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Do Alto da TorreEduardo Brito

Publicação: Sexta-feira, 17/10/2014
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Neutralidade no segundo turno

 

O deputado federal reeleito Ronaldo Fonseca reuniu ontem a executiva do partido que preside no Distrito Federal, o Pros, para decidir que posição assumiria no segundo turno das eleições brasilienses. No primeiro turno, o Pros apoiou Agnelo Queiroz e fez parte da coligação do PT para a Câmara dos Deputados, ao lado do PP, do PRB e PCdoB. Decidiram-se pela neutralidade.  “Vamos só torcer para que Brasília escolha o melhor nome”, resume. Embora amigo pessoal de Frejat, o deputado não defendeu apoio ao ex-secretário de Saúde, em função da coligação que o apoia e dos contratempos que teve antes de levá-lo para a cabeça de chapa. 

 

Problema está no programa

 

Embora declare simpatia pelo senador Rodrigo Rollemberg, que para ele representa a renovação, Ronaldo Fonseca faz restrições a seu programa. Fez a lição de casa e examinou as propostas de cada candidato. Evangélico, encontrou no programa de Rollemberg a defesa de criação de material escolar que, no ensino fundamental, aborde a questão da identidade de gênero. Para Ronaldo Fonseca, essa tese, ainda que bem intencionada, pode abrir caminho para a criação de um novo kit gay. Acha que isso é tudo o que seus eleitores não querem.

 

Pela primeira vez como deputados

 

Júlio César, Sandra Faraj, Juarezão, Lira, Telma Rufino e Reginaldo Veras pisaram ontem pela primeira vez na Câmara Legislativa como distritais eleitos. Estiveram na reunião marcada pela Mesa Diretora para se encontrarem com os atuais deputados. Embora descontraída, com direito a previsíveis piadinhas, a reunião foi bastante formal, com todos sentadinhos, comportados, em uma longa mesa em formato de U. Até os lugares, diante de microfones, eram marcados. O quorum foi  mais alto do que o registrado na maioria das sessões plenárias deste ano, presentes 18 dos 24 distritais que estarão na próxima legislatura. Só três dos novatos faltaram.

 

Confissão inesperada

 

O distrital Agaciel Maia teve um, digamos, ataque de sinceridade. Confessou: “aprendi mais nos quatro anos de Câmara Legislativa do que em décadas de trabalho no Senado”. É... pode até ser.

 

Ameaças à vida silvestre — e também humana

 

Não é à toa que animais selvagens estão se aproximando dos centros urbanos da região do Distrito Federal. Nos últimos dias apareceu uma sucuri de aproximadamente cinco metros, perto de Luziânia. No Parque das Águas Emendada, em Planaltina, onde há imagens de uma onça pintada no local. São só dois, dentre muitos outros casos, como o do lobo guará encontrado na Asa Sul. A explicação é simples e mostra que a culpa é toda do bicho-homem. O médico veterinário Rogério Lange, presidente da Comissão Nacional de Animais Selvagens do Conselho Federal de Medicina Veterinária, explica que, quando as queimadas são naturais de uma  região, os animais se adaptam a elas. “O problema é quando os incêndios são ilegais, ocasionados pela ação do homem”, afirma. Ele conta que, surpreendidos por incêndios propositais, os animais, muitas vezes, acabam morrendo incinerados ou fugindo para buscar abrigos em áreas como os centros urbanos.

 

A esperança é a última que morre

 

Primeiro suplente é um eterno otimista. Afinal de contas, basta que seja nomeado secretário um titular de mandato legislativo, unzinho só, para que ele assuma uma cadeira. Tudo depende, é claro, da composição de forças depois da eleição. Se a coligação do suplente é das oposicionistas, daquelas em que não há negociação possível, o melhor é se conformar. Em caso contrário, sempre pode aparecer a vaguinha. Na Câmara Legislativa estão em fase de expectativa nada menos do que sete candidatos: João Hermeto  de Oliveira Neto, do PMDB; a campeã de vôlei Leila, do PRB; Washington Mesquita, do PTB; Guarda Jânio, do PRTB; o militar Roosevelt Vilela, do PSB; Valdelino Barcelos, do PV; e até o neopetista Cláudio Abrantes.

 

Seca politicamente correta

 

Quando a seca ficou mais brava em São Paulo e a presidente Dilma Rousseff saiu-se com a famosa frase “o problema do sistema hídrico brasileiro é que ele é muito dependente da água”, os tecnocratas convencionaram que não era correto usar a palavra “seca”. Passou-se então a falar em “estresse hídrico”. A situação se agravou e, pelo jeito, também a fluência dos tecnocratas. O certo agora, dizem os documentos oficiais, é “restrição hídrica”. Então, tá. 

 

Ato falho na tribuna

 

Reeleito pelo PT para um novo mandato, o presidente da Câmara Legislativa, Wasny de Roure,  cometeu ontem  um ato falho: subiu ontem à tribuna com o adesivo de sua candidata à presidência, Dilma Rousseff, na lapela. Não houve nenhuma reclamação formal, mas nos bastidores os deputados não gostaram nada da postura do comandante do legislativo.

 

 Tarifa de Frejat divide deputadas

 

As deputadas Celina Leão e Liliane Roriz mais uma vez estão de lados opostos. Celina criticou duramente a proposta do candidato Jofran Frejat, de reduzir a passagem de ônibus para R$ 1, se eleito. Disse que era uma medida eleitoreira e que abriria brecha para a corrupção. Em defesa da proposta, Liliane posicionou-se extremamente favorável. “Quem conhece o que o povo necessita jamais criticaria uma medida como essa. Ainda mais com a qualidade que esse sistema oferece aos cidadãos, aí que não se deveria nem cobrar por esse péssimo serviço, que nós vamos lutar para que seja melhorado”,  rebateu.

 
Tá falado


 
 
"Nunca se roubou tanto neste país. E a grande preocupação da presidente não foi com o conteúdo do desvio dos recursos públicos, mas com o vazamento das informações. Ela nunca se preocupou exatamente com o conteúdo dos vazamentos.", Izalci Lucas, deputado federal pelo PSDB-DF

 

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