Antivirus protege seus dados de códigos maliciosos? Parece que podemos estar errados!

Na metade de 2017 os Estados Unidos soltaram um alerta às agências para que não utilizassem mais o antivírus Kaspersky, de uma empresa homônima e com sede em Moscou. O aviso na época não gerou nenhum barulho no mercado pois poderia se tratar de uma definição comum. Recentemente, veio a tona uma declaração de dados haviam vazado e que o antivirus poderia ser a porta desse vazamento. A empresa prontamente se mobilizou e até apresentação de código fonte foi sugerida como medida a fim de tranquilizar os ânimos e não destruir a reputação dela.

 

 Até quando estaremos seguros com as práticas que temos hoje?

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Manter o sistema operacional atualizado, um bom antivirus e uma varredura da saída dos dados para internet é a tal prática, são teoricamente seguras as atualizações e os “rastreadores de vírus”, pelo menos é nisso que acreditamos.

 

Cada vez mais vivemos cercados por tecnologias e as armas que antes eram de fogo, agora são feitas por desenvolvedores mal intencionados.

Qual a arma mais letal atualmente? Em uma gravação com um colega, veio a citação de um especialista que falava sobre a mais letal que ele conhecia ser o Windows Update. Acho que concordo com ele, pois imaginem parar todos os computadores, ou até mesmo, colocar todos para executar algo indesejado ou manipulado.

 

Quem disser que usa MAC e está livre, lembre-se que o sistema operacional da maçã também se atualiza. Sem ser o pessimista ou o gerador do CAOS, mas, é um tema que precisa ser falado às vezes.

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