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Do Alto da TorreEduardo Brito

Publicação: Quarta-feira, 29/10/2014
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Rorizistas devem ficar “independentes”

 

Mesmo sem ter a palavra final da direção regional do PRTB, os deputados distritais Liliane Roriz (foto) e Juarezão devem começar a formar a chamada bancada independente da Câmara Legislativa. O partido dos parlamentares apoiou a candidatura de Jofran Frejat ao Buriti, mas com a vitória de Rollemberg a dupla acena para o chamado "apoio crítico" ao novo governo do Distrito Federal. A distrital não se considera da bancada governista, mas acredita que ainda é cedo para se declarar contrária ao novo governo. "Tenho respeito pelo governador eleito e por toda a sua equipe, como o próprio coordenador da transição. Não farei oposição por ser oposição, mesmo porque respeito a vontade das urnas e não tenho mais amarras com ninguém. O momento é de trabalhar para retomar o desenvolvimento do DF e de resgatar a imagem da Câmara Legislativa", declarou. 

 

Caminho para derrotados

 

Depois de terem sido derrotados nas urnas, alguns políticos da cidade já pensam em como sobreviver nos próximos quatro anos. Uma das soluções seria a criação de organizações não governamentais com o objetivo de desenvolver trabalhos sociais em troca de visibilidade para fortalecer as possíveis candidaturas.

 

Encontro marcado

 

O governador Agnelo Queiroz e o governador eleito Rodrigo Rollemberg deverão se reunir na sexta-feira. Estarão com eles integrantes da equipe de transição.

 

Ele coordena

 

Como o secretário Swedenberger Barbosa se nega mesmo a assumir a coordenação de transição, tudo indica que a função sobrará para o governador Agnelo Queiroz.

 

Fica difícil aceitar

 

O time de Rollemberg hesita em aceitar a proposta do Buriti para que os integrantes da transição sejam pagos com recursos do Governo do Distrito Federal. Alega-se no PSB que a equipe do governador eleito não integra a administração, nem tem poder decisório, e por isso não deve ser paga com dinheiro público.

 

Nada de restringir poderes

 

Dificilmente prosperarão as iniciativas — já são quatro — que restringem poderes do Buriti. Elas estão preocupando o governador eleito Rodrigo Rollemberg, em especial o projeto de emenda à lei orgânica e a emenda à lei orçamentária. 

Nada que resista a uma boa negociação. Na Câmara, lembrava-se ontem do que aconteceu com outra emenda, a que permitia a reeleição do seu presidente, contrariando o então governador José Roberto Arruda. A emenda foi aprovada em primeiro turno. Arruda chamou distritais para conversar. Foi tudo para a gaveta.  

 

Juntos somos mais fortes

 

Encontraram-se casualmente em um restaurante de Ceilândia o deputado eleito Alberto Fraga e o ex-governador Rogério Rosso, também a caminho da Câmara. Rosso estava com o vice Renato Santana e Fraga com o ex-secretário Antônio Coelho e com o policial Marcelo Toledo. Na conversa, Fraga lembrou a Rosso que os dois somaram praticamente 20% dos votos para deputado federal no DF e afirmou que juntos terão mais peso político. 

 

Não irá para o Executivo

 

Recém-eleito deputado distrital, Rodrigo Delmasso não aceitará qualquer convite para assumir secretaria. Delmasso pautou sua campanha ouvindo a população e quer cumprir os compromissos assumidos por ela. Pretende exercer o mandato e, nele, combater a injustiça social,  a violência, a desvalorização da família e  o abuso de crianças e adolescentes.

 

Na hora certa... ou errada


O ex-senador Luiz Estevão chega ao sistema prisional do Distrito Federal exatamente na véspera da greve marcada pelos agentes penitenciários.

 

 

Hora de turbinar a CPMI da Petrobras

 

Integrante da CPMI da Petrobras, o deputado brasiliense Izalci Lucas espera que as investigações entrem em uma nova etapa. “Nós vamos cobrar o cumprimento das promessas da presidente Dilma, em especial quando ela garantiu que investigaria a fundo todos os casos de corrupção, doa a quem doer”, afirma. Para Izalci, durante o primeiro mandato de Dilma, o governo, por intermédio de sua bancada, fez tudo para impedir as apurações, inclusive na Comissão Parlamentar de Inquérito. O deputado deseja agora que, no segundo mandato, não haja a mesma obstrução, permitindo-se que a CPMI ouça testemunhas relevantes, entre as quais coloca o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

 

Vaccari é peça-chave


Para Izalci, Vaccari pode se constituir em peça-chave nas investigações, uma vez que o considera “participante do esquema instalado na Petrobras”. Vaccari, diz ele, era o responsável pelo funcionamento do esquema, ao recolher o percentual atribuído ao PT e ao distribuir o dinheiro entre os beneficiários. Com o depoimento dele, acredita, a CPMI terá como deslanchar. 

 
Tá falado



 
"A esta altura já não se pode imaginar que o esquema da Petrobras não era acompanhado de cima, pelo  ex-presidente Lula, ou que a própria presidente Dilma não soubesse de nada. Afinal, como dizem os promotores do caso, o esquema é uma continuação do mensalão.", Izalci Lucas, deputado federal pelo PSDB-DF
 
 

 

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