O jornalismo de luto

A morte do meu amigo Jorge Bastos Moreno, aos 63 anos, abalou o jornalismo brasileiro e esse seu velho amigo. Moreno foi um dos mais bem informados jornalistas dessa era. Suas informações, antes mesmo de iniciar no O Globo, já mostravam sua capacidade em buscar e rebuscar as notícias. Amigo de todos os ex-presidentes da República, Moreno recebia mensalmente políticos para jantar em sua casa. Ele se virava com os salgados e eu dava os doces. Muitas vezes ele dava informações para a coluna. Figura alegre, simpática, agradável de conversar, vez por outra ia filar a boia em minha casa. Não era só meu amigo, mas de Mara e dos meus filhos. Perde o Brasil e O Globo um dos nomes mais marcantes da informação política. Vai se encontrar com os seus velhos amigos que já se foram e mesmo de lá, por inspiração divina, informará a nós todos.

Histórico

Como o presidente Temer, muitos políticos lamentam a morte de Jorge Bastos Moreno, que nos últimos anos nos brindava com excelentes matérias como colunista do jornal O Globo. Mas foi aqui no Jornal de Brasília que ele deu o seu grande furo de reportagem: a nomeação do general João Figueiredo para a presidência da República como sucessor do general Ernesto Geisel. Entrou para a história.

Sucessão nas ruas

Em vários pontos da cidade já se vê um cartaz lançando a ministra Carmén Lúcia para a presidência da República. Neste país vale tudo!

Refugiados conectados

Parceria entre FURNAS, PNUD e ACNUR, levará para a Campus Party, que acontece até o dia 18, em Brasília, uma maratona de criatividade conhecida como Datathon. O objetivo é estimular os campuseiros a conectar empregadores presentes ao evento aos profissionais em situação de refúgio, de acordo com suas formações.

Novo imortal

Eleito com louvor para a cadeira 36 da Academia Brasiliense de Letras, antes ocupada pelo saudoso Antonio Carlos Osório, o escritor, artista plástico e renomado advogado José Alberto Couto Maciel, abriu as portas de sua residência para receber en-petit-comité, ao lado de sua sempre bela Mônica, os acadêmicos, colegas de profissão, familiares e amigos. Um dos últimos a chegar foi o professor e acadêmico Vamireh Chacon, que quando trabalhávamos no outro jornal, fizemos uma musiquinha para ele: “Em Pernambuco ele nasceu e em Brasília se criou e foi aqui que se formou, Vamireh Chacon, Vamireh Chacon”. Quem puxava o coro na redação era o saudoso repórter policial Mário Eugênio.

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