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Do Alto da TorreEduardo Brito

Publicação: Domingo, 27/07/2014
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Metade da bancada federal será nova

A bancada do Distrito Federal dará sua contribuição para renovar a Câmara dos Deputados. Nada menos do que metade dos eleitos em 2010 não disputará a reeleição. O mais votado, José Antônio Reguffe, tenta o Senado, assim como o quinto da fila, Geraldo Magela. Mais votado do PT e segundo da capital, Paulo Tadeu (foto) mudou-se para o Tribunal de Contas do Distrito Federal como conselheiro. Também Luiz Pitiman está fora, como candidato ao Buriti. Tentarão reeleger-se os quatro restantes — Jaqueline Roriz, terceira mais votada, Izalci Lucas, Érika Kokay e Ronaldo Fonseca. 

 

 

Nem todos foram até o fim 

Caso se leve em conta quem exerceu efetivamente o mandato, o quadro muda um pouco. Com a saída de Paulo Tadeu, primeiro para a Secretaria de Governo e depois para o Tribunal de Contas, o presidente regional petista Roberto Policarpo esteve na Câmara por praticamente toda a legislatura passada. Também Augusto Carvalho, que concorreu a um quinto mandato e amargou uma suplência, substituiu durante mais de três anos o então secretário Geraldo Magela. Ambos disputam novo mandato. 

 

 

Renovação costuma ficar acima da média 

Tradicionalmente a renovação da Câmara oscila entre 37,5% e 45%. A bancada do Distrito Federal costuma ficar pelos 50%. Apenas uma vez reelegeram-se cinco dos oito. As maiores renovações ocorreram em 2010, quando só um deputado titular — Geraldo Magela — se reelegeu, e em 2006, quando três ganharam novo mandato.

 

 

Nos bastidores da política chinesa 

Algo impensável há três décadas, a China tornou-se a força motriz da economia mundial. Lá mora um em cada cinco habitantes do planeta. Fora de lá, porém, sabe-se muito pouca dos dirigentes que conduzem esse processo. Não se sabe como alguém se torna o líder da mais nova superpotência do mundo e muito menos quem detém o poder real no sistema chinês. Recém lançado na Inglaterra, The New Emperors — Os Novos Imperadores — o especialista em assuntos chineses Kerry Brown conseguiu traçar um quadro interno do Partido Comunista Chinês. Diplomata inglês, Brown chegou a ser primeiro secretário da Embaixada Britânica em Beijing. Hoje é professor de Política Chinesa and diretor do centro de estudos chineses na Universidade de Sydney.

 

 

Nova elite se desliga das origens 

Kerry Brown desenvolve uma tese central: o sistema da China pode até ter suas raízes na rebelião camponesa, mas está agora firmemente sob o controle de uma elite consciente do poder que exerce em Beijing. Não é exatamente uma elite desligada das origens. Afinal, quase metade dos membros dessa cúpula estão relacionados diretamente, em geral por parentesco aos ex-líderes do partido. Mas seu meio e suas perspectivas são novos. Brown revela a intriga e escândalo em torno da batalha interna travada entre os dois da China: uma fundada por Mao em princípios comunistas, e um país moderno em que "ficar rico é glorioso". No centro de tudo está o mais recente secretário do partido, Xi Jinping, que visitou o Brasil há menos de dez dias. Filho de um revolucionário dos velhos tempos, tem vínculos tanto com grandes empresas quanto com o Exército Popular de Libertação. Sua ascensão ao poder é um símbolo dos novos imperadores que lideram a nova superpotência do mundo.

 

 

Eleição presidencial é jogo jogado 

Brown conta o que mais lhe chamou a atenção para o fechamento do processo político chinês. Em uma das suas primeiras visitas à China, logo após a morte de Mao Zedong, constatou no saguão de seu hotel que todos os chineses  por ali acompanhavam siderados o julgamento da chamada Gangue dos Quatro, o grupo radical que incluía a mulher de Mao e que acabou indo todo para a cadeia. Em 15 de novembro de 2012 ele estava mais uma vez no saguão de um hotel quando se transmitia a sessão do Comitê Central do Partido Comunista Chinês que elegeria o novo presidente. Era algo da mesma proporção que a reeleição, pouco antes, do presidente Barack Obama. Um processo do qual, em tese, haviam participado 84 milhões de membros do Partido, o voto dos 2.270 integrantes de suas comissões de alto nível, dos 350 membros do Comitê Central e, enfim, a seleção dos 14 elegíveis, os membros do Politburo. No entanto, ninguém se interessava pela sessão. Era um sinal claro de que era jogo jogado. Só que ninguém sabia como. 

 

 

Formato de campanha cria confronto

Candidato a governador pelo PSDB e um dos primeiros a espalhar cavaletes pela cidade, o deputado Luiz Pitiman revoltou-se com as críticas do senador Rodrigo Rollemberg e do também deputado José Antônio Reguffe à divulgação de material de campanha. Acha que eles tentam impedir a livre apresentação de candidatos, inclusive nas formas permitidas pela legislação eleitoral vigente. Alfineta: uma campanha política, adverte, não se faz do jeito que o adversário quer, mas da forma que a lei permite.

 

 

táfalado


Após meio século de política, o senador Rodrigo Rollemberg não quer deixar que os novos possam se apresentar ao eleitorado e exercer um direito legítimo. Aliás, apresentar-se como novidade é, pelo jeito, algo contestado por quem tem pouca vontade  de acordar cedo para trabalhar.

Luiz Pitiman, candidato a governador pelo PSDB

 

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