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Do Alto da TorreEduardo Brito

Publicação: Quarta-feira, 23/04/2014

Decisão sobre vaga deve ficar para maio

Interlocutores frequentes do governador Agnelo Queiroz (foto) convenceram-se de que a palavra final sobre a escolha do senador em sua chapa só será dada no final de maio. Até lá o governador ouvirá todas as argumentações partidárias — como a dos petistas que reivindicam a candidatura para um nome da legenda — quanto as postulações de outros grupos. 

 

Só para se cacifarem

Os mais próximos ao governador sabem que parte dos eventuais candidatos procura apenas cacifar-se para outras posições — inclusive para negociar condições mais vantajosas para disputar cadeiras de deputado federal ou distrital. A palavra final levará em conta a contribuição real que o escolhido para a vaga possa proporcionar para a chapa, em termos de tempo de televisão, de densidade eleitoral ou mesmo de imagem.

 

Frente Cristã abre alternativa

Já reivindicou a vaga a Frente Cristã, formada por cinco partidos presididos por evangélicos. Colocou uma série de nomes, fixando-se em especial no deputado federal Ronaldo Fonseca, mas colocando como alternativa o ex-senador Paulo Octávio. O próprio Paulo Octávio admite que tem havido conversas, mas nega qualquer gesto mais concreto. Também ele fala em uma definição de seu partido, o PP, apenas no final do mês que vem.

 

Duas questões para o PT

No PT, duas questões ficam no ar. Primeiro, qual será o instrumento utilizado para selecionar um nome entre os dois candidatos já colocados, o ex-secretário Geraldo Magela e o distrital Chico Leite. O estatuto partidário prevê prévias, mas considera-se possível que se empregue outro mecanismo, ainda que eventualmente sob protestos. Também há dúvidas sobre o timing, uma vez que a direção nacional do partido deverá ser ouvida. Na última vez em que houve prévias — há quatro anos, para escolha do candidato a governador — a esta altura a definição já ocorrera.

 

Mobilização dos evangélicos

Vem aí uma forte mobilização das forças políticas evangélicas.  Querem agilidade para a venda de imóveis para as igrejas. Aliás, querem que o processo comece antes das eleições. Os evangélicos lembram que a decisão legislativa já foi tomada, mas a medida ainda depende de medidas infra-legais. 

 

Desapropriações atrapalham

Os problemas representados pelas desapropriações para a execução de obras no Brasil constituem o ponto central do Seminário Nacional de Desapropriação e Reassentamento, promovido em Brasília pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o Dnit, entre os dias 12 e 16 de maio.

 

Avaliação para prática esportiva 

O distrital Rôney Nemer quer tornar obrigatória a avaliação física feita por profissional legalmente habilitado no Conselho Profissional de Educação Física para a prática de exercício físico de atividades esportivas no Distrito Federal. Argumenta que a prática esportiva seja positiva para saúde, mas não deixa de envolver riscos. De quebra, essa avaliação permitiria prescrever programas de exercício direcionado e personalizado.

 

Cidade de oportunidades

Em depoimento preparado para sessão especial de homenagem aos 54 anos de Brasília, o deputado Roberto Policarpo assegurou que a capital “hoje é uma cidade de oportunidades com inclusão social e que está em permanente transformação para a melhoria dos serviços públicos”. Declarou ainda que Brasília tornou-se “uma cidade em que não se privilegia apenas o centro, em detrimento de uma periferia onde as pessoas não têm direito a vida decente e confortável”

 

Peixes grandes ficam de fora

A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados faz hoje audiência pública sobre o aumento abusivo dos preços das passagens aéreas. Seus integrantes querem saber porque, como revelou a Embratur a partir de dados do IBGE, o preço das passagens no Brasil aumentou 131,5% acima da inflação no decorrer dos últimos oito anos. Só que, por algum tipo de manobra, nem a TAM, nem a Gol terão representantes na audiência. Só irão peixes pequenos. 

 

Morte de JK já fora investigada

Casado com Anna Christina Kubitschek Pereira, neta de JK, o ex-senador Paulo Octávio considerou um alívio o  relatório apresentado ontem pela Comissão Nacional da Verdade em que sugere que o ex-presidente Juscelino Kubitschek morreu em decorrência de um acidente de trânsito, em 1976, e não vítima de um atentado organizado pela ditadura militar. O próprio Paulo Octávio, quando deputado federal, participou de comissão que investigou exaustivamente a morte de JK, sem que se chegasse a qualquer sinal de atentado. Quem também participou dessa comissão era outro deputado federal à época, o atual governador Agnelo Queiroz. 

 

Tá falado

Estou convencido até de que Juscelino pudesse estar marcado para morrer. Mas sua morte foi um gesto do destino, uma infelicidade e não um atentado.  Investigamos o caso em profundidade, inclusive com assessoria de policiais muito qualificados. Constatamos inclusive uma ironia: JK morreu por uma questão de dois segundos. Se a colisão tivesse ocorrido dois segundos depois, seu carro teria ido para um descampado, sem se chocar com outro veículo.

Paulo Octávio,  sobre a conclusão, da  Comissão Nacional da Verdade, de que JK morreu em um acidente e não em um atentado.

 

 

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