locais é eficaz”, observa o pesquisador da Fiocruz, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.

Cordeiro afirma que a ideia é dar suporte para essas unidades, com protocolos clínicos de cuidados. Atualmente, a Secretaria Nacional de Política Nacional sobre Drogas tem 4 mil vagas nessas instituições credenciadas. O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ter “todo interesse” de investir nesse setor. A intenção é ampliar o número de vagas para 20 mil, das quais metade seria financiada pela Pasta. O restante seria financiado pelo Ministério da Justiça e do Desenvolvimento Social.

As mudanças foram aprovadas numa votação de menos de 15 minutos, sem debate. Do lado de fora, manifestantes protestavam com palavras de ordem e cartazes. “O processo todo atropelou a democracia, o controle social. É o assassinato da reforma psiquiátrica”, afirmou Larissa da Silva, do Fórum Gaúcho de Saúde Mental.

Cordeiro rebate as críticas e afirma que a resolução reforça também o atendimento ambulatorial. O credenciamento de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) será ampliado – 70 no primeiro momento. Também serão criadas equipes de atendimento que vão atuar em casos que não podem ser atendidos nas unidades básicas, por serem mais complexos mas que, por outro lado, não demandam a assistência dos Caps. Tais equipes devem funcionar sobretudo nas unidades básicas. Não está definido qual será o valor destinado para municípios ou Estados que optarem por esse novo modelo de assistência. Ele deverá funcionar por adesão.

Nesta quinta, foi aprovada a resolução, mas é aguardada ainda a edição de outras quatro portarias. Caputo afirmou que o ideal seria que os textos das demais portarias sejam discutidos com Conass e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde). Mas, segundo ele, não há necessidade de que isso ocorra.

Principais pontos da resolução

1. Manutenção das vagas em hospitais psiquiátricos e reajuste das diárias

2. Hospitais gerais poderão reservar 20% de sua capacidade para alas psiquiátricas, num máximo de 60 leitos. Enfermarias com maior número de leitos terão incentivo maior do que enfermarias com vagas reduzidas

3. Criação de equipes de assistência multiprofissional de média complexidade em saúde mental. Grupos vão atuar em ambulatórios, mas com profissionais habilitados. A ideia é ofertar atendimento intermediário entre ambulatório (mais simples) e o CAPS, destinado para casos mais complexos

4. Ampliação de comunidades terapêuticas credenciadas de 4 mil para 20 mil. Ministério da Saúde vai financiar 10 mil. Estão previstas capacitações. Nesses locais não é permitida a dispensação de medicamentos

5. Plano de Ação de Prevenção contra Suicídio será desenvolvido em 6 Estados considerados prioritários: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Piauí e Roraima

6. Valores repassados para financiar Residências Terapêuticas serão reajustados. No caso de residências terapêuticas de nível 1, o valor passará de R$ 10 mil para R$ 20 mil. No caso das residências de nível 2 (mais complexas), o valor passará de R$ 20 mil para R$ 30 mil mensais. Em cada residência vivem até 10 pacientes.
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Lígia Formenti

Fonte: Agencia Estado

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Correção: Governo aprova reformulação de política de saúde mental http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/correcao-governo-aprova-reformulacao-de-politica-de-saude-mental/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/correcao-governo-aprova-reformulacao-de-politica-de-saude-mental/#respond Thu, 14 Dec 2017 20:30:00 +0000

Num plenário esvaziado devido a um rígido controle de segurança, Ministério da Saúde e Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde aprovaram nesta quinta-feira, 14, a reformulação da política de saúde mental. O novo modelo reforça o papel de hospitais psiquiátricos, que voltam a fazer parte da rede de atendimento, e incentiva a criação de enfermarias especializadas em hospitais gerais - com preferência para aquelas que reúnem maior número de pacientes.

O formato é considerado por parte de especialistas como um retrocesso à lei de 2001, que determinou o fim da rede centrada nos hospitais e deu espaço para o atendimento ambulatorial. "Essa resolução abre a porteira para o retorno do modelo manicomial", avalia o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Paulo Amarante.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, classificou como "inadequadas" as críticas feitas à reformulação da política de saúde mental. "É puramente ideológica, que não tem nada a ver com o mundo real. Ela é boa para o Brasil, boa para o usuário", disse. "Os defensores do modelo antigo não se dão conta que a demanda mudou", argumentava.

Muito criticado por integrantes do movimento antimanicomial, o texto aprovado nesta quinta tem uma versão mais branda do que era esperado. "Ele veio mais leve, mas isso não é à toa. Isso ocorreu graças à pressão, sobretudo depois da manifestação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão", disse Amarante. Para ele, no entanto, não há dúvidas de que o texto traz sérias ameaças ao modelo centrado no atendimento de rede multidisciplinar, em ambulatórios. "Basta ver o aumento das vagas em hospitais gerais. Vão para 60. São manicômios disfarçados."

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Michelle Caputo Neto, avalia que o texto aprovado não traz o retrocesso descrito por movimentos contrários à reformulação. "Ele mantém a proibição de aumentar os leitos em hospitais psiquiátricos, melhora a remuneração e prevê aumento de residências terapêuticas, além de criar um novo serviço, o de CAPs Álcool e Drogas próximas da Cracolândia", disse Caputo.

Mudanças. Uma das principais mudanças da nova resolução é a garantia de que não haverá redução de leitos em hospitais psiquiátricos. Até então, a política recomendava que, com a transferência de um paciente para o atendimento ambulatorial, a vaga deveria ser fechada. Em caso de necessidade, pacientes deveriam ser atendidos em leitos reservados em hospitais gerais para atendimento de saúde mental.

Ao justificar a alteração, o coordenador do Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro, afirmou que o País tem uma quantidade insuficiente de leitos psiquiátricos. "Eles não dão conta da demanda sanitária", assegurou. Ele não soube dizer, no entanto, qual é a real oferta no País. "Os registros informam 18.200 vagas. Mas o cadastro pode estar desatualizado."

Além de interromper o fechamento de vagas, a reforma garante o aumento do valor da diária para internação em hospital psiquiátrico, dos atuais R$ 49 para R$ 80. "O reajuste vai qualificar o atendimento", disse Cordeiro. Para tentar inibir longas permanências, disse, haverá uma redução nos valores quando o período de internação ultrapassar um limite.

Na primeira proposta, o valor da diária era único, independentemente do número de leitos. Diante das críticas, o pagamento será feito por faixas. Hospitais de menor porte receberão valores mais altos - uma medida já prevista na regulação atual que tenta evitar grandes hospitais.

A lógica, no entanto, não vale para o caso dos hospitais gerais. A nova regra vai permitir a criação de até 60 leitos por unidade. De acordo com Cordeiro, a medida atende a uma tendência do mercado. "Estudos mostram que unidades que reservam poucos leitos têm uma taxa de ocupação bem menor do que hospitais com maior número de vagas."

Combate ao vício. A proposta original previa ainda integrar as Comunidades Terapêuticas à rede de assistência. Hoje, diante da sugestão do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, esse trecho foi retirado. Com a mudança, o presidente do Conass, Michele Caputo Neto, assegura que não será possível o aporte de recursos da Saúde para financiar o atendimento de dependentes de drogas.

A reportagem apurou que, num primeiro momento, a intenção do Ministério da Saúde era reservar R$ 240 milhões anuais para o atendimento nessas casas - na sua grande maioria, ligadas a grupos religiosos. Questionada, a Pasta afirmou que, mesmo sem integrar as comunidades terapêuticas à rede de atendimento, o aporte de recursos é possível.

Esse é outro ponto criticado pelo movimento antimanicomial. "São vários os relatos de desrespeito aos direitos humanos nessas unidades. Além disso, não há estudos que demonstrem que o atendimento dado nesses locais é eficaz", observa o pesquisador da Fiocruz, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.

Cordeiro afirma que a ideia é dar suporte para essas unidades, com protocolos clínicos de cuidados. Atualmente, a Secretaria Nacional de Política Nacional sobre Drogas tem 4 mil vagas nessas instituições credenciadas. O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ter "todo interesse" de investir nesse setor. A intenção é ampliar o número de vagas para 20 mil, das quais metade seria financiada pela Pasta. O restante seria financiado pelo Ministério da Justiça e do Desenvolvimento Social.

As mudanças foram aprovadas numa votação de menos de 15 minutos, sem debate. Do lado de fora, manifestantes protestavam com palavras de ordem e cartazes. "O processo todo atropelou a democracia, o controle social. É o assassinato da reforma psiquiátrica", afirmou Larissa da Silva, do Fórum Gaúcho de Saúde Mental.

Cordeiro rebate as críticas e afirma que a resolução reforça também o atendimento ambulatorial. O credenciamento de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) será ampliado - 70 no primeiro momento. Também serão criadas equipes de atendimento que vão atuar em casos que não podem ser atendidos nas unidades básicas, por serem mais complexos mas que, por outro lado, não demandam a assistência dos Caps. Tais equipes devem funcionar sobretudo nas unidades básicas. Não está definido qual será o valor destinado para municípios ou Estados que optarem por esse novo modelo de assistência. Ele deverá funcionar por adesão.

Nesta quinta, foi aprovada a resolução, mas é aguardada ainda a edição de outras quatro portarias. Caputo afirmou que o ideal seria que os textos das demais portarias sejam discutidos com Conass e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde). Mas, segundo ele, não há necessidade de que isso ocorra.

Principais pontos da resolução

1. Manutenção das vagas em hospitais psiquiátricos e reajuste das diárias

2. Hospitais gerais poderão reservar 20% de sua capacidade para alas psiquiátricas, num máximo de 60 leitos. Enfermarias com maior número de leitos terão incentivo maior do que enfermarias com vagas reduzidas

3. Criação de equipes de assistência multiprofissional de média complexidade em saúde mental. Grupos vão atuar em ambulatórios, mas com profissionais habilitados. A ideia é ofertar atendimento intermediário entre ambulatório (mais simples) e o CAPS, destinado para casos mais complexos

4. Ampliação de comunidades terapêuticas credenciadas de 4 mil para 20 mil. Ministério da Saúde vai financiar 10 mil. Estão previstas capacitações. Nesses locais não é permitida a dispensação de medicamentos

5. Plano de Ação de Prevenção contra Suicídio será desenvolvido em 6 Estados considerados prioritários: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Piauí e Roraima

6. Valores repassados para financiar Residências Terapêuticas serão reajustados. No caso de residências terapêuticas de nível 1, o valor passará de R$ 10 mil para R$ 20 mil. No caso das residências de nível 2 (mais complexas), o valor passará de R$ 20 mil para R$ 30 mil mensais. Em cada residência vivem até 10 pacientes.

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Num plenário esvaziado devido a um rígido controle de segurança, Ministério da Saúde e Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde aprovaram nesta quinta-feira, 14, a reformulação da política de saúde mental. O novo modelo reforça o papel de hospitais psiquiátricos, que voltam a fazer parte da rede de atendimento, e incentiva a criação de enfermarias especializadas em hospitais gerais – com preferência para aquelas que reúnem maior número de pacientes.

O formato é considerado por parte de especialistas como um retrocesso à lei de 2001, que determinou o fim da rede centrada nos hospitais e deu espaço para o atendimento ambulatorial. “Essa resolução abre a porteira para o retorno do modelo manicomial”, avalia o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Paulo Amarante.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, classificou como “inadequadas” as críticas feitas à reformulação da política de saúde mental. “É puramente ideológica, que não tem nada a ver com o mundo real. Ela é boa para o Brasil, boa para o usuário”, disse. “Os defensores do modelo antigo não se dão conta que a demanda mudou”, argumentava.

Muito criticado por integrantes do movimento antimanicomial, o texto aprovado nesta quinta tem uma versão mais branda do que era esperado. “Ele veio mais leve, mas isso não é à toa. Isso ocorreu graças à pressão, sobretudo depois da manifestação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão”, disse Amarante. Para ele, no entanto, não há dúvidas de que o texto traz sérias ameaças ao modelo centrado no atendimento de rede multidisciplinar, em ambulatórios. “Basta ver o aumento das vagas em hospitais gerais. Vão para 60. São manicômios disfarçados.”

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Michelle Caputo Neto, avalia que o texto aprovado não traz o retrocesso descrito por movimentos contrários à reformulação. “Ele mantém a proibição de aumentar os leitos em hospitais psiquiátricos, melhora a remuneração e prevê aumento de residências terapêuticas, além de criar um novo serviço, o de CAPs Álcool e Drogas próximas da Cracolândia”, disse Caputo.

Mudanças. Uma das principais mudanças da nova resolução é a garantia de que não haverá redução de leitos em hospitais psiquiátricos. Até então, a política recomendava que, com a transferência de um paciente para o atendimento ambulatorial, a vaga deveria ser fechada. Em caso de necessidade, pacientes deveriam ser atendidos em leitos reservados em hospitais gerais para atendimento de saúde mental.

Ao justificar a alteração, o coordenador do Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro, afirmou que o País tem uma quantidade insuficiente de leitos psiquiátricos. “Eles não dão conta da demanda sanitária”, assegurou. Ele não soube dizer, no entanto, qual é a real oferta no País. “Os registros informam 18.200 vagas. Mas o cadastro pode estar desatualizado.”

Além de interromper o fechamento de vagas, a reforma garante o aumento do valor da diária para internação em hospital psiquiátrico, dos atuais R$ 49 para R$ 80. “O reajuste vai qualificar o atendimento”, disse Cordeiro. Para tentar inibir longas permanências, disse, haverá uma redução nos valores quando o período de internação ultrapassar um limite.

Na primeira proposta, o valor da diária era único, independentemente do número de leitos. Diante das críticas, o pagamento será feito por faixas. Hospitais de menor porte receberão valores mais altos – uma medida já prevista na regulação atual que tenta evitar grandes hospitais.

A lógica, no entanto, não vale para o caso dos hospitais gerais. A nova regra vai permitir a criação de até 60 leitos por unidade. De acordo com Cordeiro, a medida atende a uma tendência do mercado. “Estudos mostram que unidades que reservam poucos leitos têm uma taxa de ocupação bem menor do que hospitais com maior número de vagas.”

Combate ao vício. A proposta original previa ainda integrar as Comunidades Terapêuticas à rede de assistência. Hoje, diante da sugestão do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, esse trecho foi retirado. Com a mudança, o presidente do Conass, Michele Caputo Neto, assegura que não será possível o aporte de recursos da Saúde para financiar o atendimento de dependentes de drogas.

A reportagem apurou que, num primeiro momento, a intenção do Ministério da Saúde era reservar R$ 240 milhões anuais para o atendimento nessas casas – na sua grande maioria, ligadas a grupos religiosos. Questionada, a Pasta afirmou que, mesmo sem integrar as comunidades terapêuticas à rede de atendimento, o aporte de recursos é possível.

Esse é outro ponto criticado pelo movimento antimanicomial. “São vários os relatos de desrespeito aos direitos humanos nessas unidades. Além disso, não há estudos que demonstrem que o atendimento dado nesses locais é eficaz”, observa o pesquisador da Fiocruz, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.

Cordeiro afirma que a ideia é dar suporte para essas unidades, com protocolos clínicos de cuidados. Atualmente, a Secretaria Nacional de Política Nacional sobre Drogas tem 4 mil vagas nessas instituições credenciadas. O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ter “todo interesse” de investir nesse setor. A intenção é ampliar o número de vagas para 20 mil, das quais metade seria financiada pela Pasta. O restante seria financiado pelo Ministério da Justiça e do Desenvolvimento Social.

As mudanças foram aprovadas numa votação de menos de 15 minutos, sem debate. Do lado de fora, manifestantes protestavam com palavras de ordem e cartazes. “O processo todo atropelou a democracia, o controle social. É o assassinato da reforma psiquiátrica”, afirmou Larissa da Silva, do Fórum Gaúcho de Saúde Mental.

Cordeiro rebate as críticas e afirma que a resolução reforça também o atendimento ambulatorial. O credenciamento de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) será ampliado – 70 no primeiro momento. Também serão criadas equipes de atendimento que vão atuar em casos que não podem ser atendidos nas unidades básicas, por serem mais complexos mas que, por outro lado, não demandam a assistência dos Caps. Tais equipes devem funcionar sobretudo nas unidades básicas. Não está definido qual será o valor destinado para municípios ou Estados que optarem por esse novo modelo de assistência. Ele deverá funcionar por adesão.

Nesta quinta, foi aprovada a resolução, mas é aguardada ainda a edição de outras quatro portarias. Caputo afirmou que o ideal seria que os textos das demais portarias sejam discutidos com Conass e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde). Mas, segundo ele, não há necessidade de que isso ocorra.

Principais pontos da resolução

1. Manutenção das vagas em hospitais psiquiátricos e reajuste das diárias

2. Hospitais gerais poderão reservar 20% de sua capacidade para alas psiquiátricas, num máximo de 60 leitos. Enfermarias com maior número de leitos terão incentivo maior do que enfermarias com vagas reduzidas

3. Criação de equipes de assistência multiprofissional de média complexidade em saúde mental. Grupos vão atuar em ambulatórios, mas com profissionais habilitados. A ideia é ofertar atendimento intermediário entre ambulatório (mais simples) e o CAPS, destinado para casos mais complexos

4. Ampliação de comunidades terapêuticas credenciadas de 4 mil para 20 mil. Ministério da Saúde vai financiar 10 mil. Estão previstas capacitações. Nesses locais não é permitida a dispensação de medicamentos

5. Plano de Ação de Prevenção contra Suicídio será desenvolvido em 6 Estados considerados prioritários: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Piauí e Roraima

6. Valores repassados para financiar Residências Terapêuticas serão reajustados. No caso de residências terapêuticas de nível 1, o valor passará de R$ 10 mil para R$ 20 mil. No caso das residências de nível 2 (mais complexas), o valor passará de R$ 20 mil para R$ 30 mil mensais. Em cada residência vivem até 10 pacientes.

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Fonte: Estadao Conteudo

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“São Batuque” celebra dez anos no sábado http://www.jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/midias-e-identidade/sao-batuque-celebra-dez-anos/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/midias-e-identidade/sao-batuque-celebra-dez-anos/#respond Thu, 14 Dec 2017 22:28:05 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074159 Saiba mais em Jornal de Brasília

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Termina neste, sábado (16), a edição 2017 do Festival São Batuque. O encerramento vai contar com festa gratuita na quadra da escola de samba Acadêmicos da Asa Norte. As cantoras e percussionistas Alessandra Leão, Isaar e Karina Buhr se reencontram em um show muito especial.

Neste ano, a edição o prestou homenagem às Yabás (Iemanjá, Oxum, Iansã e Nanã), que representam a força e a beleza feminina. As mestras de saberes populares Tia Maria do Jongo (RJ) e Rainha Marivalda do Maracatu Estrela Brilhante (PE) também foram homenageadas.

No repertório de sábado, o público ouvirá composições da época da Comadre Fulorzinha. Foram também convidados os mestres Manoel Cordeiro, representante da guitarrada paraense e Mestre Nico, percussionista pernambucano.

O cruzamento da cultura popular com matrizes africanas dá o tom da festa, com os Diálogos São Batuque – Territórios Afetivos de Matrizes Africanas e Culturas Populares: ancestralidade e identidade. Ao longo do dia, uma Feira Afro expõe produtos de artistas negros e negras da cidade.

Mais informações
https://www.saobatuque.com.br/
https://pt-br.facebook.com/saobatuque/

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Com plenário esvaziado, governo aprova reformulação de política mental http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/com-plenario-esvaziado-governo-aprova-reformulacao-de-politica-mental/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/com-plenario-esvaziado-governo-aprova-reformulacao-de-politica-mental/#respond Thu, 14 Dec 2017 20:27:00 +0000

O formato é considerado por parte de especialistas como um retrocesso à lei de 2001, que determinou o fim da rede centrada nos hospitais e deu espaço para o atendimento ambulatorial. "Essa resolução abre a porteira para o retorno do modelo manicomial", avalia o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Paulo Amarante.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, classificou como "inadequadas" as críticas feitas à reformulação da política de saúde mental. "É puramente ideológica, que não tem nada a ver com o mundo real. Ela é boa para o Brasil, boa para o usuário", disse. "Os defensores do modelo antigo não se dão conta que a demanda mudou", argumentava.

Muito criticado por integrantes do movimento antimanicomial, o texto aprovado nesta quinta tem uma versão mais branda do que era esperado. "Ele veio mais leve, mas isso não é à toa. Isso ocorreu graças à pressão, sobretudo depois da manifestação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão", disse Amarante. Para ele, no entanto, não há dúvidas de que o texto traz sérias ameaças ao modelo centrado no atendimento de rede multidisciplinar, em ambulatórios. "Basta ver o aumento das vagas em hospitais gerais. Vão para 60. São manicômios disfarçados."

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Michelle Caputo Neto, avalia que o texto aprovado não traz o retrocesso descrito por movimentos contrários à reformulação. "Ele mantém a proibição de aumentar os leitos em hospitais psiquiátricos, melhora a remuneração e prevê aumento de residências terapêuticas, além de criar um novo serviço, o de CAPs Álcool e Drogas próximas da Cracolândia", disse Caputo.

Mudanças. Uma das principais mudanças da nova resolução é a garantia de que não haverá redução de leitos em hospitais psiquiátricos. Até então, a política recomendava que, com a transferência de um paciente para o atendimento ambulatorial, a vaga deveria ser fechada. Em caso de necessidade, pacientes deveriam ser atendidos em leitos reservados em hospitais gerais para atendimento de saúde mental.

Ao justificar a alteração, o coordenador do Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro, afirmou que o País tem uma quantidade insuficiente de leitos psiquiátricos. "Eles não dão conta da demanda sanitária", assegurou. Ele não soube dizer, no entanto, qual é a real oferta no País. "Os registros informam 18.200 vagas. Mas o cadastro pode estar desatualizado."

Além de interromper o fechamento de vagas, a reforma garante o aumento do valor da diária para internação em hospital psiquiátrico, dos atuais R$ 49 para R$ 80. "O reajuste vai qualificar o atendimento", disse Cordeiro. Para tentar inibir longas permanências, disse, haverá uma redução nos valores quando o período de internação ultrapassar um limite.

Na primeira proposta, o valor da diária era único, independentemente do número de leitos. Diante das críticas, o pagamento será feito por faixas. Hospitais de menor porte receberão valores mais altos - uma medida já prevista na regulação atual que tenta evitar grandes hospitais.

A lógica, no entanto, não vale para o caso dos hospitais gerais. A nova regra vai permitir a criação de até 60 leitos por unidade. De acordo com Cordeiro, a medida atende a uma tendência do mercado. "Estudos mostram que unidades que reservam poucos leitos têm uma taxa de ocupação bem menor do que hospitais com maior número de vagas."

Combate ao vício. A proposta original previa ainda integrar as Comunidades Terapêuticas à rede de assistência. Hoje, diante da sugestão do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, esse trecho foi retirado. Com a mudança, o presidente do Conass, Michele Caputo Neto, assegura que não será possível o aporte de recursos da Saúde para financiar o atendimento de dependentes de drogas.

A reportagem apurou que, num primeiro momento, a intenção do Ministério da Saúde era reservar R$ 240 milhões anuais para o atendimento nessas casas - na sua grande maioria, ligadas a grupos religiosos. Questionada, a Pasta afirmou que, mesmo sem integrar as comunidades terapêuticas à rede de atendimento, o aporte de recursos é possível.

Esse é outro ponto criticado pelo movimento antimanicomial. "São vários os relatos de desrespeito aos direitos humanos nessas unidades. Além disso, não há estudos que demonstrem que o atendimento dado nesses locais é eficaz", observa o pesquisador da Fiocruz, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.

Cordeiro afirma que a ideia é dar suporte para essas unidades, com protocolos clínicos de cuidados. Atualmente, a Secretaria Nacional de Política Nacional sobre Drogas tem 4 mil vagas nessas instituições credenciadas. O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ter "todo interesse" de investir nesse setor. A intenção é ampliar o número de vagas para 20 mil, das quais metade seria financiada pela Pasta. O restante seria financiado pelo Ministério da Justiça e do Desenvolvimento Social.

As mudanças foram aprovadas numa votação de menos de 15 minutos, sem debate. Do lado de fora, manifestantes protestavam com palavras de ordem e cartazes. "O processo todo atropelou a democracia, o controle social. É o assassinato da reforma psiquiátrica", afirmou Larissa da Silva, do Fórum Gaúcho de Saúde Mental.

Cordeiro rebate as críticas e afirma que a resolução reforça também o atendimento ambulatorial. O credenciamento de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) será ampliado - 70 no primeiro momento. Também serão criadas equipes de atendimento que vão atuar em casos que não podem ser atendidos nas unidades básicas, por serem mais complexos mas que, por outro lado, não demandam a assistência dos Caps. Tais equipes devem funcionar sobretudo nas unidades básicas. Não está definido qual será o valor destinado para municípios ou Estados que optarem por esse novo modelo de assistência. Ele deverá funcionar por adesão.

Nesta quinta, foi aprovada a resolução, mas é aguardada ainda a edição de outras quatro portarias. Caputo afirmou que o ideal seria que os textos das demais portarias sejam discutidos com Conass e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde). Mas, segundo ele, não há necessidade de que isso ocorra.

Principais pontos da resolução

1. Manutenção das vagas em hospitais psiquiátricos e reajuste das diárias

2. Hospitais gerais poderão reservar 20% de sua capacidade para alas psiquiátricas, num máximo de 60 leitos. Enfermarias com maior número de leitos terão incentivo maior do que enfermarias com vagas reduzidas

3. Criação de equipes de assistência multiprofissional de média complexidade em saúde mental. Grupos vão atuar em ambulatórios, mas com profissionais habilitados. A ideia é ofertar atendimento intermediário entre ambulatório (mais simples) e o CAPS, destinado para casos mais complexos

4. Ampliação de comunidades terapêuticas credenciadas de 4 mil para 20 mil. Ministério da Saúde vai financiar 10 mil. Estão previstas capacitações. Nesses locais não é permitida a dispensação de medicamentos

5. Plano de Ação de Prevenção contra Suicídio será desenvolvido em 6 Estados considerados prioritários: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Piauí e Roraima

6. Valores repassados para financiar Residências Terapêuticas serão reajustados. No caso de residências terapêuticas de nível 1, o valor passará de R$ 10 mil para R$ 20 mil. No caso das residências de nível 2 (mais complexas), o valor passará de R$ 20 mil para R$ 30 mil mensais. Em cada residência vivem até 10 pacientes.

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Num plenário esvaziado devido a um rígido controle de segurança, Ministério da Saúde e Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde aprovaram nesta quinta-feira, 14, a reformulação da política de saúde mental. O novo modelo reforça o papel de hospitais psiquiátricos, que voltam a fazer parte da rede de atendimento, e incentiva a criação de enfermarias especializadas em hospitais gerais – com preferência para aquelas que reúnem maior número de pacientes.

O formato é considerado por parte de especialistas como um retrocesso à lei de 2001, que determinou o fim da rede centrada nos hospitais e deu espaço para o atendimento ambulatorial. “Essa resolução abre a porteira para o retorno do modelo manicomial”, avalia o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Paulo Amarante.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, classificou como “inadequadas” as críticas feitas à reformulação da política de saúde mental. “É puramente ideológica, que não tem nada a ver com o mundo real. Ela é boa para o Brasil, boa para o usuário”, disse. “Os defensores do modelo antigo não se dão conta que a demanda mudou”, argumentava.

Muito criticado por integrantes do movimento antimanicomial, o texto aprovado nesta quinta tem uma versão mais branda do que era esperado. “Ele veio mais leve, mas isso não é à toa. Isso ocorreu graças à pressão, sobretudo depois da manifestação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão”, disse Amarante. Para ele, no entanto, não há dúvidas de que o texto traz sérias ameaças ao modelo centrado no atendimento de rede multidisciplinar, em ambulatórios. “Basta ver o aumento das vagas em hospitais gerais. Vão para 60. São manicômios disfarçados.”

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Michelle Caputo Neto, avalia que o texto aprovado não traz o retrocesso descrito por movimentos contrários à reformulação. “Ele mantém a proibição de aumentar os leitos em hospitais psiquiátricos, melhora a remuneração e prevê aumento de residências terapêuticas, além de criar um novo serviço, o de CAPs Álcool e Drogas próximas da Cracolândia”, disse Caputo.

Mudanças. Uma das principais mudanças da nova resolução é a garantia de que não haverá redução de leitos em hospitais psiquiátricos. Até então, a política recomendava que, com a transferência de um paciente para o atendimento ambulatorial, a vaga deveria ser fechada. Em caso de necessidade, pacientes deveriam ser atendidos em leitos reservados em hospitais gerais para atendimento de saúde mental.

Ao justificar a alteração, o coordenador do Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro, afirmou que o País tem uma quantidade insuficiente de leitos psiquiátricos. “Eles não dão conta da demanda sanitária”, assegurou. Ele não soube dizer, no entanto, qual é a real oferta no País. “Os registros informam 18.200 vagas. Mas o cadastro pode estar desatualizado.”

Além de interromper o fechamento de vagas, a reforma garante o aumento do valor da diária para internação em hospital psiquiátrico, dos atuais R$ 49 para R$ 80. “O reajuste vai qualificar o atendimento”, disse Cordeiro. Para tentar inibir longas permanências, disse, haverá uma redução nos valores quando o período de internação ultrapassar um limite.

Na primeira proposta, o valor da diária era único, independentemente do número de leitos. Diante das críticas, o pagamento será feito por faixas. Hospitais de menor porte receberão valores mais altos – uma medida já prevista na regulação atual que tenta evitar grandes hospitais.

A lógica, no entanto, não vale para o caso dos hospitais gerais. A nova regra vai permitir a criação de até 60 leitos por unidade. De acordo com Cordeiro, a medida atende a uma tendência do mercado. “Estudos mostram que unidades que reservam poucos leitos têm uma taxa de ocupação bem menor do que hospitais com maior número de vagas.”

Combate ao vício. A proposta original previa ainda integrar as Comunidades Terapêuticas à rede de assistência. Hoje, diante da sugestão do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, esse trecho foi retirado. Com a mudança, o presidente do Conass, Michele Caputo Neto, assegura que não será possível o aporte de recursos da Saúde para financiar o atendimento de dependentes de drogas.

A reportagem apurou que, num primeiro momento, a intenção do Ministério da Saúde era reservar R$ 240 milhões anuais para o atendimento nessas casas – na sua grande maioria, ligadas a grupos religiosos. Questionada, a Pasta afirmou que, mesmo sem integrar as comunidades terapêuticas à rede de atendimento, o aporte de recursos é possível.

Esse é outro ponto criticado pelo movimento antimanicomial. “São vários os relatos de desrespeito aos direitos humanos nessas unidades. Além disso, não há estudos que demonstrem que o atendimento dado nesses locais é eficaz”, observa o pesquisador da Fiocruz, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.

Cordeiro afirma que a ideia é dar suporte para essas unidades, com protocolos clínicos de cuidados. Atualmente, a Secretaria Nacional de Política Nacional sobre Drogas tem 4 mil vagas nessas instituições credenciadas. O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ter “todo interesse” de investir nesse setor. A intenção é ampliar o número de vagas para 20 mil, das quais metade seria financiada pela Pasta. O restante seria financiado pelo Ministério da Justiça e do Desenvolvimento Social.

As mudanças foram aprovadas numa votação de menos de 15 minutos, sem debate. Do lado de fora, manifestantes protestavam com palavras de ordem e cartazes. “O processo todo atropelou a democracia, o controle social. É o assassinato da reforma psiquiátrica”, afirmou Larissa da Silva, do Fórum Gaúcho de Saúde Mental.

Cordeiro rebate as críticas e afirma que a resolução reforça também o atendimento ambulatorial. O credenciamento de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) será ampliado – 70 no primeiro momento. Também serão criadas equipes de atendimento que vão atuar em casos que não podem ser atendidos nas unidades básicas, por serem mais complexos mas que, por outro lado, não demandam a assistência dos Caps. Tais equipes devem funcionar sobretudo nas unidades básicas. Não está definido qual será o valor destinado para municípios ou Estados que optarem por esse novo modelo de assistência. Ele deverá funcionar por adesão.

Nesta quinta, foi aprovada a resolução, mas é aguardada ainda a edição de outras quatro portarias. Caputo afirmou que o ideal seria que os textos das demais portarias sejam discutidos com Conass e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde). Mas, segundo ele, não há necessidade de que isso ocorra.

Principais pontos da resolução

1. Manutenção das vagas em hospitais psiquiátricos e reajuste das diárias

2. Hospitais gerais poderão reservar 20% de sua capacidade para alas psiquiátricas, num máximo de 60 leitos. Enfermarias com maior número de leitos terão incentivo maior do que enfermarias com vagas reduzidas

3. Criação de equipes de assistência multiprofissional de média complexidade em saúde mental. Grupos vão atuar em ambulatórios, mas com profissionais habilitados. A ideia é ofertar atendimento intermediário entre ambulatório (mais simples) e o CAPS, destinado para casos mais complexos

4. Ampliação de comunidades terapêuticas credenciadas de 4 mil para 20 mil. Ministério da Saúde vai financiar 10 mil. Estão previstas capacitações. Nesses locais não é permitida a dispensação de medicamentos

5. Plano de Ação de Prevenção contra Suicídio será desenvolvido em 6 Estados considerados prioritários: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Piauí e Roraima

6. Valores repassados para financiar Residências Terapêuticas serão reajustados. No caso de residências terapêuticas de nível 1, o valor passará de R$ 10 mil para R$ 20 mil. No caso das residências de nível 2 (mais complexas), o valor passará de R$ 20 mil para R$ 30 mil mensais. Em cada residência vivem até 10 pacientes.

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Fonte: Estadao Conteudo

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Lula será interrogado em fevereiro na Operação Zelotes http://www.jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/lula-sera-interrogado-em-fevereiro-na-operacao-zelotes/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/lula-sera-interrogado-em-fevereiro-na-operacao-zelotes/#respond Thu, 14 Dec 2017 20:25:00 +0000

Na denúncia os procuradores da Zelotes sustentam que o ex-presidente praticou tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A Luís Claudio Lula da Silva, filho de Lula, são atribuídos somente estes dois últimos crimes.

Os dois são acusados de negociar e receber R$ 2,5 milhões do casal de lobistas Mauro Marcondes Machado e Cristina Mautoni, também denunciados, a pretexto de influenciar a prorrogação, pelo governo, de incentivos fiscais a montadoras de veículos e a compra dos caças Gripen, da sueca Saab, por US$ 5,4 bilhões. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em série de reportagens publicada em 2015.

"Designo o dia 20.02.2018 (terça-feira) para o interrogatório de Luiz Inácio Lula da Silva (às 10 horas), de Mauro Marcondes Machado e Cristina Marcondes Mautoni Machado (às 14 horas) e de Luís Claudio Lula da Silva (16:30 horas), data que configura prazo superior ao fixado para o cumprimento das cartas rogatórias remetidas a outros países", determinou Vallisney

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O juiz federal da 10ª Vara Vallisney de Oliveira marcou para dia 20 de fevereiro de 2018 o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito de investigações na Operação Zelotes.

Na denúncia os procuradores da Zelotes sustentam que o ex-presidente praticou tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A Luís Claudio Lula da Silva, filho de Lula, são atribuídos somente estes dois últimos crimes.

Os dois são acusados de negociar e receber R$ 2,5 milhões do casal de lobistas Mauro Marcondes Machado e Cristina Mautoni, também denunciados, a pretexto de influenciar a prorrogação, pelo governo, de incentivos fiscais a montadoras de veículos e a compra dos caças Gripen, da sueca Saab, por US$ 5,4 bilhões. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em série de reportagens publicada em 2015.

“Designo o dia 20.02.2018 (terça-feira) para o interrogatório de Luiz Inácio Lula da Silva (às 10 horas), de Mauro Marcondes Machado e Cristina Marcondes Mautoni Machado (às 14 horas) e de Luís Claudio Lula da Silva (16:30 horas), data que configura prazo superior ao fixado para o cumprimento das cartas rogatórias remetidas a outros países”, determinou Vallisney.

Fonte: Estadao Conteudo

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Câmara Municipal aprova volta da inspeção veicular ambiental em SP http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/camara-municipal-aprova-volta-da-inspecao-veicular-ambiental-em-sp/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/camara-municipal-aprova-volta-da-inspecao-veicular-ambiental-em-sp/#respond Thu, 14 Dec 2017 20:14:00 +0000

O projeto de lei prevê ainda novos prazos para zerar a emissão de poluentes vindos de combustíveis fósseis na frota do transporte público da cidade. A norma, que teria de estar em vigor já no ano que vem, foi adiada para 2037.

A inspeção será obrigatória para todos os veículos, a partir do terceiro ano de vida do automóvel. Ela será bianual.

O texto prevê multa de até R$ 5 mil para carros da capital que não fizerem a vistoria. Veículos de fora da cidade, mas que prestam serviços de transporte por aplicativo (como Uber, Cabify ou 99), além de ônibus fretados, também serão obrigados a passar pela inspeção. A obrigatoriedade ainda atinge todas as pessoas físicas e jurídicas que mantenham contratos com a administração pública.

Além dos caminhões da cidade, obrigados a fazer a vistoria, a Prefeitura também obrigará o controle de emissões de veículos de carga que têm a capital como destino. Empresas que recebem carga de outras cidades poderão ser multadas se os caminhões que as servem não tiverem a inspeção em dia, mesmo que a placa seja de outra cidade.

Frota limpa

A votação do projeto de lei ocorreu após uma discussão entre seus dois autores. Na tarde desta quinta-feira, o presidente da Câmara, Milton Leite, tentou introduzir uma emenda no projeto que, na prática, isentaria as empresas de ônibus de reduzir a emissão de poluentes. A ideia era permitir que, no lugar de trocar a matriz energética dos veículos, as empresas pudessem fazer compensação ambiental. Leite é ligado a empresas de transporte da zona sul, seu reduto eleitoral.

Gilberto Natalini, coautor da proposta, ameaçou retirar sua assinatura do projeto e barrar todas as votações do dia. Cedeu quando Leite desistiu da iniciativa.

A aprovação desse projeto era visto pela gestão Doria (PSDB) como condição determinante para o lançamento da licitação que vai renovar os contratos de ônibus na cidade. A consulta pública da proposta está marcada para começar no dia 21.

A norma estabelece que, no prazo de 10 anos, as empresas de ônibus devem reduzir em 50% a emissão de poluentes vindos da queima de diesel. Em 20 anos, a redução tem de ser de 100%

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A Câmara Municipal aprovou projeto de lei do presidente da casa, Milton Leite (DEM), e Gilberto Natalini (PV), que estabelece o retorno da inspeção veicular a cidade de São Paulo. O texto dá prazo de um ano para a Prefeitura retomar a fiscalização de veículos. A proposta segue agora para sanção do prefeito João Doria (PSDB), que já sinalizou apoio à proposta.

O projeto de lei prevê ainda novos prazos para zerar a emissão de poluentes vindos de combustíveis fósseis na frota do transporte público da cidade. A norma, que teria de estar em vigor já no ano que vem, foi adiada para 2037.

A inspeção será obrigatória para todos os veículos, a partir do terceiro ano de vida do automóvel. Ela será bianual.

O texto prevê multa de até R$ 5 mil para carros da capital que não fizerem a vistoria. Veículos de fora da cidade, mas que prestam serviços de transporte por aplicativo (como Uber, Cabify ou 99), além de ônibus fretados, também serão obrigados a passar pela inspeção. A obrigatoriedade ainda atinge todas as pessoas físicas e jurídicas que mantenham contratos com a administração pública.

Além dos caminhões da cidade, obrigados a fazer a vistoria, a Prefeitura também obrigará o controle de emissões de veículos de carga que têm a capital como destino. Empresas que recebem carga de outras cidades poderão ser multadas se os caminhões que as servem não tiverem a inspeção em dia, mesmo que a placa seja de outra cidade.

Frota limpa

A votação do projeto de lei ocorreu após uma discussão entre seus dois autores. Na tarde desta quinta-feira, o presidente da Câmara, Milton Leite, tentou introduzir uma emenda no projeto que, na prática, isentaria as empresas de ônibus de reduzir a emissão de poluentes. A ideia era permitir que, no lugar de trocar a matriz energética dos veículos, as empresas pudessem fazer compensação ambiental. Leite é ligado a empresas de transporte da zona sul, seu reduto eleitoral.

Gilberto Natalini, coautor da proposta, ameaçou retirar sua assinatura do projeto e barrar todas as votações do dia. Cedeu quando Leite desistiu da iniciativa.

A aprovação desse projeto era visto pela gestão Doria (PSDB) como condição determinante para o lançamento da licitação que vai renovar os contratos de ônibus na cidade. A consulta pública da proposta está marcada para começar no dia 21.

A norma estabelece que, no prazo de 10 anos, as empresas de ônibus devem reduzir em 50% a emissão de poluentes vindos da queima de diesel. Em 20 anos, a redução tem de ser de 100%.

Fonte: Estadao Conteudo

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Laudelina: aplicativo para trabalhadoras domésticas http://www.jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/midias-e-identidade/laudelina-aplicativo-para-trabalhadoras-domesticas/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/midias-e-identidade/laudelina-aplicativo-para-trabalhadoras-domesticas/#respond Thu, 14 Dec 2017 22:13:13 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074138 cativo Laudelina foi criado pela ong Themis e a pela Federação Nacional de Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), no objetivo de promover os direitos das trabalhadoras domésticas e possibilitar a aproximação e engajamento da categoria.

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O aplicativo Laudelina foi criado pela ong Themis e a pela Federação Nacional de Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), no objetivo de promover os direitos das trabalhadoras domésticas e possibilitar a aproximação e engajamento da categoria.

O aplicativo conta com ferramentas como uma calculadora de benefícios e uma rede de contatos. O nome da ferramenta homenageia a ativista sindical e trabalhadora doméstica, Laudelina de Campos Melo (1904-1991).

A trajetória de Laudelina foi voltada à luta contra o preconceito racial, subvalorização das mulheres e exploração da classe trabalhadora. Nasceu em Poços de Caldas, Minas Gerais.

Aos sete anos de idade, Laudelina começou a trabalhar como empregada doméstica, aos 16 anos deu início à sua atuação em organizações de cunho cultural, quando foi eleita presidente do Clube 13 de Maio, agremiação que promovia atividades recreativas e políticas entre os negros de sua cidade.

Em Campinas (SP), em 1936, Laudelina fundou o primeiro sindicato das domésticas do Brasil.

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Câmara da Argentina suspende debate da reforma da Previdência por protestos http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/camara-da-argentina-suspende-debate-da-reforma-da-previdencia-por-protestos/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/camara-da-argentina-suspende-debate-da-reforma-da-previdencia-por-protestos/#respond Thu, 14 Dec 2017 20:12:00 +0000

Monzó, que faz parte do governista Cambiemos, suspendeu a sessão logo depois que a deputada Elisa Carrió, do mesmo partido, solicitou devido ao clima de violência e posterior discussão dentro do local.

As forças de segurança dispersaram com balas de borracha e gás lacrimogêneo a centenas de sindicalistas e militantes de organizações sociais e políticas que haviam se concentrado no entorno do Congresso em rechaço à iniciativa legislativa.

O projeto que propõe um corte nos benefícios previdenciários, nas pensões e na ajuda para famílias pobres em março de 2018 já foi aprovado pelo Senado. O governo do presidente Mauricio Macri está apostando em transformá-lo em lei em uma maratona de sessões na Câmara, onde é necessário de apoio dos setores da oposição. Os votos não estavam assegurados horas antes do início do debate. Fonte: Associated Press

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O presidente da Câmara dos Deputados da Argentina, Emilio Monzó, suspendeu nesta quinta-feira a sessão na qual seria debatido um controverso projeto governista de reforma da Previdência, após violentos incidentes entre policiais e manifestantes ocorridos nas imediações do Congresso.

Monzó, que faz parte do governista Cambiemos, suspendeu a sessão logo depois que a deputada Elisa Carrió, do mesmo partido, solicitou devido ao clima de violência e posterior discussão dentro do local.

As forças de segurança dispersaram com balas de borracha e gás lacrimogêneo a centenas de sindicalistas e militantes de organizações sociais e políticas que haviam se concentrado no entorno do Congresso em rechaço à iniciativa legislativa.

O projeto que propõe um corte nos benefícios previdenciários, nas pensões e na ajuda para famílias pobres em março de 2018 já foi aprovado pelo Senado. O governo do presidente Mauricio Macri está apostando em transformá-lo em lei em uma maratona de sessões na Câmara, onde é necessário de apoio dos setores da oposição. Os votos não estavam assegurados horas antes do início do debate. Fonte: Associated Press.

Fonte: Estadao Conteudo

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Microsoft inova com linguagem de programação quântica http://www.jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/midias-e-identidade/microsoft-inova-com-linguagem-de-programacao-quantica/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/midias-e-identidade/microsoft-inova-com-linguagem-de-programacao-quantica/#respond Thu, 14 Dec 2017 21:54:19 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074102 Saiba mais em Jornal de Brasília

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A Microsoft lançou na ultima segunda-feira (12) uma nova linguagem de programação, a Q# ( (pronuncia-se Q Sharp). Para acompanhar a nova linguagem, a empresa criou um simulador voltado para que os desenvolvedores consigam testar seus algoritmos. A intenção é abrir a tecnologia para uma vasta gama de usos e áreas diferentes. A mais significativa das áreas é a da criptografia.

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Médico assume ter gravado iniciais em fígado de pacientes http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/medico-assume-ter-gravado-iniciais-em-figado-de-pacientes/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/medico-assume-ter-gravado-iniciais-em-figado-de-pacientes/#respond Thu, 14 Dec 2017 19:54:00 +0000 Saiba mais em Jornal de Brasília

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Um médico inglês assumiu ter gravado suas iniciais no fígado de dois pacientes. Simon Brahall se declarou culpado nesta quarta-feira (13) durante o julgamento de suas ações.

O médico usou um equipamento de cauterização para marcar as iniciais de seu nome no órgão dos pacientes em 2013. As marcas não danificaram o funcionamento do órgão e desapareceram sem nenhuma intervenção cirúrgica.

O caso foi descoberto quando outro médico teve de realizar uma segunda cirurgia em um paciente que Simon já havia operado. Ele foi afastado de suas funções no hospital Birmingham’s Queen Elizabeth e poucos meses depois, enquanto acontecia uma investigação disciplinar interna, entregou sua carta de demissão.

Após o julgamento, Simon foi liberado mediante pagamento de fiança e terá sua sentença decretada no dia 12 de janeiro

Fonte: Agencia Estado

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Zé Ramalho e Joelma são atrações do Circuito Cerrado de Rodeio no Taguaparque http://www.jornaldebrasilia.com.br/clica-brasilia/ze-ramalho-e-joelma-sao-atracoes-do-circuito-cerrado-de-rodeio-no-taguaparque/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/clica-brasilia/ze-ramalho-e-joelma-sao-atracoes-do-circuito-cerrado-de-rodeio-no-taguaparque/#respond Thu, 14 Dec 2017 21:53:51 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074096 Saiba mais em Jornal de Brasília

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A capital federal recebe, de 15 a 17 de dezembro, um evento de peso. Trata-se do Circuito Cerrado de Rodeio, que desembarca em Taguatinga, no Taguaparque, e apresenta uma variada programação – com destaque aos shows de Zé Ramalho e Joelma -, além de rodeios com os 15 melhores peões do Brasil, show pirotécnico e narração de Gleydson Rodrigues. Na sexta (15), sobem ao palco do evento Boni e Belluco, Pedro Paulo e Mateus, Só pra Xamegar, Barão e Mauá, Igor Soares e Zé Lucas e Renato. Zé Ramalho é grande atração de sábado (16), quando o cantor faz show em comemoração aos seus 40 anos de carreira. Leandro Kato, João Arthur e Daniel, Balalaica e João Pedro e Gabriel completam a lista de atrações musicais do dia 16. No domingo (17), Joelma promete colocar o público de Brasília para dançar muito. O shows têm início às 21h.

Mais de 30 discos gravados, em mais de 40 anos de carreira profissional, Zé Ramalho é um dos maiores nomes da música popular brasileira. O cantor paraibano faz parte da história musical brasileira, com canções como “Avohai”, “ Chão de Giz”, Vida de Gado”, entre tantas outras. No Circuito Cerrado de Rodeio, Zé promete muita animação ao comemorar os 40 anos de sua trajetória.

Joelma da Silva Mendes, mais conhecida apenas como Joelma, é cantora, compositora, estilista, empresária, coreógrafa e dançarina. Foi vocalista da Banda Calypso de 1999 a 2015, com mais de 20 milhões de CDs e DVDs vendidos – a maior recordista de vendas no Brasil até hoje. Conquistou vários prêmios importantes da música, além de possuir um disco de diamante quíntuplo, sendo a única no Brasil a tê-lo, além de Ivete Sangalo. Joelma tem como marca registrada sua voz, timbre e apresentação que mistura canto com dança. Em Brasília, Joelma apresenta sucessos, como “Não teve amor”, “Voando pro Pará”, “Chora não coração” e “Game Over”.

Serviço

Circuito Cerrado de Rodeio – etapa final

Data: 15, 16 e 17 de dezembro, sexta, sábado e domingo, às 21h

Local: Taguaparque

Valor dos ingressos (primeiro lote)

Sexta: pista: R$20

open bar: R$50

Sábado: pista: R$40

Open bar: R$100

Domingo: pista: R$40

Open bar: R$100

Qualquer ingresso comprado para o domingo dá direito a uma cortesia pista para sexta.
Estacionamento privativo a R$10
Maior locutor do Brasil Gleydson Rodrigues fazendo a narração do Rodeio

Cobertura na área de show e praça de alimentação

Pontos de venda

On line : furandoafila.com.br

Óticas Diniz (todas)

Casa do cowboy

Lendários jeans

Programação

Sexta:

Boni e Belluco, Pedro Paulo e Mateus, Só pra Xamegar, Barão e Mauá, Igor Soares e Zé Lucas e Renato

Sábado

Zé Ramalho, Leandro Kato, João Arthur e Daniel, Balalaica e João Pedro e Gabriel.

Domingo

Joelma, Rose e Raissa, Roni e Roberto, Roniel e Rafael e João Arthur e Daniel

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Médico inglês assume ter gravado iniciais em fígado de pacientes http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/medico-ingles-assume-ter-gravado-iniciais-em-figado-de-pacientes/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/medico-ingles-assume-ter-gravado-iniciais-em-figado-de-pacientes/#respond Thu, 14 Dec 2017 19:53:00 +0000

O médico usou um equipamento de cauterização para marcar as iniciais de seu nome no órgão dos pacientes em 2013. As marcas não danificaram o funcionamento do órgão e desapareceram sem nenhuma intervenção cirúrgica.

O caso foi descoberto quando outro médico teve de realizar uma segunda cirurgia em um paciente que Simon já havia operado. Ele foi afastado de suas funções no hospital Birmingham's Queen Elizabeth e poucos meses depois, enquanto acontecia uma investigação disciplinar interna, entregou sua carta de demissão.

Após o julgamento, Simon foi liberado mediante pagamento de fiança e terá sua sentença decretada no dia 12 de janeir

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Um médico inglês assumiu ter gravado suas iniciais no fígado de dois pacientes. Simon Brahall se declarou culpado nesta quarta-feira, 13, durante o julgamento de suas ações.

O médico usou um equipamento de cauterização para marcar as iniciais de seu nome no órgão dos pacientes em 2013. As marcas não danificaram o funcionamento do órgão e desapareceram sem nenhuma intervenção cirúrgica.

O caso foi descoberto quando outro médico teve de realizar uma segunda cirurgia em um paciente que Simon já havia operado. Ele foi afastado de suas funções no hospital Birmingham’s Queen Elizabeth e poucos meses depois, enquanto acontecia uma investigação disciplinar interna, entregou sua carta de demissão.

Após o julgamento, Simon foi liberado mediante pagamento de fiança e terá sua sentença decretada no dia 12 de janeiro

Fonte: Estadao Conteudo

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Fachin defende desmembramento das investigações do ‘quadrilhão’ do PMDB da Câmara http://www.jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/fachin-defende-desmembramento-das-investigacoes-do-quadrilhao-do-pmdb-da-camara/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/fachin-defende-desmembramento-das-investigacoes-do-quadrilhao-do-pmdb-da-camara/#respond Thu, 14 Dec 2017 19:48:00 +0000

Depois de a Câmara dos Deputados barrar o prosseguimento da denúncia em relação ao presidente Michel Temer e aos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República), Fachin decidiu enviar ao juiz federal Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba, a parte da denúncia pelo suposto crime de organização criminosa que se refere ao restante do núcleo político do PMDB da Câmara - o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e o ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

Já a parte da denúncia que trata do crime de obstrução à investigação de organização criminosa, com relação aos executivos Joesley Mendonça Batista e Ricardo Saud, foi encaminhada à Justiça Federal em Brasília.

Na sessão desta quinta-feira, Fachin reiterou os fundamentos que embasaram a sua decisão.

"A imunidade formal prevista na Constituição Federal tem por finalidade tutelar os cargos de presidente da República e ministros de Estado, razão pela qual não é extensível a codenunciados que não se encontram investidos em tais funções", disse Fachin.

"Não verifico qualquer óbice ao desmembramento dos autos em relação ao agravante e aos demais não detentores de foro por prerrogativa de função", prosseguiu o ministro.

Ao final da sessão, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, anunciou que o julgamento será retomado na última sessão plenária da Corte, marcada para começar às 9h da próxima terça-feira, 19

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu na tarde desta quinta-feira, 14, o desmembramento das investigações do “quadrilhão do PMDB da Câmara”.

Depois de a Câmara dos Deputados barrar o prosseguimento da denúncia em relação ao presidente Michel Temer e aos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República), Fachin decidiu enviar ao juiz federal Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba, a parte da denúncia pelo suposto crime de organização criminosa que se refere ao restante do núcleo político do PMDB da Câmara – o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e o ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

Já a parte da denúncia que trata do crime de obstrução à investigação de organização criminosa, com relação aos executivos Joesley Mendonça Batista e Ricardo Saud, foi encaminhada à Justiça Federal em Brasília.

Na sessão desta quinta-feira, Fachin reiterou os fundamentos que embasaram a sua decisão.

“A imunidade formal prevista na Constituição Federal tem por finalidade tutelar os cargos de presidente da República e ministros de Estado, razão pela qual não é extensível a codenunciados que não se encontram investidos em tais funções”, disse Fachin.

“Não verifico qualquer óbice ao desmembramento dos autos em relação ao agravante e aos demais não detentores de foro por prerrogativa de função”, prosseguiu o ministro.

Ao final da sessão, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, anunciou que o julgamento será retomado na última sessão plenária da Corte, marcada para começar às 9h da próxima terça-feira, 19.

Fonte: Estadao Conteudo

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Bolsas de NY fecham em queda em meio a ansiedade com reforma tributária http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/bolsas-de-ny-fecham-em-queda-em-meio-a-ansiedade-com-reforma-tributaria/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/bolsas-de-ny-fecham-em-queda-em-meio-a-ansiedade-com-reforma-tributaria/#respond Thu, 14 Dec 2017 19:38:00 +0000

Os índices recuaram de ganhos observados mais cedo, pressionados por dúvidas se os republicanos vão conseguir conciliar itens importantes da proposta para reforma tributária num curto período de tempo.

Os republicanos estão agora examinando se adiam as votações na Câmara dos Representantes e no Senado na próxima semana, depois de o senador Marco Rubio ter afirmado que vai se opor ao projeto, caso não haja mais benefícios para crianças famílias de renda baixa.

O índice Dow Jones fechou na mínima, em queda de 0,31%, aos 24.508,66 pontos; o S&P 500 caiu 0,41%, para 2.652,01 pontos, também na mínima; e o Nasdaq caiu 0,28%, para 6.856,53.

As ações de companhias financeiras no S&P 500 recuaram 0,6%. Empresas do setor de saúde também apresentaram desempenho negativo. O J.P Morgan caiu 0,81% e o Citi perdeu 1,62%. Já a Bristol-Myers Squibb viu seus papéis recuarem 2,11%.

Várias companhias de mídia também verificaram perdas depois da Walt Disney dizer que comprará os estúdios de cinema e TV da 21st Century Fox, além de seus negócios internacionais de TV a cabo.

"A competição com o Netflix, Amazon e agora com a Apple em campo, você tem uma grande briga para a Disney e eles estão usando muito dinheiro para fazer isso", disse Chris Bertelsen, chefe de investimento da Aviance Capital Partners. A Disney subiu 2,75 e a Fox subiu 5,81%. Fonte: Dow Jones Newswires

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As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em queda hoje, ao passo em que republicanos tentam prosseguir com sua reforma tributária no Congresso dos Estados Unidos.

Os índices recuaram de ganhos observados mais cedo, pressionados por dúvidas se os republicanos vão conseguir conciliar itens importantes da proposta para reforma tributária num curto período de tempo.

Os republicanos estão agora examinando se adiam as votações na Câmara dos Representantes e no Senado na próxima semana, depois de o senador Marco Rubio ter afirmado que vai se opor ao projeto, caso não haja mais benefícios para crianças famílias de renda baixa.

O índice Dow Jones fechou na mínima, em queda de 0,31%, aos 24.508,66 pontos; o S&P 500 caiu 0,41%, para 2.652,01 pontos, também na mínima; e o Nasdaq caiu 0,28%, para 6.856,53.

As ações de companhias financeiras no S&P 500 recuaram 0,6%. Empresas do setor de saúde também apresentaram desempenho negativo. O J.P Morgan caiu 0,81% e o Citi perdeu 1,62%. Já a Bristol-Myers Squibb viu seus papéis recuarem 2,11%.

Várias companhias de mídia também verificaram perdas depois da Walt Disney dizer que comprará os estúdios de cinema e TV da 21st Century Fox, além de seus negócios internacionais de TV a cabo.

“A competição com o Netflix, Amazon e agora com a Apple em campo, você tem uma grande briga para a Disney e eles estão usando muito dinheiro para fazer isso”, disse Chris Bertelsen, chefe de investimento da Aviance Capital Partners. A Disney subiu 2,75 e a Fox subiu 5,81%. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: Estadao Conteudo

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Manifestantes queimam pneus e bloqueiam trecho da BR-020 http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/manifestantes-queimam-pneus-e-bloqueiam-trecho-da-br-020/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/manifestantes-queimam-pneus-e-bloqueiam-trecho-da-br-020/#respond Thu, 14 Dec 2017 21:25:17 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074078 Saiba mais em Jornal de Brasília

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Uma manifestação bloqueou parcialmente um trecho da BR-020, na altura do km 16, por volta das 17h20 desta quinta-feira (14). Cerca de 100 moradores do Condomínio Nova Petrópolis (Planaltina) atearam fogo em pneus e usaram pedaços de madeira para interditar a via, reivindicando a suspensão da derrubada de barracos pela Agefis no local, realizada mais cedo.

O protesto ocorreu no sentido Sobradinho/Planaltina e durou, aproximadamente, 30 minutos, quando houve intervenção da Polícia Militar para impedir que a via fosse totalmente interditada. O Corpo de Bombeiros também compareceu ao local e providenciou a remoção dos resíduos utilizados pelos manifestantes como bloqueio.

A via foi liberada, porém o trânsito continuava intenso até às 19h.

Foto: Divulgação/PMDF
Foto: Divulgação/PMDF

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Meirelles diz que decidirá sobre candidatura em março ou começo de abril http://www.jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/meirelles-diz-que-decidira-sobre-candidatura-em-marco-ou-comeco-de-abril/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/meirelles-diz-que-decidira-sobre-candidatura-em-marco-ou-comeco-de-abril/#respond Thu, 14 Dec 2017 19:25:00 +0000

"Em primeiro lugar, é importante manter a agenda de reformas modernizantes na economia. Em segundo lugar, é fundamental manter e aumentar a profissionalização das empresas estatais. Em terceiro lugar, estaria implementar as reformas microeconômicas voltadas para o aumento da produtividade", afirmou o ministro, em entrevista à rádio BandNews, após ser perguntado sobre os três pontos que considerava que deveriam ser mantidos pelo próximo presidente. "Não acho que deve haver mudança de direção", completou.

Perguntado se acredita que terá o apoio do atual governo na sua eventual candidatura, Meirelles respondeu que primeiro precisa tomar a decisão de concorrer ou não, para a partir daí ver como se desenvolve a estrutura de apoio em torno do seu nome.

O ministro também avaliou que a possibilidade de concorrer à Presidência não prejudica o apoio à reforma da Previdência da parte de partidos que desejam lançar candidatos ao cargo. "As forças políticas que apoiam a reforma são muito diversas", respondeu.

Durante a entrevista, Meirelles voltou a enfatizar a necessidade da aprovação da reforma previdenciária, cuja votação na Câmara dos Deputados foi adiada para fevereiro. "Precisamos aprovar a Previdência e continuar a agenda fiscal para cumprirmos o Teto de Gastos nos próximos anos. As reformas diminuirão o risco fiscal e irão tirar esse componente da taxa de juros", argumentou.

O ministro disse estar confiante na aprovação da reforma, porque, segundo ele, os números da Previdência são brutais. Ele lembrou que o INSS já consome 55% do orçamento, volume que pode subir para 80% daqui a dez anos.

"Sem a reforma da Previdência, não sobrarão recursos para a saúde, a educação, os investimentos nem para emendas parlamentares. Se a Previdência não for aprovada, os juros vão subir porque o risco Brasil vai aumentar, o que gera pressão para o Banco Central colocar taxas elevadas para controlar inflação", alertou.

Para Meirelles, se a reforma não passar, o Brasil voltará ao cenário de incertezas que levou à recessão, e com um ambiente piorado. "Sem a reforma, cai a bolsa, sobe o dólar, e aumenta a vulnerabilidade do País", resumiu.

Ele voltou a dizer que a prioridade do governo após a aprovação da reforma previdenciária será a chamada simplificação tributária. "A carga tributária está elevada, e cortando despesas podemos reduzi-la. A simplificação tributária irá facilitar a vida de todos", defendeu.

Meirelles ainda admitiu que a sensação de bem-estar da população continua em baixa, segundo ele, porque a recessão foi muito longa. "A sensação de bem-estar é algo que cresce devagar e a população ainda não percebe. A população se sentirá melhor a partir do segundo trimestre de 2018", projetou. "Os juros para o consumidor tendem a cair enquanto a Selic se mantiver baixa", concluiu

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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, repetiu nesta quinta-feira, 14, que só tomará uma decisão sobre uma eventual candidatura à Presidência da República em março ou no começo de abril do próximo ano, mas adiantou quais diretrizes manteria caso fosse eleito para o cargo máximo do País.

“Em primeiro lugar, é importante manter a agenda de reformas modernizantes na economia. Em segundo lugar, é fundamental manter e aumentar a profissionalização das empresas estatais. Em terceiro lugar, estaria implementar as reformas microeconômicas voltadas para o aumento da produtividade”, afirmou o ministro, em entrevista à rádio BandNews, após ser perguntado sobre os três pontos que considerava que deveriam ser mantidos pelo próximo presidente. “Não acho que deve haver mudança de direção”, completou.

Perguntado se acredita que terá o apoio do atual governo na sua eventual candidatura, Meirelles respondeu que primeiro precisa tomar a decisão de concorrer ou não, para a partir daí ver como se desenvolve a estrutura de apoio em torno do seu nome.

O ministro também avaliou que a possibilidade de concorrer à Presidência não prejudica o apoio à reforma da Previdência da parte de partidos que desejam lançar candidatos ao cargo. “As forças políticas que apoiam a reforma são muito diversas”, respondeu.

Durante a entrevista, Meirelles voltou a enfatizar a necessidade da aprovação da reforma previdenciária, cuja votação na Câmara dos Deputados foi adiada para fevereiro. “Precisamos aprovar a Previdência e continuar a agenda fiscal para cumprirmos o Teto de Gastos nos próximos anos. As reformas diminuirão o risco fiscal e irão tirar esse componente da taxa de juros”, argumentou.

O ministro disse estar confiante na aprovação da reforma, porque, segundo ele, os números da Previdência são brutais. Ele lembrou que o INSS já consome 55% do orçamento, volume que pode subir para 80% daqui a dez anos.

“Sem a reforma da Previdência, não sobrarão recursos para a saúde, a educação, os investimentos nem para emendas parlamentares. Se a Previdência não for aprovada, os juros vão subir porque o risco Brasil vai aumentar, o que gera pressão para o Banco Central colocar taxas elevadas para controlar inflação”, alertou.

Para Meirelles, se a reforma não passar, o Brasil voltará ao cenário de incertezas que levou à recessão, e com um ambiente piorado. “Sem a reforma, cai a bolsa, sobe o dólar, e aumenta a vulnerabilidade do País”, resumiu.

Ele voltou a dizer que a prioridade do governo após a aprovação da reforma previdenciária será a chamada simplificação tributária. “A carga tributária está elevada, e cortando despesas podemos reduzi-la. A simplificação tributária irá facilitar a vida de todos”, defendeu.

Meirelles ainda admitiu que a sensação de bem-estar da população continua em baixa, segundo ele, porque a recessão foi muito longa. “A sensação de bem-estar é algo que cresce devagar e a população ainda não percebe. A população se sentirá melhor a partir do segundo trimestre de 2018”, projetou. “Os juros para o consumidor tendem a cair enquanto a Selic se mantiver baixa”, concluiu.

Fonte: Estadao Conteudo

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Médicos de Temer dizem que permanência no hospital é por segurança http://www.jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/medicos-de-temer-dizem-que-permanencia-no-hospital-e-por-seguranca/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/medicos-de-temer-dizem-que-permanencia-no-hospital-e-por-seguranca/#respond Thu, 14 Dec 2017 19:19:00 +0000

Segundo os médicos Roberto Kalil Filho e Miguel Srougi, a permanência por mais tempo de Temer no hospital foi requisitada como medida de precaução. Como toma remédios anticoagulantes desde antes de ser submetido à angioplastia, no mês passado, Temer está com o sangue mais fino e corre maior risco de passar por sangramentos, que são ocorrências típicas justamente da cirurgia a que ele se submeteu na quarta-feira.

Em coletiva realizada no hospital Sírio-Libanês, Kalil e Srougi reiteraram que Temer é um paciente saudável, mas que, por causa da sonda, foi orientado que o melhor seria adiar a viagem a quatro países da Ásia, programada para o início de janeiro.

De acordo com Srougi, que é urologista, o procedimento de quarta não estava programado, mas Temer já apresentava uma obstrução da uretra ligada a um procedimento mais antigo. Esse quadro foi constatado em outubro, quando o presidente foi submetido a uma cirurgia para desobstrução da uretra. "Mas naquele momento, deixamos a sonda por apenas três dias. Desta vez, vamos deixar mais tempo", ponderou.

Os médicos disseram ainda que, na outra ocasião, Temer foi submetido a uma biópsia da bexiga e da próstata, mas o resultado das duas foi normal. "Isto afastou qualquer quadro mais grave", disse Srougi, acrescentando que esses exames foram feitos por "excesso de precaução".

Sobre as três intervenções cirúrgicas realizadas nos últimos três meses, os médicos disseram que são procedimentos corriqueiros e que, no caso das primeiras, o problema está resolvido. Em relação ao estreitamento da uretra, Srougi notou que é possível que o quadro volte a aparecer, mas salientou que eles vão trabalhar para minimizar esse risco

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Após ser submetido na quarta-feira, 13, a uma pequena cirurgia para tratar de um estreitamento do canal urinário, o presidente Michel Temer terá que usar uma sonda na uretra por um período de duas a três semanas, informou nesta quinta-feira, 14, a equipe médica do peemedebista.

Segundo os médicos Roberto Kalil Filho e Miguel Srougi, a permanência por mais tempo de Temer no hospital foi requisitada como medida de precaução. Como toma remédios anticoagulantes desde antes de ser submetido à angioplastia, no mês passado, Temer está com o sangue mais fino e corre maior risco de passar por sangramentos, que são ocorrências típicas justamente da cirurgia a que ele se submeteu na quarta-feira.

Em coletiva realizada no hospital Sírio-Libanês, Kalil e Srougi reiteraram que Temer é um paciente saudável, mas que, por causa da sonda, foi orientado que o melhor seria adiar a viagem a quatro países da Ásia, programada para o início de janeiro.

De acordo com Srougi, que é urologista, o procedimento de quarta não estava programado, mas Temer já apresentava uma obstrução da uretra ligada a um procedimento mais antigo. Esse quadro foi constatado em outubro, quando o presidente foi submetido a uma cirurgia para desobstrução da uretra. “Mas naquele momento, deixamos a sonda por apenas três dias. Desta vez, vamos deixar mais tempo”, ponderou.

Os médicos disseram ainda que, na outra ocasião, Temer foi submetido a uma biópsia da bexiga e da próstata, mas o resultado das duas foi normal. “Isto afastou qualquer quadro mais grave”, disse Srougi, acrescentando que esses exames foram feitos por “excesso de precaução”.

Sobre as três intervenções cirúrgicas realizadas nos últimos três meses, os médicos disseram que são procedimentos corriqueiros e que, no caso das primeiras, o problema está resolvido. Em relação ao estreitamento da uretra, Srougi notou que é possível que o quadro volte a aparecer, mas salientou que eles vão trabalhar para minimizar esse risco.

Fonte: Estadao Conteudo

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Presidente da Câmara tenta flexibilizar lei do ônibus limpo em SP http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/presidente-da-camara-tenta-flexibilizar-lei-do-onibus-limpo-em-sp/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/presidente-da-camara-tenta-flexibilizar-lei-do-onibus-limpo-em-sp/#respond Thu, 14 Dec 2017 19:17:00 +0000

O PL altera a Lei Municipal de Mudanças Climáticas, cuja meta era, até o ano que vem, ter todos os ônibus da cidade movidos a combustíveis renováveis, ou seja, não fósseis. Pela modificação, fica estabelecido um prazo de 20 anos para que os ônibus da cidade deixem de emitir CO2, o principal gás responsável pelo efeito estufa.

Depois de ter conseguido alcançar um consenso com vereadores que se opunham à extensão do prazo, como o vereador Gilberto Natalini, nesta quinta, Leite apresentou uma nova emenda permitindo que as empresas apresentem projetos individuais ou coletivos de compensações de suas emissões.

A medida causou rebuliço ao ser compreendida como uma artimanha para, na prática, as empresas não terem de mudar sua frota e adotar modelos de energia limpa. Bastaria, por exemplo, apresentar um projeto de plantio de árvores ou muros verdes. "Isso foi um golpe. Estou retirando meu nome da assinatura do projeto e vou obstruir toda as votações da Câmara hoje", disse Natalini à reportagem.

Leite acabou recuando. "A emenda sequer foi apresentada. A ideia é que, por exemplo, se uma empresa conseguir reduzir apenas 48% das emissões, possa compensar os outros 2% de outras maneiras para não sofrer punições. Mas mal quiseram me ouvir. Então, (a emenda) já não será apresentada."

Para ambientalistas que acompanhavam a votação, isso acabaria inviabilizando o projeto de lei. "Mecanismos de compensação são complexos. Temos histórico de empresas que deixam de promover uma solução energética por contarem com a compensação. Vemos como uma manobra regimental para retirar as empresas da obrigatoriedade de fazer a transição energética", comentou o ambientalista Flavio Siqueira, do projeto Cidade dos Sonhos, coalizão de organizações e movimentos de São Paulo que lidam com mobilidade. "O prazo de 20 anos já era longo, quando sabemos que existe tecnologia para fazer em dez, mas agora é demais", diz.

O projeto, já aprovado em primeira votação, estava previsto para entrar em segunda votação nesta quinta na Câmara. Ele também prevê a volta da inspeção veicular na cidade

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O presidente da Câmara, vereador Milton Leite (DEM), apresentou nesta quinta-feira, 14, emenda ao Projeto de Lei (PL) 300, que versa sobre emissões de transporte público na cidade, possibilitando que essas empresas apenas compensem suas emissões de gás carbônico (CO2), em vez de reduzi-las. Após ser fortemente criticado, recuou e tirou a proposta da mesa.

O PL altera a Lei Municipal de Mudanças Climáticas, cuja meta era, até o ano que vem, ter todos os ônibus da cidade movidos a combustíveis renováveis, ou seja, não fósseis. Pela modificação, fica estabelecido um prazo de 20 anos para que os ônibus da cidade deixem de emitir CO2, o principal gás responsável pelo efeito estufa.

Depois de ter conseguido alcançar um consenso com vereadores que se opunham à extensão do prazo, como o vereador Gilberto Natalini, nesta quinta, Leite apresentou uma nova emenda permitindo que as empresas apresentem projetos individuais ou coletivos de compensações de suas emissões.

A medida causou rebuliço ao ser compreendida como uma artimanha para, na prática, as empresas não terem de mudar sua frota e adotar modelos de energia limpa. Bastaria, por exemplo, apresentar um projeto de plantio de árvores ou muros verdes. “Isso foi um golpe. Estou retirando meu nome da assinatura do projeto e vou obstruir toda as votações da Câmara hoje”, disse Natalini à reportagem.

Leite acabou recuando. “A emenda sequer foi apresentada. A ideia é que, por exemplo, se uma empresa conseguir reduzir apenas 48% das emissões, possa compensar os outros 2% de outras maneiras para não sofrer punições. Mas mal quiseram me ouvir. Então, (a emenda) já não será apresentada.”

Para ambientalistas que acompanhavam a votação, isso acabaria inviabilizando o projeto de lei. “Mecanismos de compensação são complexos. Temos histórico de empresas que deixam de promover uma solução energética por contarem com a compensação. Vemos como uma manobra regimental para retirar as empresas da obrigatoriedade de fazer a transição energética”, comentou o ambientalista Flavio Siqueira, do projeto Cidade dos Sonhos, coalizão de organizações e movimentos de São Paulo que lidam com mobilidade. “O prazo de 20 anos já era longo, quando sabemos que existe tecnologia para fazer em dez, mas agora é demais”, diz.

O projeto, já aprovado em primeira votação, estava previsto para entrar em segunda votação nesta quinta na Câmara. Ele também prevê a volta da inspeção veicular na cidade.

Fonte: Estadao Conteudo

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Mansur diz que foram retiradas todas menções a ‘rural’ do texto da Previdência http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/mansur-diz-que-foram-retiradas-todas-mencoes-a-rural-do-texto-da-previdencia/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/mansur-diz-que-foram-retiradas-todas-mencoes-a-rural-do-texto-da-previdencia/#respond Thu, 14 Dec 2017 19:13:00 +0000

"Tiramos todas as menções a rural", disse Mansur. As mudanças foram feitas durante reunião entre o relator, o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e técnicos do Palácio do Planalto. O encontro aconteceu no gabinete da liderança do governo e começou após Oliveira Maia discursar no plenário da Câmara acerca da reforma, que só será discutida e votada em fevereiro de 2018.

Em entrevista mais cedo, Oliveira Maia afirmou que continua aberto a negociações para alterar a proposta, principalmente mudanças que tragam voto. "Continuamos com as portas abertas no sentido de fazer as modificações, sobretudo aquelas que trazem apoio à reforma. (...) O texto vai ficar em aberto até a votação do último destaque (sugestões de mudança)", disse o relator.

Negociação

Uma das mudanças que ainda estão em negociações é em relação à regra de transição servidores públicos que ingressaram antes de 2003 poderem se aposentar com o maior salário da carreira e com reajustes reais idênticos aos servidores da ativa, as chamadas integralidade e paridade. O relator admitiu que ofereceu à categoria a mesma regra de transição que tinha oferecido durante a discussão da matéria na comissão especial, em maio, mas que foi rejeitada pela categoria.

Pelo texto da reforma aprovado na comissão, servidores que ingressaram até 2003 deverão cumprir idade mínima de 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) para se aposentarem com direito a integralidade e paridade. Com a crítica dos servidores, que detêm relevante poder de mobilização no Congresso Nacional, o governo aceitou negociar uma regra de transição.

"Tínhamos feito uma proposta aos servidores em maio, e os servidores não aceitaram. Agora, estamos devolvendo à mesma proposta", disse o relator. A proposta do relator era para que esses servidores pagassem um "pedágio" de 50%, ou seja, trabalhassem metade do tempo de contribuição que falta hoje para se aposentarem. Em troca disso, a idade mínima para eles seria reduzida para 60 anos

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O relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), retirou da proposta todas os trechos que previam alterações nas regras de aposentadoria dos trabalhadores rurais, informou Beto Mansur (PRB-SP), um dos vice-líderes do governo na Casa. O novo texto deve ser apresentado ainda nesta quinta-feira, 14, de acordo com o parlamentar paulista.

“Tiramos todas as menções a rural”, disse Mansur. As mudanças foram feitas durante reunião entre o relator, o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e técnicos do Palácio do Planalto. O encontro aconteceu no gabinete da liderança do governo e começou após Oliveira Maia discursar no plenário da Câmara acerca da reforma, que só será discutida e votada em fevereiro de 2018.

Em entrevista mais cedo, Oliveira Maia afirmou que continua aberto a negociações para alterar a proposta, principalmente mudanças que tragam voto. “Continuamos com as portas abertas no sentido de fazer as modificações, sobretudo aquelas que trazem apoio à reforma. (…) O texto vai ficar em aberto até a votação do último destaque (sugestões de mudança)”, disse o relator.

Negociação

Uma das mudanças que ainda estão em negociações é em relação à regra de transição servidores públicos que ingressaram antes de 2003 poderem se aposentar com o maior salário da carreira e com reajustes reais idênticos aos servidores da ativa, as chamadas integralidade e paridade. O relator admitiu que ofereceu à categoria a mesma regra de transição que tinha oferecido durante a discussão da matéria na comissão especial, em maio, mas que foi rejeitada pela categoria.

Pelo texto da reforma aprovado na comissão, servidores que ingressaram até 2003 deverão cumprir idade mínima de 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) para se aposentarem com direito a integralidade e paridade. Com a crítica dos servidores, que detêm relevante poder de mobilização no Congresso Nacional, o governo aceitou negociar uma regra de transição.

“Tínhamos feito uma proposta aos servidores em maio, e os servidores não aceitaram. Agora, estamos devolvendo à mesma proposta”, disse o relator. A proposta do relator era para que esses servidores pagassem um “pedágio” de 50%, ou seja, trabalhassem metade do tempo de contribuição que falta hoje para se aposentarem. Em troca disso, a idade mínima para eles seria reduzida para 60 anos.

Fonte: Estadao Conteudo

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Base do governo boicota sessão e votação do Orçamento do DF para 2018 é adiada http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/base-do-governo-boicota-sessao-e-votacao-do-orcamento-do-df-para-2018-e-adiada/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/base-do-governo-boicota-sessao-e-votacao-do-orcamento-do-df-para-2018-e-adiada/#respond Thu, 14 Dec 2017 20:55:43 +0000 http://www.jornaldebrasilia.com.br/?p=1074048 Eric Zamboambon@grupojbr.com

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Eric Zambon
eric.zambon@grupojbr.com

As desavenças entre os deputados da base governista e oposição se acirraram na Câmara Legislativa do DF e a votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2018 foi novamente adiada por falta de quórum. Com isso, o recesso parlamentar, que deveria começar nesta sexta-feira (18), foi sobrestado e haverá uma nova tentativa de aprovar o orçamento na próxima terça-feira (19), em sessão ordinária.

Os deputados da situação, encabeçados pelo líder do governo, Agaciel Maia (PR), queriam a aprovação de uma emenda ao PLOA que permitisse ao Buriti remanejar R$ 1,2 bilhão do fundo de aposentadoria dos servidores públicos de Brasília. Esse dinheiro seria tirado do superávit do Instituto da Previdência Social (Iprev) e teria como destinação obras e nomeações. Na noite dessa quarta, porém, a matéria foi destacada do PLOA pelo presidente da Casa, deputado Joe Valle (PDT), e derrotada com voto de Minerva dele, após empate de 10 a 10 nos votos.

Com a derrota, os governistas se retiraram do plenário, impossibilitando a votação do orçamento. Nesta quinta, eles sequer compareceram à sessão, novamente adiando a apreciação do projeto por falta de quórum – só havia 12 parlamentares na Casa no momento da convocação.

Mais cedo, em meio aos debates, o deputado Robério Negreiros (PSDB) chamou o líder do governo na Casa, Agaciel Maia (PR), de sonso e parlapatão, após o parlamentar ter sugerido traição do colega na votação da última quarta.

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Fitch: atraso na reforma evidencia riscos incorporados à perspectiva negativa http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/fitch-atraso-na-reforma-evidencia-riscos-incorporados-a-perspectiva-negativa/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/fitch-atraso-na-reforma-evidencia-riscos-incorporados-a-perspectiva-negativa/#respond Thu, 14 Dec 2017 18:53:00 +0000

Para a agência, a janela de oportunidade para uma reforma significativa da Previdência antes da eleição de 2018 está se estreitando e novos atrasos ou diluições impõem riscos para a viabilidade do limite de gastos e estabilização da dívida no médio prazo. Além disso, acrescenta a Fitch, tal situação representa riscos potenciais para a confiança do mercado e para o processo de recuperação econômica no curto prazo

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A agência de classificação de risco Fitch destaca em nota que “o atraso na reforma da Previdência evidencia riscos incorporados à nossa perspectiva negativa do rating BB do Brasil”.

Para a agência, a janela de oportunidade para uma reforma significativa da Previdência antes da eleição de 2018 está se estreitando e novos atrasos ou diluições impõem riscos para a viabilidade do limite de gastos e estabilização da dívida no médio prazo. Além disso, acrescenta a Fitch, tal situação representa riscos potenciais para a confiança do mercado e para o processo de recuperação econômica no curto prazo.

Fonte: Estadao Conteudo

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BC do México eleva taxa básica de juros em 0,25 ponto porcentual, para 7,25% http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/bc-do-mexico-eleva-taxa-basica-de-juros-em-025-ponto-porcentual-para-725/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/bc-do-mexico-eleva-taxa-basica-de-juros-em-025-ponto-porcentual-para-725/#respond Thu, 14 Dec 2017 18:50:00 +0000

O BC lembra que a economia global mostra sinais de melhora, tanto entre os países desenvolvidos como entre os emergentes, e que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, deve ganhar ritmo após ser moderadamente atingido pela temporada de furacões.

"Nesse contexto, as condições do mercado de trabalho continuaram melhorando. A inflação se mantém abaixo dos 2%, mas o Fed disse que a taxa deve convergir gradualmente a esse nível", disse o BC mexicano.

No comunicado, o BC lembrou que a economia do país desacelerou no terceiro trimestre e que os riscos para o crescimento aumentaram. que o principal desafio da autoridade era reforçar o ritmo de queda da inflação, que "está demorando mais que o esperado para retornar a meta de 3%"

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O Banco Central do México decidiu elevar a taxa básica de juros em 0,25 ponto porcentual, para 7,25%, de acordo com um comunicado na autoridade monetária divulgada há pouco.

O BC lembra que a economia global mostra sinais de melhora, tanto entre os países desenvolvidos como entre os emergentes, e que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, deve ganhar ritmo após ser moderadamente atingido pela temporada de furacões.

“Nesse contexto, as condições do mercado de trabalho continuaram melhorando. A inflação se mantém abaixo dos 2%, mas o Fed disse que a taxa deve convergir gradualmente a esse nível”, disse o BC mexicano.

No comunicado, o BC lembrou que a economia do país desacelerou no terceiro trimestre e que os riscos para o crescimento aumentaram. que o principal desafio da autoridade era reforçar o ritmo de queda da inflação, que “está demorando mais que o esperado para retornar a meta de 3%”.

Fonte: Estadao Conteudo

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BC da Colômbia mantém taxa básica de juros inalterada em 4,75% http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/bc-da-colombia-mantem-taxa-basica-de-juros-inalterada-em-475/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/bc-da-colombia-mantem-taxa-basica-de-juros-inalterada-em-475/#respond Thu, 14 Dec 2017 18:50:00 +0000

"Espera-se que os efeitos da indexação de preços e do aumento dos impostos indiretos se reduzam e, com isso, a inflação e as medidas de inflação básica convirjam para a meta", afirmou o BC colombiano, em comunicado.

Citando a elevação dos juros nos Estados Unidos para a faixa de 1,25% a 1,50%, o BC da Colômbia lembrou também que a S&P Global reduziu o rating do país.

"Nenhuma dessas decisões tiveram efeitos significativos sobre as medidas de risco do país, como aos juros nos mercados secundários e a taxa de câmbio", ponderou a instituição

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O Banco Central da Colômbia decidiu nesta quinta-feira manter inalterada em 4,75% a taxa básica de juros da economia. De acordo com a instituição, ainda que a inflação básica tenha deixado de cair, os efeitos diretos sobre os choques transitórios de oferta “se diluíram”.

“Espera-se que os efeitos da indexação de preços e do aumento dos impostos indiretos se reduzam e, com isso, a inflação e as medidas de inflação básica convirjam para a meta”, afirmou o BC colombiano, em comunicado.

Citando a elevação dos juros nos Estados Unidos para a faixa de 1,25% a 1,50%, o BC da Colômbia lembrou também que a S&P Global reduziu o rating do país.

“Nenhuma dessas decisões tiveram efeitos significativos sobre as medidas de risco do país, como aos juros nos mercados secundários e a taxa de câmbio”, ponderou a instituição.

Fonte: Estadao Conteudo

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Petróleo encerra em alta impulsionado por fechamento de oleoduto no Mar do Norte http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/petroleo-encerra-em-alta-impulsionado-por-fechamento-de-oleoduto-no-mar-do-norte/ http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/petroleo-encerra-em-alta-impulsionado-por-fechamento-de-oleoduto-no-mar-do-norte/#respond Thu, 14 Dec 2017 18:49:00 +0000

Na Nymex, em Nova York, o petróleo WTI para janeiro subiu US$ 0,44 (0,77%) e fechou a US$ 57,04 por barril. Já na ICE, em Londres, o petróleo Brent para fevereiro avançou US$ 0,87 (1,39%) e fechou a US$ 63,31 por barril.

Mais cedo, os contratos foram pressionados e chegaram a cair na esteira da divulgação de um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE). No documento, a AIE estima que a oferta mundial de petróleo bruto cresceu 170 mil barris por dia (bpd) em novembro, a 97,8 milhões de bpd. A agência atribuiu o avanço ao forte crescimento da produção de óleo de xisto dos EUA e ao aumento das atividades de exploração.

Além disso, a AIE elevou sua previsão para o aumento da produção dos EUA para 390 mil bpd em 2017 e 870 mil bpd no ano que vem e disse que o crescimento da oferta total poderá superar o avanço na demanda em 200 mil bpd no primeiro semestre de 2018.

Mas a expectativa de que o fechamento do oleoduto no Mar do Norte possa durar vários dias ofuscou o pessimismo para o cenário do setor no longo prazo, elevando os dois contratos para o campo positivo no final da tarde.

Os contratos já vinham avançando antes do relatório da AIE, apoiados pela extensão do acordo de corte da produção entre membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros grandes produtores. A commodity ainda ganhou impulso diante do recuo dos estoques nos EUA. (Matheus Maderal, com informações da Dow Jones Newswires - matheus.maderal@estadao.com

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Os contratos futuros do petróleo oscilaram entre ganhos e perdas hoje, mas acabou fechando em alta nos dois lados do Atlântico, impulsionado pelo fechamento do sistema de oleodutos no campo Forties, operado pela Ineos no Mar do Norte, para reparos.

Na Nymex, em Nova York, o petróleo WTI para janeiro subiu US$ 0,44 (0,77%) e fechou a US$ 57,04 por barril. Já na ICE, em Londres, o petróleo Brent para fevereiro avançou US$ 0,87 (1,39%) e fechou a US$ 63,31 por barril.

Mais cedo, os contratos foram pressionados e chegaram a cair na esteira da divulgação de um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE). No documento, a AIE estima que a oferta mundial de petróleo bruto cresceu 170 mil barris por dia (bpd) em novembro, a 97,8 milhões de bpd. A agência atribuiu o avanço ao forte crescimento da produção de óleo de xisto dos EUA e ao aumento das atividades de exploração.

Além disso, a AIE elevou sua previsão para o aumento da produção dos EUA para 390 mil bpd em 2017 e 870 mil bpd no ano que vem e disse que o crescimento da oferta total poderá superar o avanço na demanda em 200 mil bpd no primeiro semestre de 2018.

Mas a expectativa de que o fechamento do oleoduto no Mar do Norte possa durar vários dias ofuscou o pessimismo para o cenário do setor no longo prazo, elevando os dois contratos para o campo positivo no final da tarde.

Os contratos já vinham avançando antes do relatório da AIE, apoiados pela extensão do acordo de corte da produção entre membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros grandes produtores. A commodity ainda ganhou impulso diante do recuo dos estoques nos EUA. (Matheus Maderal, com informações da Dow Jones Newswires – matheus.maderal@estadao.com)

Fonte: Estadao Conteudo

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