Do Alto da TorreEduardo Brito

Publicação: Sexta-feira, 21/11/2014
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Reguffe evita afastar-se de aliado

 

O senador eleito José Antônio Reguffe contrariou-se com o companheiro de chapa Rodrigo Rollemberg. Gostaria que Rollemberg tivesse reconhecido publicamente seu papel na eleição para o Buriti. Acha que Rollemberg foi importante para que se elegesse senador, mas que ele próprio também teve peso para que o aliado chegasse ao Buriti. Esse reconhecimento não veio. Por essas e outras, teve gente apostando em um afastamento entre eles. Já se falou até em uma candidatura de Reguffe ao Buriti em 2018. Entretanto, o afastamento não deve ocorrer. Reguffe tem dito que Rollemberg é mais que um amigo, um irmão. “Nada, nem ninguém conseguiria intrigar a gente, pois nossa relação tem sentimento no coração”, avisou o senador eleito.  

 

Promessa de cumprir todo o mandato

 

Com oito anos de Senado pela frente, Reguffe pretende cumprir o mandato integralmente. Afirma que ficará até o fim, como fez quando eleito sucessivamente distrital e deputado federal. Embora seja comum os senadores disputarem o governo no meio do mandato — até para que os eleitores não se esqueçam deles —, Reguffe pretende apoiar a reeleição de Rollemberg. Já foi até provocado nesse sentido. Perguntaram-lhe o que aconteceria se o aliado fizer um mau governo ou descumprir as promessas. Reguffe disse que, nessa hipótese, não apoiaria sua reeleição, mas também não se candidataria. Procuraria outro nome.

 

Nada de indicar gente

 

A propósito, Reguffe não pretende indicar qualquer secretário e muito menos administradores regionais. Registra que pretende contribuir, sim, para o governo Rollemberg, “mas só no plano das ideias”.

 

Questão de confiança

 

Dias atrás, o governador Agnelo Queiroz reuniu-se com a executiva regional do PT. Discutiram a crise financeira. Os integrantes da executiva ficaram impressionados com a confiança do governador. Agnelo afirmou, durante todo o tempo, que conseguirá os recursos necessários para fazer frente aos compromissos. 

 

Receita para sair da crise

 

Quando perguntam ao distrital eleito Ricardo Vale sobre a forma de superar a crise financeira  do GDF, ele não hesita: “Só se resolve crise como essa com o governo pagando”, diz. “A saída”, completa, “é honrar os compromissos”.

 

Mais otimismo entre lojistas para o Natal

 

O comércio aos poucos vai quebrando a onda de cautela. Pesquisa realizada para o Sindicato do Comércio Varejista do DF indica que 49% dos lojistas de rua e de shoppings do Distrito Federal acreditam que venderão mais neste Natal que no Natal do ano passado. O levantamento ouviu 282 lojistas entre os dias 3 e 7 deste mês. Apenas 17% dos entrevistados consideram que vão faturar menos.

 

Quem contrata temporários

 

E mais: 20% dos empresários disseram que vão contratar trabalhadores temporários para o fim de ano, enquanto 19% pretendem expandir os seus negócios daqui até maio, o que vai gerar empregos.

 

Expansão de 3%

 

O presidente do Sindivarejista, Edson de Castro, acredita que as vendas para o Natal devem crescer 3%, mas ressalta que setores como de confecções, perfumes, calçados, celulares e produtos de informática podem ter expansão de 4,5%. "Os juros subiram, mas os prazos de parcelamento aumentaram", pondera. De fato, há muitas lojas já comercializando televisores, computadores e outros produtos em até oito vezes, sem juros. 

 

Foi decepção

 

Reeleito, o distrital Israel Batista colocou-se a favor, no primeiro turno, do projeto que restringe processos de quebra de decoro a distritais condenados com trânsito em julgado. Resolveu ficar contra no segundo turno. Diz-se decepcionado por esperar que houvesse mais clima para debates. 

 

PAC investe na capital

 

Em 2014, a carteira de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento no Distrito Federal chegou a R$ 31,48 bilhões, número quatro vezes maior que o de setembro de 2011, quando o investimento foi de R$ 7,5 bilhões. Esse crescimento consta de relatório encaminhado pela Casa Civil do GDF ao Ministério do Planejamento, que coordena o PAC no Governo Federal.

 

Tá falado

 

"Só espero que o governo olhe para a frente, corrija os erros cometidos na Petrobras, demita imediatamente a presidente Graça Foster e afaste toda essa diretoria irresponsável que continua, porque, enquanto não afastá-la, não haverá credibilidade no mercado internacional, e muito menos no mercado nacional.", Izalci Lucas, deputado federal pelo PSDB-DF

 

 

 

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