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Do Alto da TorreEduardo Brito

Publicação: Terça-feira, 15/04/2014

PDT dá uma guinada e apoia coalizão

Reversão de expectativas na posição do PDT brasiliense sobre a sucessão. Reuniram-se o presidente regional do partido, George Michel (foto), o senador Cristovam Buarque, mais a distrital Celina Leão, o ex-deputado Fábio Barcellos e um representante do distrital Joe Valle. Em resumo, quem tem voto no partido. Decidiram adotar a posição do deputado federal José Antônio Reguffe, o outro pedetista com voto, que pretende concorrer ao Senado na chapa do PSB. Chegaram a redigir, nesse sentido, uma nota dirigida à executiva regional do PDT. Como eles têm maioria na executiva, não se espera qualquer tipo de nova surpresa.

 

Reguffe na “chapa alternativa”

De acordo com a nota, os dirigentes “decidiram apoiar integralmente a decisão de Reguffe em nome da unidade”. Pouco antes, o presidente George Michel defendera que, caso Reguffe desistisse mesmo da candidatura própria, deveria apoiar a reeleição do governador Agnelo Queiroz. Já o senador Cristovam Buarque não escondia sua irritação com Reguffe, principalmente depois que o deputado anunciou sua decisão sem consultar o partido. Ambos, porém, defenderam o apoio  ao deputado e subscreveram a nota, que fala “nos diversos partidos que compõem a chapa alternativa”. Dizem ainda que “o PDT está 100% com Reguffe”.

 

Aval de Lupi

Enfim, George Michel avisou que, ao assumir essa posição, o PDT brasiliense agiu “em consonância com a direção nacional do partido”. Conta que ele próprio conversou com o presidente nacional Carlos Lupi. O que os aliados de Reguffe mais temiam era que Lupi — defensor do apoio à reeleição da presidente Dilma — usasse seus poderes regimentais para forçar uma reprodução da aliança nacional no Distrito Federal. 

 

Para Aécio pensar

A distrital Liliane Roriz alertava ontem que o senador Aécio Neves “precisa ouvir antes de tomar uma decisão, pois lá na frente o Arruda pode sair desse processo inocentado e aí, quem sabe, mude de ideia sobre estar no palanque de Arruda. Tenho certeza que ele pensará no que é melhor”. Para Liliane, “ele pode não gostar do Arruda, mas sabe que, na cidade, o povo reconhece o trabalho do ex-governador”. Por isso mesmo, “Aécio precisará ter muita cautela antes de negar estar no mesmo palanque, pois ele sabe que quem tem voto na cidade é Roriz e o Arruda”.

 

Bandeira de campanha

O governador Agnelo Queiroz adotou ontem, ao entregar dois viadutos na historicamente engarrafada Águas Claras, o que deve ser um dos seus principais temas de campanha. Insistiu muito em que reduzir o tempo de deslocamento das pessoas é melhorar a qualidade de vida. Pelo jeito, o tema atrai mesmo. Algumas dezenas de candidatos a deputado correram para segurar, ao lado do governador, a faixa que anunciava “Trânsito liberado

 

Conversa na Catedral

Ao deixar a Catedral, no último sábado, após assistir à cerimônia de ordenação episcopal de dom Marcony Vinícius, primeiro bispo nascido na capital a integrar a Arquidiocese de Brasília, o ex-governador José Roberto Arruda foi cercado por pessoas que estavam por lá — inclusive três policiais militares que garantiam a segurança. Provocou: “a cada dez policiais que encontro, 11 dizem gostar de mim”, disse-lhes. Ele, sim, gostou ainda mais da resposta. “A PMDF com certeza está com o senhor. Numa reunião de praças, ficou claro que todos vão apoiar o senhor”, disse um dos militares, seguido por gestos de concordância dos outros dois.

 

Atenção aos hemofílicos

 Houve um ingrediente especial na sessão solene proposta pela deputada brasiliense Jaqueline Roriz em homenagem ao Dia Mundial da Hemofilia. Na sessão, que abriu a semana legislativa da Câmara dos Deputados, apareceu o também deputado Julio Delgado, em destaque por ser relator do processo que pode levar à cassação do ex-vice-presidente André Vargas. Tanto Delgado quanto Jaqueline têm filhos hemofílicos.  Delgado alertou: “só quem passa pelo problema consegue perceber a necessidade urgente de os governantes se envolverem com todo e qualquer tipo de doença que afete diretamente a vida dos cidadãos e suas famílias”.

 

Temas institucionais em debate

Deputados sucederam-se ontem na tribuna para debater um importante tema institucional: os títulos estaduais garfados por decisões erradas de árbitros de futebol. Até um brasiliense entrou na história.  Após ouvir um vascaíno protestar veementemente contra o gol validado do Flamengo ao final da decisão no Maracanã, o deputado Izalci Lucas disse que “erro de arbitragem não é privilégio só do Vasco, não. O Atlético, também, meu time, foi garfado. Não deram o pênalti, no último minuto, e perdemos o campeonato, por causa do juiz”. Pouco antes o catarinense Onofre Santo Agostini havia dito que  “como disse Roberto Dinamite, garfar uma vez, até se admite; duas, já é meio chato; agora, três, não há quem aguente — e, engraçado, o juiz só erra contra o Vasco”.

 

Para prestar contas

Entrou em fase de recebimento de emendas projeto de lei complementar do distrital Robério Negreiros que determina o comparecimento trimestral à Câmara Legislativa do presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal para apresentar em audiência o seu relatório sobre as despesas do governo. Embora isso não esteja dito, é uma forma de enquadrar o tribunal, que costuma ignorar solenemente os deputados.

 

Magoou

Aparentemente, estaria tudo bem. Só que Reguffe ficou magoado quando o PDT destratou aliados seus em reunião ocorrida na sexta-feira. Militantes do PDT, convencidos de que se tratava de simpatizantes da Rede, não só quiseram que a turma se retirasse, como disseram que Reguffe “não é partidário”. Agora o deputado pensa em nem disputar, já que se considera atingido “por esse partido”.

 

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