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“Se eu machucasse Michael Jordan nem minha mãe falaria comigo”, conta Pipoka

De um projeto social na 106 Sul até a NBA, maior liga mundial de basquete. O professor de educação física, João José, é ninguém menos que Pipoka, um dos maiores atletas brasileiros de basquete. Candango, como gosta de ser chamado, Pipoka nasceu em Brasília em 1963 e começou a treinar basquete ainda adolescente.

Filho de funcionários públicos “numa época que funcionário público não ganhava ão bem”, Pipoka sempre foi um talento no esporte, destes que chamam atenção de qualquer técnico. Sem condições para comprar um tênis ideal, ele treinou por anos com um Ki-chute de travas raspadas e Conga. O primeiro “tênis de basquete” foi uma doação do futuro colega de seleção Oscar Shimidt. “Eu usei aquele All Star até a sola furar”, revela. Nosso cestinha nunca soube desta história.

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Neste papo, Pipoka relembra a conquista do Pan Americano de 1987, em que vencemos a temida equipe dos EUA na final. E ainda a passagem pela liga americana de basquete, NBA, e sobre como foi jogar contra seus ídolos do basquete durante as Olimpíadas de 1992, o chamado Dream Team, com Magic Johnson, Michael Jordan, Charles Barkley, Scott Pippen e outros.

“Se eu machucasse o Michael Jordan nem minha mãe falaria comigo”, conta aos risos de fã. Hoje, Pipoka, que ganhou o apelido por ser fã de pipoca Nhac, é professor de educação física em uma faculdade em Brasília. O papo completo à bordo da #MinhaBrasília do jornalista Daniel Zukko está completo no link.

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